Coleta Resíduos Industriais Atibaia Bragança SP: Guia

Vista aérea de caminhão semi-reboque em rodovia cercada por floresta — coleta de resíduos industriais no eixo Fernão Dias BR-381 entre Atibaia e Bragança Paulista

Uma rota programada de terça-feira no eixo Fernão Dias pode, em um único turno, atender a unidade farmacêutica da Aché em Bragança Paulista retirando embalagens primárias contaminadas e princípios ativos F001-F003 com K-codes rastreáveis por lote, cruzar 8 km até o hub aeronáutico da Embraer para rollon de cavacos de titânio (receita reversa de reciclagem) e cavacos de alumínio com óleo de corte, passar na química aromática da Givaudan para furgão segregado com hexano e acetato classe 3 inflamável, e fechar na Louis Dreyfus com embalagens de defensivos InpEV e lodos de ETE — tudo em raio de 15 km e saída direta pela BR-381 rumo a Paulínia. É esse quarteto industrial atípico, somado à coleta de resíduos industriais em Atibaia e Bragança dentro da APA Bragantina, que torna o eixo Fernão Dias um dos casos operacionais mais complexos do interior paulista.

A microrregião concentra, em raio reduzido, farmacêutica de alta complexidade documental (Aché, com MTR por LOTE e K-codes), aeronáutica com resíduos metálicos de alto valor (Embraer, cavacos titânio), química aromática inflamável (Givaudan), commodities agrícolas com logística reversa de embalagens (Louis Dreyfus), tech parks de Atibaia com REEE sob Lei 12.305/2010, e metalmecânica diversa espalhada por municípios da APA Bragantina (Pinhalzinho, Pedra Bela, Piracaia, parte de Bragança) — área protegida que impõe coleta diurna 6h-18h, veículos com tambor secundário e rotas pré-aprovadas pela CETESB. Este guia destrincha a operação de campo, os documentos que evitam autuação e a consolidação de rota que captura 25-35% de economia, complementando o recorte executivo da gestão integrada de resíduos em Atibaia e Bragança com a camada de caminhão entrando e saindo de planta.

Por que coleta em Atibaia e Bragança exige abordagem específica

Atibaia e Bragança Paulista não formam um polo industrial homogêneo: é um mosaico farmacêutico-aeronáutico-químico-agrícola-tech incrustado em área de proteção ambiental. Tratar qualquer gerador local com contrato genérico de coleta paulista é a principal causa de autuação em blitz da Polícia Rodoviária na BR-381 e de rejeição documental pela Agência CETESB Bragança.

Fator 1 — APA Bragantina impõe coleta diurna e veículo com contenção secundária. Os municípios de Pinhalzinho, Pedra Bela, Piracaia e parte significativa de Bragança Paulista integram a APA Bragantina. Nessa área, a coleta de resíduos industriais perigosos é restrita à janela 6h-18h (vedação noturna por ruído e risco de fauna), os veículos precisam operar com tambor secundário capaz de conter 100% do volume transportado e barreira química tipo spill kit a bordo, e as rotas precisam estar pré-aprovadas pela CETESB de forma a não cruzar áreas de manancial do Piraí. Isso não é recomendação de boas práticas — é exigência administrativa que entra no CADRI específico APA (adicional ao CADRI base) e cuja ausência é causa de apreensão de carga em barreira sanitária. Transportador que opera o restante do estado com caminhão comum não embarca legalmente em gerador da APA.

Fator 2 — Aché exige MTR por LOTE com K-codes rastreáveis. A planta farmacêutica da Aché em Bragança opera com princípios ativos, embalagens primárias contaminadas e halogenados F001-F003 sob regime de rastreabilidade farmacêutica por lote. Cada lote recebe um K-code próprio, e o manifesto eletrônico no SIGOR-CETESB é emitido por lote, não por ponto de coleta. O impacto operacional é direto: um único caminhão saindo da Aché em rota programada semanal pode carregar dezenas de MTRs vinculados, um por K-code, todos amarrados ao mesmo transportador e destinador. Transportador sem integração API com o ERP do gerador e sem equipe administrativa treinada em K-code farma não consegue fechar ciclo documental e devolve o resíduo na portaria — perda de janela e estoque irregular de perigoso no gerador.

