FISPQ: o que é, quem precisa ter e como elaborar corretamente

FISPQ: o que é, quem precisa ter e como elaborar corretamente

A FISPQ — Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos — é o documento que concentra todas as informações de segurança de uma substância ou mistura química: composição, riscos à saúde e ao meio ambiente, procedimentos de emergência, EPI necessário, forma correta de armazenamento e destinação dos resíduos. No Brasil, sua elaboração e uso são obrigações legais decorrentes da NR-26 (Sinalização de Segurança) do MTE e da ABNT NBR 14725 (série GHS), com penalidades que vão de multa administrativa a interdição da atividade.

Neste guia, a Seven Resíduos explica o que é a FISPQ, quem está obrigado a elaborá-la, o que deve constar em cada uma das 16 seções GHS e o que acontece quando a empresa não mantém esse documento atualizado.

O que é a FISPQ e qual sua base legal

A FISPQ é a versão brasileira da SDS (Safety Data Sheet) — documento padronizado internacionalmente pelo GHS (Globally Harmonized System of Classification and Labelling of Chemicals), adotado pela ONU para uniformizar a comunicação de riscos químicos em todo o mundo. No Brasil, o GHS foi implementado pela ABNT NBR 14725, cuja versão mais recente (NBR 14725-4:2023) alinha o formato às exigências do GHS Revisão 9.

A base legal da obrigatoriedade da FISPQ no Brasil é composta por:

  • NR-26 (Portaria MTE 3.214/1978, atualizada): exige que toda substância química perigosa no ambiente de trabalho seja acompanhada de FISPQ em português
  • ABNT NBR 14725 (partes 1 a 4): define os critérios de classificação dos perigos, os pictogramas GHS, os elementos de rotulagem e o conteúdo obrigatório das 16 seções da FISPQ
  • Lei 6.938/1981 (PNMA) e regulamentações CETESB: exigem FISPQ para substâncias com potencial de contaminação no licenciamento ambiental

O texto consolidado da NR-26 está disponível no portal do Ministério do Trabalho e Emprego para consulta dos requisitos vigentes.

A FISPQ não é um documento estático. Deve ser revisada sempre que houver nova informação sobre os perigos da substância ou quando a formulação do produto for alterada, e pelo menos a cada cinco anos mesmo sem alterações.

Quem é obrigado a elaborar a FISPQ — e quem deve apenas ter

Existe uma distinção importante que muitas empresas confundem:

Quem elabora a FISPQ:

  • Fabricantes de produtos químicos (indústria química, petroquímica, tintas, solventes, agrotóxicos, etc.)
  • Importadores de produtos químicos que não vêm acompanhados de FISPQ em português
  • Distribuidores que reformulam ou remixam produtos químicos antes de revendê-los

Esses agentes são os responsáveis técnicos pela precisão das informações. A elaboração deve ser feita ou validada por profissional habilitado (químico, engenheiro químico ou engenheiro de segurança, dependendo do escopo), com registro no Conselho profissional competente.

Quem deve ter e manter a FISPQ disponível:

  • Usuários industriais de qualquer produto químico perigoso (indústrias metalúrgicas, têxteis, alimentícias, farmacêuticas, etc.)
  • Transportadores de produtos químicos perigosos — a FISPQ deve acompanhar a carga
  • Almoxarifados e depósitos que armazenam substâncias químicas perigosas

Empresas que utilizam produtos químicos não elaboram a FISPQ — recebem do fornecedor e têm a obrigação de: (a) manter o documento atualizado, (b) disponibilizá-lo aos trabalhadores que manuseiam a substância, e (c) treinar os trabalhadores no seu conteúdo. O armazenamento de produtos químicos exige que a FISPQ fique acessível fisicamente no local onde a substância está armazenada.

As 16 seções da FISPQ segundo a ABNT NBR 14725 e o GHS

A FISPQ é estruturada obrigatoriamente em 16 seções, na ordem exata determinada pela ABNT NBR 14725-4 e pelo GHS. Não é permitido suprimir seções — se alguma informação não se aplicar, a seção deve constar com a declaração “não aplicável” e justificativa.

