Gestão Resíduos Industriais ABC Paulista SP: Guia

O Grande ABC Paulista — formado por São Bernardo do Campo, Santo André, São Caetano do Sul, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra — concentra a maior densidade automotiva-química do Brasil em raio de 30 km: Volkswagen Anchieta (a maior planta da VW na América Latina, em operação desde 1957), Mercedes-Benz Caminhões e Ônibus, Scania, Toyota Autopeças, centenas de fornecedores tier 1 e tier 2 em Diadema, Pirelli e Bridgestone (pneus em Santo André), além do polo químico vizinho que abastece a cadeia automotiva — Rhodia e Basf em SBC, Henkel em Diadema, Solvay em Santo André e Roche (farmacêutica) em Santo André. A gestão de resíduos industriais no ABC Paulista opera num cenário regulatório triplo: dupla agência CETESB (SBC + Santo André), restrições da APRM do Reservatório Billings (Lei Estadual 13.579/2009) e logística reversa obrigatória de pneus pelo sistema Reciclanip — três camadas que nenhum outro cluster paulista enfrenta simultaneamente.

O segundo diferencial é logístico: o ABC tem a menor distância média do Brasil até destinadores Classe I licenciados — 15 a 30 km até aterros e coprocessadores RMSP, 50 km a Cubatão (coprocessamento petroquímico via Anchieta/Imigrantes), 110 km a Paulínia (reciclagem de solventes) e 120 km a Tremembé (incineração). A malha rodoviária integrada (SP-150 Anchieta, SP-160 Imigrantes, BR-116 Dutra, SP-122 Rodoanel) permite roteirização eficiente e consolidação multi-cliente entre VW + Mercedes + Scania + fornecedores num raio de 5 km do distrito industrial de SBC, com economia consolidada de 30-40%. Este guia mapeia os seis setores dominantes, a dupla jurisdição CETESB, as restrições APRM Billings, custos 2026 e os cinco critérios para contratar gestão integrada. A Seven Resíduos opera diariamente neste cluster, atendendo montadoras, autopeças, química, pneus, farma e logística.

Por que gestão de resíduos no ABC Paulista exige abordagem específica

A gestão de resíduos industriais no ABC Paulista combina três vetores que nenhum outro polo brasileiro reúne simultaneamente. O primeiro é o polo automotivo verticalmente integrado: a Volkswagen Anchieta opera há mais de 65 anos em São Bernardo do Campo e é cercada por uma cadeia de fornecedores diretos (tier 1 e tier 2) em Diadema, Mauá e Santo André. Mercedes-Benz Caminhões e Ônibus, Scania e Toyota Autopeças mantêm operações em SBC; Pirelli e Bridgestone fabricam pneus em Santo André; Magneti Marelli, Kayaba (amortecedores em Diadema) e centenas de estamparias, fundições, galvanoplastias, pintura e injeção plástica completam o ecossistema. Mesmo após o fechamento da Ford SBC (2019) e da GM São Caetano (2023) para produção, a base de fornecedores continua ativa atendendo outras montadoras — gerando borras de tinta automotiva (F005), solventes de colagem (F004-F005), tintas com cromatos hexavalentes (F008), lamas galvânicas (D004 a D011), estopas contaminadas e óleos hidráulicos.

O segundo vetor é o polo químico vizinho à cadeia automotiva. Rhodia e Basf operam unidades químicas em SBC; Henkel (adesivos e selantes automotivos) está em Diadema; Solvay em Santo André; Roche (farmacêutica) em Santo André. Esses produtores são, simultaneamente, fornecedores de insumos das montadoras (tintas, adesivos, solventes, plastificantes) e geradores próprios de resíduos perigosos com listagens específicas — F001-F003 (solventes halogenados e não halogenados), K-codes farmacêuticos da Roche, princípios ativos vencidos, borras de reator e lodos de ETE química. O terceiro vetor é a APRM Reservatório Billings, regulada pela Lei Estadual 13.579/2009 e pelo Decreto 55.342/2010, que abrange parte de SBC, parte de Santo André, integralmente Ribeirão Pires e integralmente Rio Grande da Serra. Indústrias localizadas em zonas APRM precisam de Plano de Gestão de Risco Ambiental específico, autorização SMA adicional, restrições de armazenamento temporário e rotas de coleta que evitem áreas de manancial direto. Para que uma gestão de resíduos industriais em todo o estado de São Paulo funcione neste cluster, o operador precisa transitar entre códigos automotivos, químicos e farma, respeitar a dupla jurisdição CETESB e operar dentro das restrições da APRM Billings sem comprometer prazo de destinação.

