Empresa de Coleta de Resíduos Metalúrgicos SP

A coleta de resíduos metalúrgicos em SP exige empresa com licença CETESB que compreenda a diversidade de resíduos do setor: desde cavaco metálico limpo (reciclável com receita) até lama galvânica Classe I (coleta obrigatória com MTR e destinação com CDF). O setor metalúrgico — usinagem, galvanoplastia, fundição, estamparia, trefilação — gera resíduos com classificações distintas pela NBR 10004, e o gerador que não segrega corretamente paga pelo descarte de material que poderia virar receita — ou, pior, responde por irregularidade na destinação de Classe I com multas de até R$ 50 milhões pela Lei 9.605/1998.

Neste guia, você vai entender quais resíduos metalúrgicos são Classe I, a diferença entre reciclagem com receita e destinação Classe I com custo, as obrigações legais do gerador metalúrgico e o que verificar antes de contratar a empresa de coleta.

Resíduos metalúrgicos comuns e sua classificação NBR 10004

O setor metalúrgico gera uma diversidade de resíduos com classificações distintas — e a mesma peça metálica pode gerar resíduos de classes diferentes dependendo do processo:

  • Lama galvânica (Classe I — perigoso): gerada no processo de galvanoplastia (niquelagem, cromagem, zincagem, cobreação). Contém concentrações de Pb, Cr(VI), Ni, Cd, Zn acima dos limites do Apêndice B da NBR 10004 no ensaio de lixiviação. É o resíduo de maior risco ambiental da metalúrgica — exige coleta com MTR, destinação em aterro Classe I ou co-processamento, e CDF
  • Banhos galvânicos exaustos (Classe I): ácidos e bases de banhos de decapagem, ativação e galvanização esgotados (ácido sulfúrico, ácido clorídrico, hidróxido de sódio com metais). pH extremo + metais pesados dissolvidos = dupla periculosidade (corrosividade + toxicidade). Exige embalagem resistente a químicos e destinação por neutralização ou tratamento físico-químico
  • Fluido de corte / óleo de usinagem exausto (Classe I): o fluido de corte emulsionado contaminado com cavacos finos, metais pesados e produtos de degradação microbiana é Classe I por toxicidade (metais) e/ou patogenicidade (bactérias). O OLUC puro gerado na usinagem segue CONAMA 362/2005 com rerrefino como destinação prioritária. Para entender a classificação, veja NBR 10004: classificação de resíduos industriais
  • Cavaco metálico limpo (Classe II-B — inerte): cavaco de aço, alumínio, cobre ou latão sem contaminação com fluidos ou tintas — classificado como Classe II-B. Pode ser vendido para reciclagem com receita. Porém, se o cavaco estiver contaminado com fluido de corte, tinta ou revestimento químico, muda para Classe I e exige coleta e destinação específica com custo
  • Pó de esmerilhamento / rebarbas finas (Classe I ou II-A): pós de lixamento e esmerilhamento de peças com pintura ou revestimento podem ser Classe I se contiverem pigmentos com Pb ou Cr. Pós de aço carbono sem tratamento superficial são geralmente Classe II-A (não-inertes)
  • Areia de fundição (Classe II-A ou II-B): areia de fundição usada sem contaminantes orgânicos pode ser Classe II-B com potencial de co-processamento ou uso como sub-base. Areia com resíduos de ligantes orgânicos ou metais é Classe II-A. Exige laudo de caracterização (LCR) para confirmar a classe
  • Escória metálica (Classe II-A ou Classe I): escória de fundição de alumínio pode conter nitrato de amônio (explosivo) — potencialmente Classe I por reatividade. Escória de aço sem tratamento é Classe II-A. A destinação como insumo siderúrgico depende de certificação do receptor

A classificação exata de cada resíduo deve ser determinada por Laudo de Caracterização de Resíduos (LCR) com ensaios NBR 10005 (lixiviação) e NBR 10006 (solubilização). Para entender como armazenar corretamente os Classe I do seu processo, veja resíduos Classe I: identificação e armazenamento.

Coleta por processo: usinagem, galvanoplastia, fundição e estamparia

Cada processo metalúrgico gera um perfil de resíduos distinto — e exige a empresa coletora com escopo adequado:

