
Armazenamento temporário e disposição final de resíduos: a diferença que sua empresa não pode ignorar
Existe uma confusão que custa caro a muitas empresas brasileiras. Gestores industriais, responsáveis técnicos de clínicas, coordenadores de obras e administradores de laboratórios tratam o armazenamento de resíduos como se fosse a etapa final do problema. Acumulam material em área interna, aguardam a coleta e consideram o assunto encerrado. Não está. O que essas empresas estão fazendo, sem perceber, é misturar dois conceitos com obrigações legais completamente distintas — e essa confusão pode resultar em multas, passivos ambientais e responsabilização criminal.
Entender a diferença entre armazenamento de resíduos e disposição final não é questão de tecnicidade acadêmica. É uma obrigação prática de qualquer empresa que gera resíduos no Brasil.


