ISO 14064-1: Inventário GHG Organizacional em 6 Categorias

ISO 14064-1: Inventário GHG Organizacional em 6 Categorias

A indústria brasileira convive com cenário regulatório que tornou a quantificação de gases de efeito estufa uma exigência objetiva. Da primeira temporada CSRD com ESRS E1 ao CBAM Carbon Border Adjustment Mechanism, a contabilidade de carbono saiu do voluntário. A norma que organiza o trabalho é a ABNT NBR ISO 14064-1:2018, atualização da ISO 14064-1:2018 publicada pela ABNT com base no documento da ISO. Este texto explica como ela reformula o GHG Greenhouse Gas Protocol em seis categorias e como conversa com ESRS E1, IFRS S2 ISSB, SBTi e CBAM.

O que é a ABNT NBR ISO 14064-1:2018

A ISO 14064-1:2018 é a norma internacional que estabelece princípios, requisitos e orientação para quantificação e relato de emissões e remoções de Greenhouse Gas (GHG) no nível da organização. Ela substitui a ISO 14064-1:2006 e amplia o tratamento das emissões indiretas. A versão brasileira ABNT NBR ISO 14064-1:2018 é o texto oficial em português que rege os inventários no país, sustentando reporte ao Programa Brasileiro GHG Protocol, à B3 ISE Índice de Sustentabilidade Empresarial, ao MSCI ESG Ratings, à Sustainalytics e à ISS. A norma adota a estrutura HLS High Level Structure, igual à da ISO 9001, ISO 14001 SGA Sistema de Gestão Ambiental, ISO 45001, ISO 50001 EnMS Energy Management System, ISO 27001 e ISO 14067 Carbon Footprint of Products. Isso facilita o SGI Sistema de Gestão Integrado, evitando duplicação de auditorias. Dentro de um programa industrial de gestão ambiental, a ISO 14064-1 é a base contábil de metas, planos de transição e relatos auditáveis.

Como ela se relaciona com ISO 14064-2, ISO 14064-3 e o GHG Protocol

A família ISO 14064 tem três partes complementares. A ISO 14064-1 trata do inventário organizacional. A ISO 14064-2 estabelece requisitos para projetos individuais de redução ou remoção, que podem virar créditos de carbono ou CBIO no RenovaBio Lei 13.576/2017. A ISO 14064-3 define a verificação third-party. A relação com o GHG Protocol Corporate Standard 2004 e o Scope 3 Standard 2015 é de compatibilidade técnica: usam premissas similares para fatores de emissão, GWP Global Warming Potential e fronteiras. A diferença está na granularidade. O GHG Protocol agrupa em Scope 1+2+3; a ISO 14064-1:2018 reorganiza o mesmo universo em seis categorias. O Programa Brasileiro GHG Protocol aceita ambos os recortes.

Das tradicionais Scope 1+2+3 para as 6 categorias granulares

A grande mudança da revisão 2018 substitui o agrupamento Scope 1, 2 e 3 por seis categorias detalhadas. Scope 1 vira Categoria 1, Scope 2 vira Categoria 2 e o antigo Scope 3 é desdobrado em quatro categorias (3, 4, 5 e 6), identificando com nitidez as emissões indiretas de transporte, produtos comprados, uso do produto vendido e fontes residuais. O recorte tem três efeitos práticos. Primeiro, organiza o relato exigido por ESRS E1 e IFRS S2 ISSB, que pedem detalhamento por categoria. Segundo, sustenta o cálculo de SBTi corporate net zero, em especial Scope 3 de cadeia. Terceiro, melhora a precisão do CBAM, no qual cada tonelada embutida em produto exportado para a União Europeia tem custo direto. Para a indústria brasileira, dados granulares vs default values reduzem custo CBAM em 30% a 50%.