Setores industriais e resíduos típicos do ABC

Cada setor do ABC Paulista tem geração característica, classificação ABNT NBR 10.004/2004 predominante e rota obrigatória. A tabela consolida os seis perfis que respondem por aproximadamente 90% do volume industrial regional.

Setor Empresas referência Resíduos típicos Classificação
Montadoras automotivas VW Anchieta (SBC), Mercedes-Benz, Scania, Toyota Autopeças Borras oleosas K048-K052, tintas automotivas com cromatos F008, solventes F004-F005 (colagem + pintura), lamas galvânicas D004-D011, embalagens de químicos Classe I
Autopeças / metalmecânica Centenas de fornecedores em Diadema, Santo André, SBC; Magneti Marelli, Kayaba Cavacos com óleo, estopas contaminadas, lamas de retificação, embalagens de lubrificantes, refugos metálicos Classe I + II-A
Pneus / borracha Pirelli (Santo André), Bridgestone Pneus inservíveis (logística reversa Reciclanip obrigatória), químicos de vulcanização, refugos de borracha, solventes Classe II-A + I
Química Rhodia (SBC), Basf (SBC), Henkel (Diadema), Solvay (Santo André) Solventes halogenados F001-F003, solventes orgânicos, reagentes, borras de reação, embalagens primárias contaminadas Classe I
Farmacêutica Roche (Santo André) + médio porte K-codes USEPA, princípios ativos vencidos, F001-F003, embalagens primárias, resíduos de laboratório Classe I
Logística e auxiliares Distribuição automotiva (Mauá + SBC), armazéns rodoviários OLUC, embalagens, eletrônicos REEE, resíduos administrativos Classe I + II-A

A combinação montadoras + autopeças + pneus + química + farma + logística num raio de 30 km é inédita no Brasil — Campinas tem petroquímico, Sorocaba tem metalmec pesado, mas nenhum outro cluster paulista reúne simultaneamente a profundidade automotiva da VW + Mercedes + Scania com a especialização química Rhodia/Basf/Henkel/Solvay e a logística reversa pneus Pirelli/Bridgestone. Em todos os setores, três fluxos de logística reversa obrigatória se sobrepõem: pneus (Lei 12.305/2010 + sistema Reciclanip — gratuito para geradores que contribuam com o sistema), óleos lubrificantes usados (Resolução Conama 362/2005) e baterias chumbo-ácido (Conama 401/2008, relevante para concessionárias e oficinas). Para o setor metalmec e autopeças (Diadema, Santo André, SBC), a rota está em empresa de coleta de resíduos metalúrgicos em SP; para o polo químico (Rhodia, Basf, Henkel, Solvay) e farma (Roche), o protocolo está em empresa de descarte de resíduos químicos industriais em SP.

Duas Agências CETESB (SBC + Santo André) e a camada APRM Billings

Diferentemente de outras regiões paulistas, o ABC é dividido entre duas agências ambientais da CETESB, e essa divisão é determinante para o licenciamento (LP/LI/LO ou AAF) e para a emissão de CADRI (Certificado de Movimentação de Resíduos de Interesse Ambiental). A Agência CETESB São Bernardo do Campo atende SBC, Diadema e São Caetano do Sul — concentrando montadoras VW/Mercedes/Scania/Toyota, polo de autopeças de Diadema e química SBC (Rhodia, Basf, Henkel). A Agência CETESB Santo André atende Santo André, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra — cobrindo Pirelli, Bridgestone, Solvay, Roche e os geradores localizados na faixa leste da APRM Billings. Para empresas com filiais em mais de uma cidade do ABC (caso comum em redes de autopeças e da própria VW, com plantas em SBC + Taubaté + outras), CADRI, AAF e renovações de licença operam em duas agências paralelas — exigindo um responsável técnico que conheça as duas estruturas e seus prazos.