Fator 3 — Corredor Fernão Dias BR-381 viabiliza consolidação multi-cliente. A BR-381 no trecho Bragança tem 5 faixas bidirecionais e suporta rollon de 24 toneladas com folga operacional. A geometria dos geradores favorece: Aché, Embraer, Givaudan e Louis Dreyfus ficam num raio de 15 km entre si, permitindo rota única terça-quarta-quinta com os quatro clientes no mesmo veículo (respeitada a segregação NBR 14619). Com saída única pela BR-381 rumo a Paulínia (100 km, coprocessamento) ou alternativa sul-MG rumo a Varginha (80 km), o custo por viagem cai de R$ 600-900 avulso por empresa para R$ 40-60 equivalente por empresa em rota consolidada — economia direta de 25% a 35% que sustenta o desenho do serviço de coleta de resíduos industriais em SP aplicado ao eixo Fernão Dias.

Principais setores e frequência de coleta programada

A tabela consolida os seis perfis de gerador predominantes em Atibaia, Bragança e municípios da APA Bragantina, com veículo recomendado e cadência de coleta programada. Os valores pressupõem operação em regime normal; paradas de manutenção, lançamentos farma e picos sazonais agro podem exigir ajuste contratual.

Setor Resíduo típico Veículo Frequência
Farmacêutica Aché Bragança Princípios ativos, K-codes lote-rastreáveis, halogenados F001-F003, embalagens primárias contaminadas, lodos de ETE Furgão segregado NBR 14619 + MTR por LOTE no SIGOR Semanal
Aeronáutica Embraer Bragança Cavacos de titânio (receita reversa reciclagem), cavacos de alumínio, solventes F005, tintas com cromatos F008 Rollon-rolloff + furgão segregado Quinzenal cavacos / mensal solventes
Química aromática Givaudan Solventes de extração hexano e acetato de etila classe 3, óleos essenciais, borras de reação, embalagens contaminadas Furgão segregado NBR 14619 (classe 3 inflamável) Semanal
Commodities Louis Dreyfus Torta de sementes, embalagens de defensivos InpEV (Lei 9.974/2000), OLUC, lodos de ETE Truck + bombona de trasfega Quinzenal
Tech parks Atibaia + logística REEE (Lei 12.305/2010 logística reversa), OLUC de geradores, lodos, eletrônicos Truck compartimentado + containers Mensal
Metalmec diversa (zona APA) Cavacos com óleo de corte, estopas, OLUC, solventes Furgão segregado com proteção APA (tambor secundário + barreira contenção) Quinzenal diurna 6h-18h

A Aché é o único gerador local com documento por lote e não por ponto — exige backoffice dedicado a emissão de K-codes no SIGOR. A Embraer é o caso raro em que o resíduo gera receita reversa: os cavacos de titânio têm valor de mercado metalúrgico entre R$ 35 e R$ 80 por quilo conforme pureza de liga, e contrato bem estruturado contrapõe essa receita ao custo de coleta dos cavacos de alumínio com óleo. A Givaudan, por sua vez, impõe compartimento estanque para hexano e acetato, que não viajam com halogenados Aché nem com cromatos Embraer.

Para a Embraer e as metalmecânicas da zona APA, a lógica se aproxima da coleta de resíduos metalúrgicos padrão paulista, com a camada extra da contenção secundária obrigatória na área protegida. Para Aché e Givaudan, vale a rotina estrita de descarte de resíduos químicos industriais com ficha de caracterização assinada por responsável técnico e NBR 14619 aplicada ao pé da letra. Para Louis Dreyfus e tech parks, embalagens contaminadas de defensivos e primárias permanecem Classe I mesmo após tríplice lavagem e entram no canal InpEV.

Documentação obrigatória e normas técnicas específicas

Nenhum quilo de resíduo Classe I ou IIA destinado a tratamento, coprocessamento ou aterro sai de Atibaia, Bragança Paulista, Piracaia ou Pinhalzinho sem o tripé CADRI + MTR + CDF — e no eixo Fernão Dias entram camadas adicionais de CADRI APA e MTR por lote que poucos operadores dominam.

CADRI por CNPJ-filial e CADRI específico APA Bragantina. O Certificado de Movimentação de Resíduos de Interesse Ambiental é emitido pela CETESB por par gerador-destinador-tipo e por CNPJ específico. A Aché mantém múltiplas unidades em Bragança com CNPJs distintos; a Embraer tem CADRI aeronáutico separado por conta dos resíduos F005 e F008 da pintura e cromatos. Para geradores localizados em Pinhalzinho, Pedra Bela, Piracaia e parte de Bragança (perímetro APA Bragantina), há um CADRI específico adicional ao CADRI base, condicionado a veículo com tambor secundário, barreira de contenção e rotas pré-aprovadas que contornam manancial do Piraí.