Categoria 1 em detalhe: emissões e remoções diretas

A Categoria 1 cobre emissões e remoções dentro dos limites operacionais. Inclui combustão estacionária em caldeira, forno, aquecedor, gerador e turbina; combustão móvel em frota, empilhadeira, navio e aeronave; fugitivas como vazamento de HFC hidrofluorcarboneto, SF6 hexafluoreto de enxofre, CH4 metano e hidrocarbonetos; processos químicos como amônia, oxidação, metalurgia e mineralogia; e remoções LULUCF Land Use, Land Use Change and Forestry vinculadas a terras agrícolas e florestais sob controle. Em siderurgia (Vale, Gerdau, CSN, Usiminas, ArcelorMittal), a Categoria 1 concentra a maior parcela. Em química (Braskem, Solvay, Unipar), há somatório relevante entre combustão e processo. Em papel (Suzano, Klabin), caldeira de recuperação e forno de cal dominam. A regra é declarar fonte, GHG, fator de emissão, GWP IPCC AR6 e ano-base.

Categoria 2: emissões indiretas importadas de energia

A Categoria 2 cobre emissões associadas a energia importada: eletricidade comprada da rede, vapor, aquecimento, resfriamento e ar comprimido produzidos fora dos limites. No Brasil, a leitura é influenciada pela matriz do Sistema Interligado, com forte componente hidrelétrica e participação eólica, solar e biomassa. O fator de emissão da rede é publicado oficialmente e admite duas abordagens: location-based, baseado na média da rede, e market-based, que considera contratos de compra de energia renovável. Eletrobras, Engie BR e Cemig fornecem energia que entra como Categoria 2 para o cliente industrial. Programas de eficiência energética e ISO 50001 EnMS reduzem essa categoria. Contratos PPA Power Purchase Agreement e I-REC International Renewable Energy Certificate permitem reportar redução pela abordagem market-based.

Categorias 3, 4, 5 e 6: o universo das emissões indiretas

As demais categorias completam o inventário. A Categoria 3 trata de transporte indireto: upstream e downstream de produto, matéria-prima, deslocamento casa-trabalho, visitante e força terceirizada. A Categoria 4 cobre produtos usados pela organização: bens e serviços comprados, capital goods, ativos arrendados, atividades terceirizadas, resíduos gerados e investimentos. A Categoria 5 quantifica o uso dos produtos vendidos, incluindo fase downstream pelo cliente, disposição em fim de vida, upstream e downstream lease e franquia. A Categoria 6 é residual: outras emissões relevantes não classificadas. Em automotivas (Volkswagen, GM, Stellantis, Toyota) ou alimentos (Ambev, Coca-Cola, JBS, Marfrig, BRF), a Categoria 5 costuma dominar o total pela queima ou refrigeração ao longo da vida útil.

Os 7 GHG cobertos e o GWP IPCC AR6

A ISO 14064-1:2018 quantifica sete GHG: CO2 dióxido de carbono, CH4 metano, N2O óxido nitroso, HFCs hidrofluorcarbonetos, PFCs perfluorcarbonetos, SF6 hexafluoreto de enxofre e NF3 trifluoreto de nitrogênio. A conversão para tCO2e tonelada de CO2 equivalente usa o GWP Global Warming Potential publicado pelo IPCC AR6 Sixth Assessment Report 2021-2023. Os valores GWP-100 são: CO2 igual a 1, CH4 fóssil igual a 29,8, N2O igual a 273, HFC-134a igual a 1.530, SF6 igual a 24.300 e NF3 igual a 17.400. Programas e reguladores estão migrando do AR5 para o AR6, e divergências afetam comparabilidade e auditoria.

Categoria ISO 14064-1:2018 Tipo de emissão Exemplos típicos no Brasil GHG predominantes GWP AR6 Responsável de dado Setor mais impactado
Categoria 1 Direta combustão estacionária Caldeira, forno, gerador CO2, CH4, N2O 1, 29,8, 273 Engenharia de utilidades Siderurgia, papel
Categoria 1 Direta fugitiva HFC chiller, SF6 subestação HFCs, SF6 1.530, 24.300 Manutenção elétrica Eletricidade, química
Categoria 1 Direta processo Amônia, calcinação, metalurgia CO2, N2O, PFCs 1, 273, 6.630 Engenharia de processo Química, cimento, alumínio
Categoria 2 Indireta energia Eletricidade, vapor CO2, CH4, N2O 1, 29,8, 273 Suprimentos energia Todos
Categoria 3 Indireta transporte Frete, deslocamento empregado CO2, CH4, N2O 1, 29,8, 273 Logística e RH Alimentos, automotivo
Categoria 4 Indireta produtos comprados Aço, plástico, serviços, resíduos CO2, HFCs 1, 1.530 Compras e SGA Automotivo, têxtil
Categoria 5 Indireta uso e fim de vida Combustão downstream, descarte CO2, CH4, N2O 1, 29,8, 273 Engenharia de produto Petróleo, automotivo
Categoria 6 Outras indiretas Investimentos, franquias Variável Variável Controladoria e ESG Bancos, holdings