A camada regulatória decisiva é a APRM Reservatório Billings, instituída pela Lei Estadual 13.579/2009 e detalhada pelo Decreto 55.342/2010. Empresas em zonas APRM precisam atender, além das normas CETESB e do Decreto 8.468/76, a quatro restrições operacionais que nenhum outro cluster paulista enfrenta: (a) Plano de Gestão de Risco Ambiental específico + autorização SMA adicional ao P2R2 estadual; (b) armazenamento temporário restrito, com bacias de contenção dimensionadas conforme categoria de risco e proibição de acúmulo prolongado de Classe I; (c) zoneamento ARA (Área de Recuperação Ambiental) proíbe novos geradores de Classe I em determinadas zonas; (d) rotas de coleta e destinação precisam respeitar trajetos que não cruzem áreas de manancial direto, com monitoramento de águas subterrâneas reforçado em postos de combustíveis, indústrias químicas e galvânicas. Em termos práticos, isso reduz drasticamente a margem para erros: descarte clandestino ou vazamento detectado em zona APRM tem consequências jurídicas mais severas — multas em escala maior, responsabilização criminal pela Lei 9.605/98 e ações civis públicas do MP-SP. A base legal do cluster combina ABNT NBR 10.004/2004, Lei Federal 12.305/2010 — Política Nacional de Resíduos Sólidos, Decreto Estadual SP 54.645/2009, Lei APRM 13.579/2009 e o sistema Reciclanip para pneus. O portal oficial da CETESB detalha jurisdições, formulários e prazos de protocolo. Essa cadeia documental é objeto de consultoria em gestão de resíduos industriais em SP pré-estruturada para o recorte automotivo-químico-APRM do ABC.

Custos, logística e proximidade extrema com destinadores RMSP

O ABC Paulista tem a maior vantagem logística do Brasil para gestão de resíduos: proximidade extrema dos principais destinadores licenciados da Região Metropolitana de São Paulo. Enquanto uma indústria no interior paga frete de 200 a 400 km até um aterro Classe I, uma fábrica em SBC, Diadema ou Santo André tem destinadores a 15 a 30 km, com malha rodoviária integrada que conecta os três municípios principais a qualquer hub de destinação em menos de duas horas.

Tipo de destinação Faixa de custo 2026 Observação logística
Aterro Classe I (RMSP / Tremembé) R$ 1.500 – 2.800 / tonelada 15-30 km RMSP ou 120 km Tremembé via Anchieta + Ayrton Senna
Coprocessamento (cimenteiras Cubatão/Paulínia) R$ 600 – 1.100 / tonelada Cubatão 50 km via Anchieta/Imigrantes; Paulínia 110 km via Bandeirantes
Incineração Classe I (halogenados, princípios ativos) R$ 4.500 – 9.000 / tonelada Eixo Tremembé 120 km; mandatória para F001-F003 Roche/Rhodia
Aterro Classe II-A R$ 280 – 550 / tonelada Destinadores RMSP (eixo Mauá-Suzano e zona leste SP)
Reciclagem de solventes (Paulínia) R$ 800 – 1.600 / tonelada Retorno parcial de solvente regenerado
Pneus inservíveis (Reciclanip) Sem custo adicional Logística reversa obrigatória, pontos coletores na RMSP

A proximidade reduz o custo de transporte para 8-15% do total (vs. 25-40% no interior paulista), o que torna economicamente viável escolher destinações de maior valor agregado ambiental (coprocessamento e reciclagem em vez de aterro) — atendendo às metas corporativas de reciclagem ≥ 70% das matrizes globais de VW, Mercedes, Scania, Toyota, Pirelli, Basf e Roche, todas com auditorias matriciais ISO 14001 + ISO 45001. A vantagem decisiva é a malha rodoviária integrada: SP-150 Anchieta e SP-160 Imigrantes ligam o ABC a Santos/Cubatão (cruciais para refinaria, terminais portuários e exportação de sucata); BR-116 Régis Bittencourt/Dutra liga ao Vale do Paraíba e Rio; SP-122 Rodoanel trecho sul dá acesso direto a Tremembé e Paulínia evitando o centro da RMSP. Um operador que opere o cluster consolida rota VW + Mercedes + Scania + fornecedores tier 1 num raio de 5 km do distrito industrial de SBC — caminhão coleta borras de tinta VW pela manhã, cromatos F008 Mercedes ao meio-dia e solventes F003 Henkel à tarde, com economia consolidada de 30-40% frente a operação isolada por planta. Mesmo dentro da APRM Billings, a proximidade com destinadores RMSP permite rotas curtas que reduzem risco ambiental — vantagem que compensa as restrições regulatórias adicionais. Esse desenho só se realiza com serviço de coleta de resíduos industriais em SP em grade fixa e serviço de destinação de resíduos industriais em SP pré-contratado nos hubs RMSP, Cubatão, Paulínia e Tremembé.