  • Usinagem (torneamento, fresamento, furação, retífica): cavaco metálico (Classe II-B se limpo, Classe I se contaminado), fluido de corte emulsionado exausto (Classe I), óleo de corte puro exausto (CONAMA 362, rerrefino prioritário), filtros de fluido saturados (Classe I). Segregação obrigatória: cavaco limpo separado de cavaco contaminado — impacta fortemente o custo total da gestão
  • Galvanoplastia (niquelagem, cromagem, zincagem, cobreação, anodização): lama galvânica (Classe I — resíduo de maior risco), banhos exaustos ácidos e alcalinos (Classe I), waters de lavagem com metais acima dos limites (Classe I). Exige empresa coletora com LO específica para Classe I com metais pesados e contratos com destinadores licenciados para lama galvânica. Veja como funciona a destinação de Classe I para galvanoplastia
  • Fundição (alumínio, ferro, aço): areia de fundição (Classe II-B ou II-A dependendo do LCR), escória metálica (Classe II-A ou I), fuligem de fornos (potencialmente Classe I por metais pesados), gases e poeiras de fornos controlados por filtros de manga (Classe I se contiverem metais). Areia limpa pode ter valor de mercado (sub-base, co-processamento)
  • Estamparia e corte (prensas, guilhotinas, dobradeiras): aparas metálicas (Classe II-B se limpas — reciclagem com receita), óleos de estampagem exaustos (Classe I), embalagens de lubrificantes contaminadas (Classe I). Estamparia é frequentemente o processo com maior volume de resíduo reciclável da metalúrgica
  • Tratamento de superfícies (fosfatização, cromatização, jateamento): lama de fosfato (Classe I por metais), pó de jateamento contaminado (Classe I se substrato tiver Pb ou Cr), banhos de cromatização exaustos (Classe I — Cr(VI) é altamente tóxico). Cromatização é proibida em componentes automotivos por diretiva europeia — mas ainda ocorre em estampas de uso geral

Reciclagem com receita vs destinação Classe I: como a classificação define o custo

A gestão eficiente dos resíduos metalúrgicos começa pela separação correta — pois a classificação define se o resíduo é custo ou receita:

  • Resíduos com potencial de receita (Classe II-B): cavaco de aço carbono limpo (R$ 0,20–0,60/kg comprado por recicladoras), cavaco de alumínio limpo (R$ 1,50–3,00/kg), cavaco de cobre limpo (R$ 8–15/kg), areia de fundição limpa (potencial como sub-base). A segregação correta na fonte transforma custo de destinação em receita de reciclagem
  • Resíduos de destinação obrigatória com custo (Classe I): lama galvânica (R$ 2,50–5,00/kg destinação), banhos ácidos exaustos (R$ 1,50–3,00/kg), fluido de corte contaminado (R$ 0,80–1,50/kg), filtros saturados de metais. O custo de destinação Classe I não é evitável — mas pode ser reduzido com segregação adequada que evita contaminar resíduos Classe II-B
  • O custo oculto da mistura: uma metalúrgica que mistura cavaco limpo com fluido de corte contamina o lote inteiro — transformando material com receita em resíduo Classe I com custo de destinação. Um quilo de fluido de corte pode contaminar 20 kg de cavaco limpo. Segregação na fonte é a redução de custo mais eficiente na gestão de resíduos metalúrgicos

Obrigações legais do gerador metalúrgico com resíduos Classe I

Metalúrgicas com geração de Classe I em São Paulo têm obrigações específicas além do PGRS padrão:

  • PGRS com LCR para cada Classe I: o Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos deve identificar cada resíduo Classe I com Laudo de Caracterização de Resíduos — especialmente lama galvânica, banhos exaustos e fluidos contaminados. Veja o que o PGRS deve conter para metalúrgicas
  • CTF/IBAMA para atividades com metais pesados: galvanoplastia com Pb, Cr, Ni, Cd e fundição de não-ferrosos são atividades potencialmente poluidoras cadastradas no CTF/IBAMA. O RAPP (Relatório Anual de Atividades Potencialmente Poluidoras) deve ser entregue anualmente
  • DARS anual no SIGOR: a Declaração Anual de Resíduos Sólidos no sistema SIGOR/CETESB é obrigatória para geradores de Classe I em SP — incluindo volumes de lama galvânica, banhos exaustos e fluidos gerados por processo
  • MTR antes de cada coleta: o Manifesto de Transporte de Resíduos deve ser emitido no SIGOR antes de cada coleta de Classe I — com identificação do destinador final e do método de tratamento. Coleta de lama galvânica sem MTR é infração autuável pela CETESB
  • Armazenamento segregado por incompatibilidade: lama galvânica (sólido), banhos ácidos e banhos alcalinos não podem ser armazenados no mesmo dique de contenção — ácido + base reagem. Área de armazenamento de Classe I exige piso impermeabilizado, dique e identificação. Veja os riscos de autuação para metalúrgicas

Que licenças a empresa de coleta de resíduos metalúrgicos deve ter

Para coleta legal de resíduos metalúrgicos Classe I em São Paulo:

  • LO CETESB com escopo para Classe I com metais pesados: a LO deve especificar a coleta de resíduos com metais pesados (Pb, Cr, Ni, Zn) — não basta licença genérica para “resíduos perigosos”. Para lama galvânica com Cr(VI), verificar se o escopo inclui cromo hexavalente especificamente
  • RNTRC/ANTT com habilitação para produtos perigosos + MOPP: veículos para transporte de Classe I devem ter RNTRC para produtos perigosos; motoristas com MOPP. Sinalização ONU específica para cada tipo de resíduo transportado
  • SIGOR ativo para MTR: emissão de Manifesto de Transporte de Resíduos no SIGOR antes de cada coleta — com destinador final identificado e método de tratamento. Exija o MTR preenchido antes de autorizar a saída do caminhão
  • CADRI quando aplicável: para destinação de lama galvânica fora de São Paulo ou em instalações que exigem aprovação específica da CETESB. Veja quando o CADRI é necessário para resíduos metalúrgicos
  • Contrato com destinador final licenciado para lama galvânica: exija o contrato com o destinador final (aterro Classe I ou co-processador) e a LO do destinador que inclua explicitamente lama galvânica com metais pesados. Para entender o que verificar, veja empresa de destinação de resíduos perigosos SP

Como a Seven Resíduos atende metalúrgicas em SP

A Seven Resíduos realiza a coleta de resíduos metalúrgicos em SP com mapeamento completo por processo industrial — segregando resíduos recicláveis com potencial de receita dos resíduos Classe I com custo de destinação.