MTR via SIGOR-CETESB — por LOTE no caso Aché. Manifesto eletrônico emitido antes de o veículo sair do gerador. Em rota consolidada multi-ponto, um MTR por ponto de coleta; no caso Aché, um MTR por lote (K-code), o que multiplica em dezenas o volume documental de uma única visita semanal. O CDF fecha o ciclo em até 72 horas após o recebimento no destinador.

RNTRC-MOPP e NBR 14619. Transportador com Registro Nacional de Transportador Rodoviário de Cargas vigente e motoristas com curso MOPP atualizado anualmente. Obrigatório para os solventes Givaudan (classe 3 inflamável hexano/acetato) e halogenados Aché. A ABNT NBR 14619 proíbe transporte conjunto de resíduos quimicamente incompatíveis: classe 3 inflamável (Givaudan) não viaja com classe 5 oxidante, classe 8 corrosivo ou demais classe 9.

Proteção APA obrigatória. Veículos que atuam em Pinhalzinho, Pedra Bela, Piracaia ou parte de Bragança precisam dispor de tambor secundário de contenção a 100% do volume transportado, barreira química tipo spill kit a bordo e rotas pré-aprovadas pela CETESB que não cruzem manancial do Piraí. Coleta permitida apenas 6h-18h (diurna) — janela que reduz impacto acústico sobre fauna e permite fiscalização ativa.

Demais normas-chave. ABNT NBR 13221 (transporte rodoviário de resíduos), NBR 7500/7501/7503/9735 (sinalização painéis+rótulos+kit de emergência), Resolução ANTT 5947/2021 (transporte de produtos perigosos, substitui a 420/2004), Decreto 10.240/2020 (logística reversa REEE para tech parks Atibaia), Lei 9.974/2000 (embalagens de defensivos Louis Dreyfus via canal InpEV) e Lei 12.305/2010 PNRS, que estabelece responsabilidade compartilhada gerador-transportador-destinador — o gerador não se livra do resíduo ao entregar ao caminhão; responde solidariamente até o CDF.

A consequência prática é que todo gerador do eixo Fernão Dias precisa amarrar transportador licenciado a uma cadeia completa de destinação final de resíduos industriais (coprocessamento Paulínia, aterro Classe I Tremembé, incineração RMSP, alternativa Varginha-MG), com rastreamento ponta a ponta no SIGOR e amarração por K-code no caso farma.

Consolidação Fernão Dias BR-381: Aché + Embraer + Givaudan + Louis Dreyfus

Aqui mora o diferencial operacional do eixo Fernão Dias que nenhum concorrente do SERP local explora estruturalmente. Os quatro geradores-âncora (Aché, Embraer, Givaudan, Louis Dreyfus) ficam num raio de 15 km em Bragança e proximidades, e a BR-381 oferece saída direta para o polo destinador de Paulínia (100 km) ou para Varginha-MG (80 km) como alternativa sul-mineira.

A matemática da consolidação multi-cliente. Coleta avulsa ponto-a-ponto em cada um dos quatro geradores precifica deslocamento cheio, com taxa de ocupação do veículo na faixa de 35-45%, resultando em R$ 600 a R$ 900 por viagem por empresa. Rota única terça-quarta-quinta passando por Aché (segunda-feira farma, furgão segregado NBR 14619) → Embraer (cavacos de titânio em rollon + F005/F008 em furgão) → Givaudan (hexano/acetato classe 3 em compartimento estanque) → Louis Dreyfus (embalagens InpEV + torta em truck) eleva a ocupação para 80-90% e dilui o custo fixo. O equivalente por gerador desce para R$ 40 a R$ 60 por viagem — economia de 25% a 35% sobre o avulso.

