Os estabelecimentos que prestam serviços relacionados à saúde humana e animal geram diariamente grandes volumes de materiais descartados que exigem tratamento especializado. Desde hospitais de grande porte até pequenas clínicas odontológicas, todos necessitam dos serviços de uma empresa de gestão resíduo de saúde qualificada.
A legislação brasileira é rigorosa quanto ao gerenciamento desses materiais, com a RDC 222/2018 da ANVISA e a Resolução CONAMA 358/2005 estabelecendo diretrizes específicas para o manejo adequado. Os resíduos de serviços de saúde representam apenas 1 a 3% do total de resíduos sólidos urbanos no Brasil, mas seu potencial de risco é significativamente superior aos resíduos domiciliares comuns.
Por isso, contratar uma empresa de gestão resíduo de saúde é obrigatório para estabelecimentos geradores de RSS, com responsabilidade legal desde o momento da produção até a destinação final ambientalmente adequada.
Classificação dos Resíduos de Serviços de Saúde
A empresa de gestão resíduo de saúde trabalha com cinco grupos distintos de materiais conforme classificação da ANVISA. O Grupo A abrange resíduos com presença de agentes biológicos que apresentam risco de infecção, incluindo bolsas de sangue, tecidos humanos e materiais perfurocortantes contaminados. O Grupo B engloba substâncias químicas perigosas como medicamentos vencidos, reagentes laboratoriais e produtos de revelação de raios-X.
O Grupo C compreende rejeitos radioativos utilizados em procedimentos de medicina nuclear e radioterapia, enquanto o Grupo D inclui resíduos comuns equiparados aos domiciliares, como papéis e materiais não contaminados. O Grupo E abarca todos os perfurocortantes, independentemente de contaminação, como agulhas, lâminas de bisturi e ampolas de vidro.
A segregação correta no momento da geração é fundamental para o sucesso do gerenciamento, e uma empresa de gestão resíduo de saúde orienta seus clientes sobre procedimentos adequados de separação, acondicionamento e identificação conforme a NBR 9191/2000, garantindo a segurança dos trabalhadores e evitando acidentes com materiais perigosos.
Etapas do Gerenciamento de Resíduos
O trabalho de uma empresa de gestão resíduo de saúde inicia com o planejamento detalhado das operações, seguido pela segregação onde os materiais são separados conforme suas características físicas, químicas e biológicas no local de geração.
Esta ação reduz significativamente o volume de resíduos que necessitam tratamento especial. O acondicionamento é a segunda etapa crucial, com os materiais segregados sendo embalados em recipientes apropriados que evitam vazamentos e resistem a perfurações. A capacidade dos coletores deve ser compatível com a geração diária, e a identificação visual precisa estar clara e legível conforme determina a legislação sanitária.
A empresa de gestão resíduo de saúde utiliza símbolos, cores e dizeres padronizados nas embalagens, com sacos brancos leitosos indicando resíduos do Grupo A, sacos vermelhos sinalizando materiais do Grupo E, e assim sucessivamente, seguindo a resolução CONAMA 275/2001. A identificação adequada permite que qualquer pessoa reconheça imediatamente os riscos presentes nos materiais acondicionados.
Coleta e Transporte Especializado
A coleta interna é realizada nos pontos de geração dentro do estabelecimento de saúde, com a empresa de gestão resíduo de saúde estabelecendo rotas e horários definidos para que os resíduos não permaneçam nos postos de coleta por períodos prolongados. Os carros de coleta devem ser exclusivos para RSS, construídos em material lavável e resistente, dotados de cantos arredondados e rodas de borracha maciça.
O armazenamento temporário ocorre em ambiente exclusivo com pisos e paredes revestidas de material impermeável, sendo que a empresa de gestão resíduo de saúde dimensiona adequadamente esses espaços conforme o volume gerado pelo estabelecimento. Pontos de iluminação, água e ralos sifonados são obrigatórios, além da identificação externa com a inscrição “Abrigo Temporário de Resíduos”.
O transporte externo é executado pela empresa de gestão resíduo de saúde com veículos específicos devidamente identificados e licenciados pelo INMETRO, equipados com sistema de rastreamento por GPS. As cargas são monitoradas em tempo real para garantir controle total do processo, desde a coleta no estabelecimento até a chegada na unidade de tratamento.
Tratamento e Destinação Final
O tratamento preliminar modifica as características dos resíduos para eliminar ou neutralizar agentes nocivos à saúde humana e ao meio ambiente. A empresa de gestão resíduo de saúde utiliza processos de desinfecção por meios físicos ou químicos com eficácia comprovada através de controles periódicos. A autoclavagem é um dos métodos mais utilizados, consistindo na esterilização por vapor úmido em alta temperatura e pressão, sendo especialmente eficaz para resíduos infectantes do Grupo A.
A incineração é empregada pela empresa de gestão resíduo de saúde para tratamento de resíduos específicos dos Grupos A5 e B, operando em temperaturas entre 800 e 1200 graus Celsius. Este processo térmico reduz drasticamente o peso e volume através da combustão controlada, e as cinzas resultantes são encaminhadas para aterros licenciados Classe I.
Tecnologias como micro-ondas também são utilizadas, fragmentando os resíduos e expondo-os a ondas eletromagnéticas que elevam a temperatura interna, promovendo desinfecção eficiente. Após o tratamento adequado, os materiais podem ser dispostos em aterros sanitários devidamente licenciados pelos órgãos ambientais.
Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde
Todo estabelecimento gerador deve elaborar um Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde, e a empresa de gestão resíduo de saúde oferece consultoria especializada para desenvolvimento do PGRSS. Este documento descreve todas as ações relativas ao manejo dos RSS, estimando a quantidade gerada por grupo de risco e descrevendo procedimentos de cada etapa do gerenciamento.