  • Diagnóstico inicial por processo: a Seven mapeia os resíduos gerados em cada processo da metalúrgica (usinagem, galvanoplastia, fundição, estamparia) e orienta a segregação que maximiza receita de reciclagem e minimiza volume de Classe I
  • LCR para lama galvânica e resíduos Classe I: se o gerador não tiver Laudo de Caracterização, a Seven orienta a elaboração por engenheiro habilitado — para confirmar a classe e o método de destinação adequado para cada metal presente
  • MTR no SIGOR antes de cada coleta: com destinador final identificado e método de tratamento específico para lama galvânica (aterro Classe I ou co-processamento para não-halogenados)
  • Segregação de recicláveis: cavaco metálico limpo encaminhado para recicladora com nota de compra; areia de fundição com potencial de co-processamento avaliada individualmente
  • CDF entregue em até 60 dias: Certificado de Destinação Final do destinador do Classe I — fechando a cadeia de responsabilidade do gerador e documentando o PGRS para fiscalizações CETESB

FAQ: perguntas frequentes sobre resíduos metalúrgicos

Que resíduos metalúrgicos são Classe I?

Lama galvânica (Pb, Cr(VI), Ni, Cd, Zn acima dos limites de lixiviação NBR 10004 Apêndice B), banhos galvânicos exaustos ácidos e alcalinos (pH extremo + metais), fluido de corte emulsionado contaminado com metais, pó de lixamento com pigmentos de Pb ou Cr, filtros de cabine de pintura com pigmentos metálicos e embalagens de produtos químicos não tríplice-lavadas. Cavaco metálico limpo (sem contaminação) geralmente é Classe II-B.

Cavaco metálico pode ser reciclado ou é Classe I?

Cavaco de aço, alumínio ou cobre limpo (sem fluido de corte, tinta ou revestimento químico) é classificado como Classe II-B (inerte) e pode ser vendido para reciclagem com receita. Se estiver contaminado com fluido de corte emulsionado, tinta ou produtos de galvanoplastia, muda para Classe I e exige destinação específica com custo. A segregação na fonte é o fator que determina se o cavaco é receita ou custo.

Como deve ser feita a destinação de lama galvânica em SP?

Lama galvânica é Classe I (toxicidade por metais pesados). Exige: armazenamento em área impermeabilizada com dique de contenção, separado de banhos ácidos e alcalinos; MTR no SIGOR antes de cada coleta; empresa coletora com LO CETESB para Classe I com metais pesados; destinação final em aterro Classe I licenciado ou co-processamento (se não contiver Cr(VI) em concentração acima do limite para co-processamento); CDF do destinador final em até 60 dias.

Que licenças uma empresa de coleta de resíduos metalúrgicos deve ter?

LO CETESB com escopo específico para Classe I com metais pesados (Pb, Cr, Ni, Zn), RNTRC/ANTT com habilitação para produtos perigosos (MOPP para motoristas), SIGOR ativo para MTR e contrato vigente com destinador final que tenha LO específica para lama galvânica e os metais que você gera. Para lama com Cr(VI), verificar se o destinador tem licença para cromo hexavalente especificamente.

Metalúrgica precisa de PGRS?

Sim. Metalúrgicas com geração de Classe I (lama galvânica, banhos exaustos, fluidos contaminados) são obrigadas a ter PGRS pela Lei 12.305/2010 e resoluções CETESB. O PGRS deve incluir LCR para cada Classe I, método de armazenamento, frequência de coleta, empresa coletora contratada e método de destinação. Adicionalmente, galvanoplastia com metais pesados exige cadastro no CTF/IBAMA e entrega do RAPP anual.

Coleta de resíduos metalúrgicos em SP: checklist antes de contratar

Contratar uma empresa de coleta de resíduos metalúrgicos em SP com segurança jurídica exige verificar: LO CETESB com escopo para metais pesados, RNTRC/ANTT com MOPP, SIGOR ativo para MTR, contrato com destinador final que inclua lama galvânica e os metais específicos do seu processo. A segregação correta na fonte — separando cavaco limpo de resíduos Classe I — é a ação com maior impacto no custo total da gestão de resíduos metalúrgicos.

Solicite diagnóstico gratuito: a Seven Resíduos mapeia os resíduos do seu processo metalúrgico, orienta a segregação que maximiza receita de reciclagem, faz a coleta de Classe I com MTR e entrega CDF em até 60 dias.

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