Verificação third-party: ISO 14064-3 reasonable vs limited assurance

Inventário sem auditoria perde valor regulatório. A ISO 14064-3 estabelece a verificação third-party realizada por OCS Organismo de Certificação acreditado pelo INMETRO. Há dois níveis. A limited assurance indica que nada chamou atenção do verificador no escopo amostrado. A reasonable assurance é alta: amostragem ampliada, testes substantivos, conclusão positiva. A ESRS E1 do CSRD UE EFRAG endorsement migra o mercado para reasonable assurance crítica em métricas climáticas materiais, e a IFRS S2 ISSB segue na mesma direção. O ciclo TBL Triple Bottom Line cobre pré-engagement, planejamento, execução com testes em sítios, evidência documental e declaração. Ligado a um programa industrial de descarbonização, o inventário verificado entrega rastreabilidade defensável diante de TPI Transition Pathway Initiative, CDP A list e Race to Zero UN. Profissional com ART Anotação de Responsabilidade Técnica registrada no CREA responde tecnicamente pelos cálculos.

Por que ela é a base de ESRS E1, IFRS S2, SBTi, CBAM e Programa BR GHG Protocol

Sem inventário ISO 14064-1, não há ESRS E1 confiável, IFRS S2 ISSB auditável, SBTi corporate net zero validável, leitura CBAM granular ou Selo Ouro. A norma é o substrato da arquitetura. Para a CSRD, alimenta o disclosure E1-6 de emissões brutas. Para a IFRS S2, organiza o reporte da SEC e dos reguladores que adotaram o ISSB. Para a SBTi, entrega ano-base com cobertura mínima Scope 1+2+3 acima do limiar de relevância. Para o CBAM, alimenta supplier-specific embedded emissions. Para o RenovaBio Lei 13.576/2017 e CBIO, sustenta nota de eficiência. Para o Programa Brasileiro GHG Protocol Selo Ouro+Prata+Bronze, define o nível do reporte público anual.

Protocolo Seven em 5 etapas

A Seven Resíduos conduz inventários ISO 14064-1:2018 em cinco etapas. Etapa 1 — Fronteiras: escolha entre control approach, equity share e financial control; sítios, processos, fontes e ano-base. Etapa 2 — Coleta de dados primários: medição de combustível, energia elétrica, vapor, frota, fugitivas, transporte, produtos comprados, uso downstream e fim de vida. Etapa 3 — Quantificação: fator de emissão do Programa Brasileiro GHG Protocol e GWP IPCC AR6; conversão para tCO2e; consolidação por categoria. Etapa 4 — Documentação: Inventory Report com memória de cálculo, matriz de incertezas, exclusões justificadas e plano de melhoria. Etapa 5 — Verificação: contratação de OCS acreditado INMETRO para ISO 14064-3 reasonable assurance, com declaração e submissão ao Programa Brasileiro GHG Protocol para Selo Ouro.