Seção Título Conteúdo principal
1 Identificação do produto e da empresa Nome do produto, uso recomendado, dados do fabricante/importador, telefone de emergência 24h
2 Identificação de perigos Classificação GHS, pictogramas, palavras de advertência (PERIGO/ATENÇÃO), frases de perigo (H) e de precaução (P)
3 Composição e informações sobre os ingredientes CAS number, concentração, limites de concentração para substâncias perigosas classificadas
4 Medidas de primeiros-socorros Inalação, contato com pele/olhos, ingestão; indicação de consulta médica urgente
5 Medidas de combate a incêndio Agentes extintores adequados e inadequados, equipamentos para bombeiros, produtos de combustão
6 Medidas em caso de vazamento acidental Precauções pessoais, contenção, absorção, descarte do material contaminado
7 Manuseio e armazenamento Condições seguras de manuseio, temperatura, compatibilidade, recipientes aprovados
8 Controles de exposição e proteção individual VLT/VLC (limites de exposição MTE), controles de engenharia, EPI necessário por rota de exposição
9 Propriedades físicas e químicas Estado físico, cor, odor, pH, ponto de fulgor, solubilidade, pressão de vapor, densidade
10 Estabilidade e reatividade Condições a evitar, materiais incompatíveis, produtos perigosos de decomposição
11 Informações toxicológicas DL50, CL50, toxicidade aguda/crônica, irritação, sensibilização, carcinogenicidade, mutagenicicidade
12 Informações ecotoxicológicas Toxicidade aquática (aguda e crônica), persistência, bioacumulação, mobilidade no solo
13 Considerações sobre destinação dos resíduos Métodos de descarte adequados, legislação aplicável, embalagens contaminadas
14 Informações sobre transporte Número ONU, classe de risco, grupo de embalagem, código EMER, transporte terrestre/marítimo/aéreo
15 Informações sobre regulamentações Legislação nacional e internacional aplicável (NR-26, NR-25, CONAMA, IBAMA, ANTT)
16 Outras informações Data de elaboração, data da última revisão, referências bibliográficas, lista de alterações

A seção 13 é especialmente relevante para a conformidade ambiental: é ela que orienta o descarte correto dos resíduos químicos gerados pelo uso do produto, determinando se o resíduo é Classe I (perigoso) ou Classe II e qual a destinação adequada.

Diferença entre FISPQ e MSDS: o mesmo documento, nomes diferentes

A MSDS (Material Safety Data Sheet) é o nome antigo do documento, utilizado antes da adoção do GHS. Com a implementação do GHS pela ONU e sua adoção pelo Brasil via ABNT NBR 14725, o documento foi padronizado e renomeado para SDS (internacionalmente) e FISPQ (no Brasil).

As diferenças práticas são:

  • A MSDS (pré-GHS) não exigia estrutura padronizada de 16 seções — o número e ordem de seções variavam por fabricante e país
  • A FISPQ/SDS exige pictogramas GHS, frases H e P padronizadas, e estrutura de 16 seções na ordem exata
  • Empresas que ainda utilizam MSDS de fornecedores internacionais no formato antigo precisam garantir que o documento seja atualizado para o formato SDS/FISPQ antes de disponibilizá-lo aos trabalhadores

Na prática: se sua empresa recebe de um fornecedor estrangeiro um documento com o nome “MSDS” mas com a estrutura de 16 seções, frases H/P e pictogramas GHS, trata-se de uma SDS atual — apenas com denominação antiga. Se o documento tiver menos seções e não seguir o GHS, o importador brasileiro é responsável por elaborar uma FISPQ adequada.

Como elaborar a FISPQ: requisitos técnicos e responsabilidade do RT

A elaboração de uma FISPQ não é uma tarefa administrativa — é um documento técnico que requer conhecimento de química, toxicologia, regulamentações de transporte e legislação ambiental. Os requisitos práticos são:

1. Classificação GHS do produto

O primeiro passo é classificar os perigos físicos, à saúde e ao meio ambiente de acordo com os critérios da ABNT NBR 14725-1 e -2. A classificação determina os pictogramas, as palavras de advertência e todas as frases H e P que constarão na seção 2.