O plano deve contemplar a segregação, acondicionamento, identificação, coleta, armazenamento, transporte, tratamento e disposição final ambientalmente adequada. O PGRSS elaborado pela empresa de gestão resíduo de saúde precisa estar em conformidade com a Política Nacional de Resíduos Sólidos, instituída pela Lei 12.305/2010, contemplando programas de capacitação continuada para todos os envolvidos no gerenciamento. A validade do PGRSS coincide com o período da Licença de Operação do estabelecimento, devendo ser apresentado um novo plano a cada renovação.
A ausência do PGRSS ou seu não cumprimento sujeita o gerador a penalidades previstas na Lei 9.605/98, conhecida como Lei de Crimes Ambientais, incluindo multas e até interdição do estabelecimento.
Responsabilidades Legais e Compliance
A responsabilidade pelo gerenciamento adequado é solidária entre todos os envolvidos na cadeia de resíduos. A empresa de gestão resíduo de saúde responde legalmente por qualquer ação que cause ou possa causar degradação ambiental durante transporte, tratamento ou disposição final dos materiais coletados. Os geradores também mantêm responsabilidade mesmo após transferir os resíduos para terceiros especializados. O licenciamento ambiental é obrigatório para empresa de gestão resíduo de saúde que opera sistemas de tratamento, com órgãos ambientais estaduais e municipais fiscalizando regularmente as instalações. Certificados de destinação final devem ser emitidos mensalmente, comprovando o tratamento adequado dos materiais recebidos. A empresa de gestão resíduo de saúde deve requerer às prestadoras de serviços terceirizados a apresentação de licenças ambientais válidas, mantendo arquivo organizado de toda documentação relacionada aos RSS. É fundamental manter registros de manifestos de transporte, comprovantes de tratamento e laudos de caracterização quando aplicável, garantindo rastreabilidade completa das operações.
Capacitação e Segurança Ocupacional
Os profissionais da empresa de gestão resíduo de saúde passam por programas de educação continuada abrangendo diversos temas essenciais para operações seguras. A legislação ambiental e sanitária, técnicas de biossegurança, procedimentos operacionais padrão e uso correto de equipamentos de proteção individual são conteúdos fundamentais nos treinamentos.
A NR-32 estabelece requisitos específicos para segurança e saúde no trabalho em serviços de saúde, determinando medidas de proteção coletiva e individual. Exames médicos ocupacionais são obrigatórios para todos os colaboradores da empresa de gestão resíduo de saúde que manuseiam resíduos, incluindo exames admissionais, periódicos, de retorno ao trabalho, de mudança de função e demissionais.
Estes exames devem estar em conformidade com o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional da empresa. A empresa de gestão resíduo de saúde investe constantemente em atualização técnica de suas equipes, incorporando novas tecnologias, alterações legislativas e melhores práticas aos treinamentos regulares. O conhecimento atualizado garante operações mais eficientes, seguras e em total conformidade com as exigências dos órgãos reguladores.
Impactos Ambientais e Tecnologias Modernas
O descarte inadequado de resíduos de saúde contamina solo e recursos hídricos, podendo causar danos irreversíveis à biodiversidade local. Uma empresa de gestão resíduo de saúde competente previne esses impactos através de processos controlados e licenciados pelos órgãos ambientais.
A proteção dos trabalhadores é prioridade absoluta, com equipamentos de proteção adequados e procedimentos operacionais seguros para prevenir doenças ocupacionais. Os profissionais que manuseiam RSS estão expostos a riscos biológicos, químicos e de acidentes com perfurocortantes. A empresa de gestão resíduo de saúde moderna investe em tecnologias de rastreamento em tempo real, com sistemas de geolocalização dos veículos coletores permitindo monitoramento preciso das rotas e horários. Balanças eletrônicas instaladas nos veículos registram automaticamente o peso coletado em cada estabelecimento, gerando dados que alimentam relatórios gerenciais.
A empresa de gestão resíduo de saúde comprometida com sustentabilidade desenvolve processos de tratamento cada vez mais eficientes, reduzindo consumo de água e energia, minimizando emissões atmosféricas e aproveitando o calor gerado na incineração para cogeração de energia.
Seven Resíduos: Referência em Gestão de Resíduos de Saúde
A Seven Resíduos consolidou-se como empresa de gestão resíduo de saúde de referência no mercado brasileiro desde sua fundação em 2017. A empresa atende mais de 1.870 clientes com soluções completas e personalizadas, registrando crescimento expressivo de 34,67% em 2024. Com equipe de mais de 30 colaboradores qualificados, a Seven Resíduos opera como empresa de gestão resíduo de saúde com infraestrutura robusta, incluindo dois galpões equipados e frota própria de veículos licenciados pelo INMETRO.
O compromisso com qualidade e excelência operacional resultou na premiação com o Prêmio Quality, reconhecimento importante no setor. A empresa de gestão resíduo de saúde Seven Resíduos oferece serviços completos incluindo coleta, transporte, tratamento e destinação final de todos os grupos de RSS, além de documentação técnica especializada. O portfólio abrange elaboração de PGRSS, laudos de caracterização NBR 10004, cadastros AMLURB e SIGOR, licenças ambientais e demais documentos exigidos pela legislação.
A empresa de gestão resíduo de saúde Seven Resíduos trabalha com valores sólidos de fé, ética e compromisso socioambiental. A missão de gerenciar os resíduos de hoje para garantir a vida da Terra para as próximas gerações norteia todas as ações da empresa, consolidando-a como referência em sustentabilidade e excelência operacional no setor de gestão de resíduos de serviços de saúde no Brasil.