Como contratar gestão integrada no ABC

Indústrias do ABC Paulista precisam de operador capaz de transitar entre borras automotivas, lamas galvânicas, solventes químicos, pneus Reciclanip e K-codes farma sem trocar de fornecedor — e capaz de operar simultaneamente nas duas agências CETESB e dentro da APRM Billings sem comprometer prazo. Abaixo, os cinco critérios que diferenciam um prestador apto a entregar gestão integrada na região.

  1. CADRI nas duas Agências CETESB com códigos automotivos completos — a operação exige K048-K052 (borras oleosas montadoras), F008 (cromatos hexavalentes de tintas automotivas), F004-F005 (solventes de colagem e pintura), D004-D011 (lamas galvânicas autopeças) e F001-F003 (halogenados químicos Rhodia/Basf/Henkel/Solvay e farma Roche). O operador precisa apresentar histórico comprovado de CADRI emitidos tanto pela Agência SBC (atendendo VW, Mercedes, Scania, Toyota, química SBC) quanto pela Agência Santo André (atendendo Pirelli, Bridgestone, Solvay, Roche, geradores APRM). Peça números de CADRI dos últimos 12 meses como prova.
  2. Autorização APRM Billings + Plano de Gestão de Risco Ambiental — para geradores em Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra, partes de SBC e Santo André, é exigida autorização SMA adicional, Plano de Emergência específico para o reservatório (acima do P2R2 estadual), bacias de contenção dimensionadas e rotas de coleta pré-aprovadas que evitem áreas de manancial direto. Operador sem capacidade APRM é inviabilizado em quatro municípios do cluster.
  3. Integração Reciclanip para pneus — Pirelli, Bridgestone e fornecedores automotivos com pneus inservíveis precisam operar pelo sistema Reciclanip (não entra em CADRI tradicional, é logística reversa obrigatória pela Lei 12.305/2010). Operador que não opera Reciclanip força o gerador a manter contrato paralelo, gerando MTRs desalinhados e custo administrativo adicional.
  4. Capacidade de consolidação multi-cliente no distrito industrial SBC — o cluster VW + Mercedes + Scania + fornecedores tier 1/tier 2 num raio de 5 km permite consolidação que reduz frete em 30-40%. Operador que não cobre simultaneamente os principais geradores não dilui custo; quem opera grade fixa no distrito industrial transforma o caminhão em ativo de receita compartilhada e devolve a economia ao gerador. A combinação automotivo + químico + pneus + farma é o filtro que separa especialistas em gestão ambiental industrial de prestadores genéricos.
  5. Frota licenciada ANTT RNTRC-MOPP, NBR 14619 e proteção APRM — solventes halogenados Rhodia/Roche (classe 6.1 + 3 ONU), tintas com cromatos F008 montadoras e lamas galvânicas Diadema nunca viajam sem segregação rígida; rotas em APRM Billings exigem veículos com contenção extra (tambor secundário, barreira de contenção e kit de mitigação), motorista MOPP vigente e certificação INMETRO atualizada. Rastreabilidade SIGOR-MTR integrada com ERP do gerador (especialmente para auditorias matriciais VW/Mercedes/Scania/Pirelli/Basf) é não negociável — relatórios mensais de massa por classe e código, certificados de destinação final (CDF) e MTRs assinados em todas as etapas precisam fechar com Sigor-CETESB e SisOL para óleos. Inconsistência em qualquer ponto invalida a operação e gera passivo solidário ao gerador (Art. 27 da Lei 12.305/2010).

Perguntas frequentes sobre gestão de resíduos industriais no ABC Paulista

Empresa instalada em São Bernardo precisa de licença CETESB diferente de empresa em Santo André?