2. Coleta de dados técnicos

Reúna as fichas de dados dos ingredientes (ou laudos analíticos), laudos toxicológicos, dados de biodegradabilidade e ecotoxicidade, limites de explosividade, ponto de fulgor e demais propriedades físico-químicas da seção 9.

3. Redação em português

A NR-26 exige que a FISPQ esteja em português, mesmo para produtos importados. O documento deve ser legível, sem abreviações não explicadas e tecnicamente correto.

4. Responsável técnico

A FISPQ deve ser assinada por profissional habilitado: engenheiro químico (CREA), químico (CRQ) ou outro profissional com formação técnica reconhecida. A responsabilidade civil e criminal pelo conteúdo é do RT signatário.

5. Formato de entrega

A FISPQ pode ser fornecida em papel ou em formato digital (PDF), desde que o trabalhador tenha acesso imediato no local de trabalho e em caso de emergência. Sistemas eletrônicos de gestão de FISPQ são aceitos, mas deve haver contingência para acesso off-line.

O transporte de resíduos perigosos exige que a FISPQ acompanhe a carga — a seção 14 da FISPQ fornece o número ONU, a classe de risco e o grupo de embalagem exigidos pela ANTT/Decreto 96.044/88.

Idioma, atualização e prazo de validade da FISPQ

Idioma: A FISPQ deve estar em português do Brasil. Documentos em outros idiomas não atendem a NR-26. Para produtos importados sem FISPQ em português, o importador tem a obrigação de elaborar o documento.

Atualização obrigatória nos seguintes casos:

  • Alteração na formulação do produto
  • Nova informação sobre perigos (toxicologia, ecotoxicologia, carcinogenicidade)
  • Alteração na legislação aplicável (novos limites de exposição da NR-15, novas classificações GHS)
  • A cada cinco anos, independentemente de alterações

Distribuição da versão atualizada: Sempre que a FISPQ for revisada, o fabricante/importador deve enviar a versão atualizada a todos os clientes que adquiriram o produto nos últimos 12 meses. Para usuários industriais: ao receber uma FISPQ revisada, deve-se substituir todas as versões anteriores nos pontos de acesso e registrar a atualização.

A NR-25 complementa a NR-26 na cadeia de segurança: enquanto a NR-26/FISPQ trata da comunicação dos riscos do produto em uso, a NR-25 regula o manejo e destinação dos resíduos industriais gerados — incluindo os resíduos do produto químico após o uso.

O que acontece se a empresa não tiver a FISPQ

A ausência ou desatualização da FISPQ expõe a empresa a autuações por dois caminhos independentes:

Via MTE (Ministério do Trabalho e Emprego):

  • Infração à NR-26: multa por trabalhador exposto sem acesso à FISPQ, com base no art. 201 da CLT — valores de R$ 402,53 a R$ 4.025,33 por infração, dobrado em caso de reincidência
  • Embargo ou interdição da atividade quando o risco for grave e iminente
  • Responsabilidade civil do empregador em caso de acidente com produto químico sem FISPQ disponível

Via CETESB / órgão ambiental:

  • Autuação por ausência de FISPQ no processo de licenciamento ou renovação de licença
  • Exigência de adequação como condicionante de licença de operação para atividades que utilizam substâncias perigosas
  • Notificação no processo de conformidade ambiental para empresas que armazenam produtos químicos sujeitos ao licenciamento

Via responsabilidade civil:

Em acidente envolvendo produto químico (derramamento, intoxicação, incêndio), a ausência da FISPQ ou sua desatualização é evidência de negligência — com impacto direto em ações de indenização e na análise de responsabilidade pelo Ministério Público.

O calendário de obrigações ambientais 2026 lista as principais obrigações periódicas — mas a FISPQ é uma obrigação de conformidade contínua: deve estar disponível e atualizada em qualquer dia do ano em que a substância estiver em uso.

Como a Seven Resíduos ajuda na gestão de substâncias perigosas

A conformidade com a NR-26 e a ABNT NBR 14725 exige mais do que ter a FISPQ arquivada em alguma pasta. A empresa precisa garantir que o documento está atualizado, acessível nos pontos corretos, em português, com versão compatível com o GHS vigente — e que os trabalhadores que manuseiam as substâncias foram treinados no seu conteúdo.

