Existe um documento que muitas empresas desconhecem até o momento em que a fiscalização bate à porta.
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Existe um documento que muitas empresas desconhecem até o momento em que a fiscalização bate à porta.
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Toda empresa que gera, transporta ou destina resíduos no Brasil carrega sobre si uma obrigação legal que não pode ser ignorada. A DMR - Declaração de Movimentação de Resíduos é o documento que comprova ao poder público como sua organização lida com os resíduos produzidos ao longo de suas operações.
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Toda empresa que gera resíduos, opera com substâncias perigosas ou desenvolve atividades com potencial de impacto ao meio ambiente está sujeita a um processo que poucos gestores conhecem com a profundidade necessária: a auditoria ambiental.
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A gestão de resíduos sólidos no Estado de São Paulo deixou de ser um processo burocrático baseado em papel para se tornar um fluxo digital rastreável em tempo real.
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Toda empresa que opera em território paulista convive com uma pergunta que parece simples, mas carrega peso jurídico e financeiro considerável: minha atividade precisa de licença ambiental?
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Toda indústria que utiliza água em seus processos produtivos gera, inevitavelmente, resíduos líquidos contaminados. Esse material tem nome, tem legislação específica e tem um caminho obrigatório a percorrer antes de chegar a qualquer corpo hídrico.
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Existe uma pergunta que os órgãos ambientais fazem cada vez com mais frequência durante fiscalizações: a sua empresa sabe exatamente o que está causando ao meio ambiente? A resposta honesta, para a maioria das indústrias brasileiras, ainda é não. E é exatamente aí que o LAIA entra.
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Muitas empresas paulistas descobrem tarde demais que operam em desconformidade com a legislação ambiental estadual. Não por má-fé, mas por falta de informação sobre um instrumento que a própria CETESB oferece: o Certificado de Dispensa de Licença.
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Todo resíduo gerado dentro de uma empresa conta uma história. Ele carrega a origem do processo que o criou, os componentes que o formam e o grau de risco que representa para quem o manuseia, para o solo e para a água.
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Toda empresa que lida com produtos ou resíduos químicos perigosos já se deparou com a dúvida: qual dessas fichas preciso apresentar? A confusão entre FDSR x FISPQ é mais comum do que parece e cometê-la pode custar caro.
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