
Acondicionamento de resíduos perigosos: sacos, bombonas e contêineres — qual usar para cada tipo
A escolha da embalagem correta para resíduos perigosos não é uma decisão estética. É uma obrigação legal, uma medida de segurança e, em muitos casos, a diferença entre uma operação dentro da lei e uma multa de cinco ou seis dígitos aplicada pelos órgãos ambientais. No Brasil, a legislação é clara: resíduos perigosos precisam ser acondicionados de forma compatível com suas características físicas, químicas e biológicas — e isso exige que o gerador conheça, no mínimo, os três principais tipos de embalagem utilizados no setor.