A Seven Resíduos apoia empresas na gestão documental das substâncias químicas perigosas: mapeamos quais produtos químicos utilizados na operação exigem FISPQ, verificamos se as versões disponíveis estão atualizadas segundo a ABNT NBR 14725:2023, e identificamos gaps de conformidade antes que o fiscal do MTE ou da CETESB os encontre.

Também estruturamos o fluxo de atualização: quando o fornecedor revisa a FISPQ, o documento é atualizado nos pontos de armazenamento, o registro de controle é atualizado e os trabalhadores impactados são notificados. Conformidade com FISPQ não é um evento — é um processo.

Para empresas que utilizam substâncias com obrigações no CADRI ou que geram resíduos perigosos da indústria metalúrgica, a gestão de FISPQ faz parte de um escopo mais amplo de conformidade documental que a Seven pode assumir integralmente.

Solicite um orçamento e veja como a Seven pode estruturar a gestão de FISPQs e documentação de substâncias perigosas da sua empresa.

FAQ: Perguntas frequentes sobre a FISPQ

O que é FISPQ e para que serve?

A FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos) é o documento que concentra todas as informações de segurança de uma substância química: composição, riscos à saúde e ao ambiente, procedimentos de emergência, EPI e forma correta de descarte. Serve para proteger trabalhadores, orientar respostas a emergências e garantir conformidade com a NR-26 e a ABNT NBR 14725.

Quem é obrigado a elaborar a FISPQ?

São obrigados a elaborar a FISPQ os fabricantes e importadores de produtos químicos perigosos. Empresas que apenas utilizam os produtos não elaboram — recebem do fornecedor e têm a obrigação de manter o documento atualizado, acessível aos trabalhadores e em português.

Quais são as 16 seções da FISPQ?

As 16 seções são obrigatórias e seguem a ordem da ABNT NBR 14725-4: (1) Identificação; (2) Perigos; (3) Composição; (4) Primeiros-socorros; (5) Combate a incêndio; (6) Vazamento acidental; (7) Manuseio e armazenamento; (8) Controles de exposição/EPI; (9) Propriedades físicas e químicas; (10) Estabilidade e reatividade; (11) Toxicologia; (12) Ecotoxicologia; (13) Destinação dos resíduos; (14) Transporte; (15) Regulamentações; (16) Outras informações.

Qual a diferença entre FISPQ e MSDS?

São o mesmo tipo de documento com nomes diferentes. MSDS (Material Safety Data Sheet) é o nome pré-GHS, sem estrutura padronizada. FISPQ/SDS é o formato pós-GHS, com 16 seções obrigatórias, pictogramas e frases H/P padronizados. Empresas que recebem documentos em formato MSDS antigo devem exigir do fornecedor a versão atualizada em formato SDS/FISPQ.

Quais são as penalidades por não ter a FISPQ?

A ausência de FISPQ pode gerar multa por infração à NR-26 (R$ 402,53 a R$ 4.025,33 por trabalhador exposto, dobrado na reincidência), embargo ou interdição em caso de risco grave e iminente, autuação pela CETESB no processo de licenciamento, e responsabilidade civil em caso de acidente envolvendo o produto químico.

Conclusão

A FISPQ é um documento operacional — não apenas um requisito burocrático. É ela que orienta o trabalhador durante um acidente, informa o bombeiro sobre como combater um incêndio com aquele produto e determina a forma correta de descartar o resíduo. Manter a FISPQ atualizada e acessível não é um favor à fiscalização — é proteção para a operação.

Se sua empresa utiliza, armazena ou transporta produtos químicos perigosos, verificar hoje se as FISPQs disponíveis estão no formato GHS, em português e com a versão mais recente disponibilizada pelo fornecedor, é o primeiro passo. O segundo é garantir que os trabalhadores sabem onde encontrá-la e o que fazer com ela em uma emergência. Solicite um orçamento e veja como a Seven Resíduos pode estruturar a conformidade documental de substâncias químicas da sua empresa.