A licença CETESB segue padrão estadual único (LP, LI, LO ou AAF, conforme porte e potencial poluidor), mas a agência regional emissora muda: SBC, Diadema e São Caetano são atendidas pela Agência São Bernardo; Santo André, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra pela Agência Santo André. Empresas com filiais em ambas as áreas precisam protocolar e renovar em duas agências paralelas, com responsável técnico que conheça as duas estruturas e prazos.

Minha indústria está dentro da APRM Billings — o que muda na gestão de resíduos?

Você precisa atender, além da regulação CETESB, a Lei Estadual 13.579/2009 e o Decreto 55.342/2010, com Plano de Gestão de Risco Ambiental específico, autorização SMA adicional, restrições de armazenamento temporário, monitoramento de águas subterrâneas reforçado e proibição/condicionamento de áreas de transbordo. Em zonas ARA, novos geradores Classe I são proibidos. Na prática, destinação mais rápida (sem acúmulo prolongado) e contratação de transportadores com rotas pré-aprovadas que evitem áreas de manancial direto.

Quais resíduos do polo automotivo do ABC têm logística reversa obrigatória?

Pneus inservíveis (Lei 12.305/2010 + sistema Reciclanip — Pirelli, Bridgestone e montadoras precisam reportar; é gratuito para geradores que contribuam com o sistema), óleos lubrificantes usados / OLUC (Resolução Conama 362/2005) e baterias chumbo-ácido (Resolução Conama 401/2008, relevante para concessionárias e oficinas vinculadas às montadoras VW/Mercedes/Scania). Embalagens de tinta e solventes têm acordos setoriais específicos que se aplicam parcialmente.

Quanto custa a gestão de resíduos industriais no ABC?

Para uma autopeça típica de Diadema (50 t/mês, sendo 70% Classe II-A e 30% Classe I), o custo médio fica entre R$ 28.000 e R$ 55.000/mês, considerando coleta, transporte e destinação. Coprocessamento Classe I varia R$ 600-1.100/t, aterro Classe I R$ 1.500-2.800/t, incineração R$ 4.500-9.000/t, aterro Classe II-A R$ 280-550/t. A proximidade dos destinadores RMSP (15-30 km) reduz frete a 8-15% do total — vantagem real do ABC frente ao interior paulista.

CADRI emitido pela Agência São Bernardo vale para destinar resíduo a um aterro em Caieiras ou Tremembé?

Sim. O CADRI é documento estadual emitido pela CETESB (independente da agência regional) que autoriza movimentação de resíduo específico, com origem e destino definidos, e vale em todo o estado de São Paulo. O que precisa estar correto é a vigência simultânea: licença do gerador + CADRI + licença do destinador. Inconsistência em qualquer ponto invalida a operação e gera passivo solidário ao gerador pela responsabilidade prevista no Art. 27 da Lei 12.305/2010.

Conclusão

Indústrias do ABC Paulista ganham escala ao consolidar gestão de resíduos industriais no ABC Paulista em um único parceiro com CADRI completo nas duas Agências CETESB (SBC + Santo André), códigos automotivos K048-K052 + F004-F008, lamas galvânicas D004-D011, química F001-F003 e K-codes farma, autorização APRM Billings com Plano de Gestão de Risco Ambiental, integração Reciclanip para pneus, frota MOPP NBR 14619 com proteção APRM e plataforma SIGOR integrada com rastreabilidade compatível com auditorias matriciais VW/Mercedes/Scania/Pirelli/Basf/Roche. Solicite um orçamento para sua operação em São Bernardo do Campo, Santo André, São Caetano do Sul, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires ou Rio Grande da Serra — a Seven Resíduos mapeia resíduos por CNPJ-filial, protocola CADRI nas duas Agências CETESB com códigos multi-setoriais (incluindo autorização APRM Billings quando aplicável), integra MTR no SIGOR em até cinco dias úteis e opera coletas consolidadas pelos eixos SP-150 Anchieta, SP-160 Imigrantes, BR-116 Dutra e SP-122 Rodoanel, conectando o cluster automotivo-químico ao hub de destinadores RMSP, Cubatão, Paulínia e Tremembé.

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