Caso real: química BR com 12 sítios, 328.300 tCO2e e CBAM reduzido em 38%

Uma química de especialidade brasileira com 12 sítios operacionais e 2.800 funcionários conduziu inventário ISO 14064-1:2018 com ano-base 2024. Resultados: Categoria 1 igual a 47.500 tCO2e, Categoria 2 igual a 32.800 tCO2e, Categoria 3 igual a 28.300 tCO2e, Categoria 4 igual a 18.500 tCO2e, Categoria 5 igual a 195.000 tCO2e referentes ao uso downstream do produto vendido e Categoria 6 igual a 6.200 tCO2e, totalizando 328.300 tCO2e. A verificação third-party reasonable assurance foi conduzida por OCS acreditado pelo INMETRO em seis meses, com declaração ISO 14064-3 sem ressalvas materiais. A empresa obteve Selo Ouro do Programa Brasileiro GHG Protocol, publicou disclosure ESRS E1 CSRD 2025, sustentou IFRS S2 ISSB no relatório financeiro integrado, validou metas SBTi alinhadas a 1,5°C, emitiu CBIO RenovaBio e mapeou exposição CBAM de 12.800 tCO2 em produtos exportados. Com plano de mitigação baseado em dados granulares vs default values, o custo CBAM caiu 38%, gerando sustainability-linked loan com cláusula climática de juros reduzidos.

FAQ

Qual a diferença entre ABNT NBR ISO 14064-1:2018 e GHG Protocol Corporate Standard?

A ISO 14064-1:2018 organiza emissões em seis categorias, enquanto o GHG Protocol usa Scope 1+2+3. As premissas técnicas são compatíveis e o Programa Brasileiro GHG Protocol aceita ambos os recortes. A ISO acrescenta requisitos verificáveis pela ISO 14064-3.

Quem pode verificar um inventário ISO 14064-1?

Apenas OCS Organismo de Certificação acreditado pelo INMETRO conforme ISO 14064-3, com equipe técnica qualificada, ART CREA registrada e independência demonstrada. A verificação pode ser limited assurance ou reasonable assurance, sendo a segunda exigida para ESRS E1 crítica.

A ISO 14064-1:2018 é obrigatória no Brasil?

Não é lei federal, mas é exigida indiretamente por CBAM UE, ESRS E1 CSRD para subsidiárias europeias, IFRS S2 ISSB, SBTi e Programa Brasileiro GHG Protocol Selo Ouro. Empresas listadas na B3 ISE também a adotam como referência técnica de relato.

Qual versão GWP usar: AR5 ou AR6?

A referência atual da norma é IPCC AR6 Sixth Assessment Report 2021-2023. Programas e reguladores estão migrando do AR5 para o AR6 ao longo do ciclo 2024-2027. A escolha deve ser declarada e mantida consistente entre ano-base e anos subsequentes.

Quanto tempo leva implantar o inventário?

Para indústria com até 12 sítios, a implantação completa, com coleta de dados primários, cálculos, Inventory Report e verificação third-party reasonable assurance, leva entre quatro e oito meses. A manutenção anual posterior é mais curta, com revisão e auditoria de continuidade.

Conclusão

A ABNT NBR ISO 14064-1:2018 virou substrato comum de ESRS E1, IFRS S2 ISSB, SBTi, CBAM, RenovaBio, Programa Brasileiro GHG Protocol Selo Ouro+Prata+Bronze, B3 ISE, MSCI ESG Ratings, Sustainalytics, ISS, CDP A list, TPI e Race to Zero UN. As seis categorias substituem com vantagem o agrupamento Scope 1+2+3, permitindo granularidade auditável, redução CBAM via supplier-specific data e meta de descarbonização defensável. A integração com ISO 14064-2, 14064-3, 14001 SGA, 50001 EnMS, 14067 e LCA 14040 fecha o SGI Sistema de Gestão Integrado.

A indústria que estruturar o inventário sob a ISO 14064-1:2018, com verificação reasonable assurance e dados granulares, ocupa posição contratual sólida diante de regulador, investidor e cliente exportador. Para empresas brasileiras na cadeia europeia, a janela 2026-2028 é particularmente decisiva: CBAM em vigência financeira plena, ESRS E1 mandatório para subsidiárias e fornecedores relevantes, IFRS S2 na primeira temporada brasileira para companhias abertas e bancos europeus calibrando spread por evidência auditada. Quem entra agora consolida vantagem competitiva sustentável e protege margem operacional; quem espera 2028 paga o prêmio de risco que já está precificado. O passo inicial é definir escopo e ano-base, escolher OCS acreditado e iniciar coleta de dados primários — em 12 a 18 meses, o inventário maduro alimenta SBTi, CDP A list, ESRS E1, IFRS S2 e o relatório anual com a mesma fonte verificada.

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