Mais Postagens

TODAS AS POSTAGENS

Aclimação

Bela Vista

Bom Retiro

Brás

Cambuci

Centro

Consolação

Higienópolis

Glicério

Liberdade

Luz

Pari

República

Santa Cecília

Santa Efigênia

Vila Buarque

Brasilândia

Cachoeirinha

Casa Verde

Imirim

Jaçanã

Jardim São Paulo

Lauzane Paulista

Mandaqui

Santana

Tremembé

Tucuruvi

Vila Guilherme

Vila Gustavo

Vila Maria

Vila Medeiros

Água Branca

Bairro do Limão

Barra Funda

Alto da Lapa

Alto de Pinheiros

Butantã

Freguesia do Ó

Jaguaré

Jaraguá

Jardim Bonfiglioli

Lapa

Pacaembú

Perdizes

Perús

Pinheiros

Pirituba

Raposo Tavares

Rio Pequeno

São Domingos

Sumaré

Vila Leopoldina

Vila Sonia

Aeroporto

Água Funda

Brooklin

Campo Belo

Campo Grande

Campo Limpo

Capão Redondo

Cidade Ademar

Cidade Dutra

Cidade Jardim

Grajaú

Ibirapuera

Interlagos

Ipiranga

Itaim Bibi

Jabaquara

Jardim Ângela

Jardim América

Jardim Europa

Jardim Paulista

Jardim Paulistano

Jardim São Luiz

Jardins

Jockey Club

M'Boi Mirim

Moema

Morumbi

Parelheiros

Pedreira

Sacomã

Santo Amaro

Saúde

Socorro

Vila Andrade

Vila Mariana

Água Rasa

Anália Franco

Aricanduva

Artur Alvim

Belém

Cidade Patriarca

Cidade Tiradentes

Engenheiro Goulart

Ermelino Matarazzo

Guaianases

Itaim Paulista

Itaquera

Jardim Iguatemi

José Bonifácio

Mooca

Parque do Carmo

Parque São Lucas

Parque São Rafael

Penha

Ponte Rasa

São Mateus

São Miguel Paulista

Sapopemba

Tatuapé

Vila Carrão

Vila Curuçá

Vila Esperança

Vila Formosa

Vila Matilde

Vila Prudente

São Paulo

Campinas

Sorocaba

Roseira

Barueri

Guarulhos

Jundiaí

São Bernardo do Campo

Paulínia

Rio Grande da Serra

Limeira

São Caetano do Sul

Boituva

Itapecerica da Serra

Hortolândia

Lorena

Ribeirão Pires

Itaquaquecetuba

Valinhos

Osasco

Pindamonhangaba

Piracicaba

Rio Claro

Suzano

Taubaté

Arujá

Carapicuiba

Cerquilho

Franco da Rocha

Guaratinguetá

Itapevi

Jacareí

Mauá

Mogi das Cruzes

Monte Mor

Santa Bárbara d'Oeste

Santana de Parnaíba

Taboão da Serra

Sumaré

Bragança Paulista

Cotia

Indaiatuba

Laranjal Paulista

Nova Odessa

Santo André

Aparecida

Atibaia

Bom Jesus dos Perdões

Cabreúva

Caieiras

Cajamar

Campo Limpo Paulista

Capivari

Caçapava

Diadema

Elias Fausto

Embu das Artes

Embu-Guaçu

Ferraz de Vasconcelos

Francisco Morato

Guararema

Iracemápolis

Itatiba

Itu

Itupeva

Louveira

Mairinque

Mairiporã

Piracaia

Pirapora do Bom Jesus

Porto Feliz

Poá

Salto

Santa Isabel

São Pedro

São Roque

Tietê

Vinhedo

Várzea Paulista

Vargem Grande Paulista

Jandira

Araçariguama

Tremembé

Americana

Jarinu

Soluções ambientais A Seven oferece serviços de Acondicionamento, Caracterização, Transporte, Destinação e Emissão de CADRI para Resíduos.
Endereço: Rua Vargas, 284 Cidade Satélite Guarulhos – SP
CEP 07231-300

Tratamento de resíduos, transporte e descarte. Soluções ambientais para nossos clientes se dedicarem apenas à seus negócios.

Conte conosco
"Soluções ambientais para nossos clientes se dedicarem apenas à seus negócios"

28.194.046/0001-08 - © Seven Soluções Ambientais LTDA