Pré-requisitos operacionais para consolidar:

  1. Contratos multi-cliente com cláusula de consolidação, autorizando o transportador a embarcar resíduos compatíveis de geradores diferentes no mesmo veículo (respeitada a NBR 14619 — halogenados Aché em compartimento separado de inflamáveis Givaudan e de cromatos Embraer).
  2. Plataforma SIGOR-MTR unificada com emissão por LOTE K-code para Aché, além do MTR padrão por ponto para os demais três geradores, todos vinculados ao mesmo transportador e destinador.
  3. Frota dedicada com CADRI APA Bragantina (tambor secundário + barreira contenção + rotas pré-aprovadas) — requisito que filtra fornecedores que operam apenas o restante do estado.
  4. Agendamento sincronizado entre os quatro clientes 48-72 horas antes da rota, para garantir compatibilidade química, capacidade volumétrica do veículo e janela diurna 6h-18h nos trechos de APA.

Rota alternativa usa a BR-381 sentido sul-MG até Varginha (80 km), com destinador licenciado para coprocessamento e aterro Classe I — útil quando Paulínia opera em janela reduzida por manutenção de forno ou sobrecarga. Esse desenho replica em escala regional o macro descrito no conteúdo de gestão integrada de resíduos em Atibaia e Bragança, aqui traduzido para engenharia de campo de caminhão entrando e saindo de planta no mesmo ciclo semanal.

5 critérios para contratar coleta em Atibaia e Bragança

Escolher transportador para o eixo Fernão Dias não é decisão de compra — é decisão técnica. Cotação só por preço em resíduo Classe I farma, aeronáutico ou químico termina em autuação, interdição de carga na BR-381, rejeição documental no SIGOR ou recall farmacêutico por K-code mal rastreado. Os cinco critérios abaixo são inegociáveis:

  1. Frota licenciada ANTT (RNTRC-MOPP vigente), veículos NBR 14619 compartimentados e proteção APA Bragantina. Peça cópia dos certificados, validade e relação nominal dos motoristas. Para geradores em Pinhalzinho, Pedra Bela, Piracaia e parte de Bragança, o veículo precisa ter tambor secundário capaz de conter 100% do volume transportado, barreira química tipo spill kit a bordo e rotas pré-aprovadas pela CETESB — não serve caminhão comum. Operar APA sem esse conjunto é autuação imediata em barreira.
  1. SIGOR-MTR com emissão por LOTE para Aché K-codes. Esse é o requisito mais específico do eixo Fernão Dias e o que mais filtra fornecedores. Transportador que só opera MTR por ponto de coleta não atende a Aché e entrega resíduo sem rastreabilidade de lote — risco documental direto em auditoria ANVISA e CETESB. Exija demonstração de emissão de MTR por lote com integração API ao ERP farma.
  1. Capacidade de consolidação multi-cliente Fernão Dias (Aché + Embraer + Givaudan + Louis Dreyfus em rota única). Transportador que opera ponto-a-ponto isolado inviabiliza o ganho de escala do eixo e empurra preço cheio de R$ 600-900 por empresa por viagem. A cláusula de consolidação no contrato é o que garante a captura efetiva da economia de 25-35%, com compatibilidade química NBR 14619 respeitada entre halogenados, inflamáveis, cromatos e agro.
  1. Cobertura real nos 9 municípios da Agência CETESB Bragança + opção Varginha-MG via BR-381. Atibaia, Bragança Paulista, Piracaia, Pinhalzinho, Pedra Bela, Joanópolis, Nazaré Paulista, Bom Jesus dos Perdões e Vargem precisam estar no escopo contratual, com cadastro ativo na Agência CETESB Bragança e na Agência CETESB Campinas (para destinadores Paulínia). Rota alternativa Varginha-MG exige cadastro no órgão ambiental mineiro (FEAM) para o trecho destinador.
  1. Experiência comprovada em farma K-codes + aeronáutico cavacos titânio + APA Bragantina. Pedir referências nominais é mandatório: poucos operadores do estado conseguem combinar MTR por lote farma, gestão de receita reversa de cavacos de titânio (com ficha de liga e nota fiscal de venda para reciclagem metalúrgica) e autorização APA com rotas aprovadas. Gestores experientes solicitam orçamento para coleta programada Seven antes de assinar contrato, com diagnóstico operacional sem custo e proposta em até 5 dias úteis.

Perguntas frequentes sobre coleta de resíduos industriais em Atibaia e Bragança

Coleta em APA Bragantina tem restrição de horário em Bragança e Piracaia?

Sim. Em Pinhalzinho, Pedra Bela, Piracaia e parte de Bragança Paulista, a coleta de resíduos industriais perigosos é permitida apenas no período diurno 6h-18h, com base em orientações CETESB para APA Bragantina. Além da janela, exige-se veículo com tambor secundário de contenção 100%, barreira química tipo spill kit a bordo e rotas pré-aprovadas pela CETESB que não cruzem manancial do Piraí. Coleta noturna ou em veículo comum gera autuação imediata em barreira.

Por que a Aché exige MTR por lote e não por ponto de coleta?

Porque a rastreabilidade farmacêutica obriga identificação por lote até o destinador final. Cada lote de princípio ativo, halogenado F001-F003 ou embalagem primária contaminada na Aché Bragança recebe um K-code próprio e gera um MTR individual no SIGOR-CETESB, vinculado ao mesmo transportador e destinador. Uma única visita semanal pode emitir dezenas de MTRs. Transportador sem integração API ao ERP farma e backoffice treinado em K-code não fecha ciclo documental e devolve o resíduo na portaria.

Cavacos de titânio da Embraer geram receita para o gerador?

Sim. Os cavacos de titânio provenientes da usinagem aeronáutica Embraer Bragança têm valor de mercado metalúrgico entre R$ 35 e R$ 80 por quilo, conforme pureza da liga e limpeza do cavaco. Em contrato bem estruturado, essa receita reversa de reciclagem contrapõe o custo da coleta dos cavacos de alumínio com óleo de corte e dos solventes F005, reduzindo o custo líquido total. Exige ficha de liga, nota fiscal de venda ao reciclador metalúrgico e MTR fechando o ciclo.

Quanto custa coletar resíduo industrial em Atibaia e Bragança Paulista?

Preço médio varia por classe e volume: Classe I (farma Aché, químicos Givaudan, solventes Embraer, cromatos) fica em torno de R$ 420 a R$ 720 por m³; Classe IIA (cavacos não oleosos, lodos, torta de sementes) entre R$ 100 e R$ 190 por m³. Esses valores caem 25% a 35% em rota consolidada Fernão Dias com Aché + Embraer + Givaudan + Louis Dreyfus no mesmo ciclo semanal — a viagem avulsa de R$ 600-900 por empresa equivale a R$ 40-60 equivalente em consolidação multi-cliente.

Posso misturar resíduos de Aché, Embraer e Givaudan no mesmo caminhão?

Parcialmente. A ABNT NBR 14619 obriga segregação por classe: halogenados Aché F001-F003, solventes Givaudan hexano/acetato classe 3 inflamável, cromatos Embraer F008 classe 9 e F005 precisam viajar em compartimentos estanques separados dentro do mesmo furgão, ou em veículos diferentes. Classe 3 inflamável não embarca com classe 5 oxidante nem com classe 8 corrosivo. Consolidação é permitida desde que compartimentos respeitem incompatibilidade química e ficha de caracterização do gerador acompanhe cada corrente.

Conclusão

Atibaia e Bragança Paulista compõem eixo Fernão Dias com perfil industrial atípico: Aché farma (semanal, furgão NBR 14619, MTR por LOTE K-code), Embraer aeronáutica (quinzenal cavacos titânio com receita reversa + solventes F005 mensal), Givaudan química aromática (semanal, hexano/acetato classe 3 em compartimento estanque), Louis Dreyfus commodities (quinzenal, truck + bombona), tech parks Atibaia (mensal REEE Lei 12.305/2010) e metalmec diversa na APA Bragantina (quinzenal 6h-18h com proteção) — combinação que exige transportador com frota segregada NBR 14619, SIGOR-MTR por LOTE para K-codes, CADRI específico APA Bragantina (tambor secundário + barreira contenção + rotas pré-aprovadas), cobertura dos 9 municípios da Agência CETESB Bragança e alternativa Varginha-MG via BR-381, além de capacidade de consolidar Aché + Embraer + Givaudan + Louis Dreyfus no mesmo ciclo terça-quarta-quinta para capturar 25-35% de economia. A rastreabilidade por lote Aché e a proteção APA são as duas variáveis que qualquer contrato precisa contemplar sob pena de autuação ou recall. Solicite um orçamento para coleta programada de resíduos industriais em Atibaia, Bragança Paulista, Piracaia, Pinhalzinho e região APA Bragantina — mapeamos pontos de coleta, configuramos rota consolidada Fernão Dias e integramos SIGOR-MTR com emissão por lote em até 5 dias úteis.

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