Terra Ativa Bleaching Earth: Borra do Refino de Óleo Vegetal

Terra Ativa Bleaching Earth: Borra do Refino de Óleo Vegetal

A terra ativa de descoramento, ou bleaching earth, é a principal borra mineral do refino de óleo vegetal brasileiro. Sai do filtroprensa carregada de óleo retido, com potencial energético e nutricional. Este conteúdo detalha composição, classificação, rotas e o protocolo Seven.

O que é a terra ativa de descoramento e por que ela existe

A terra ativa de descoramento (bleaching earth) é uma matriz mineral fina ativada quimicamente que adsorve pigmentos, gomas, FFA (Free Fatty Acids, ácidos graxos livres), sabão metálico e traços de pesticidas no óleo bruto. Sem ela, o óleo refinado não atingiria os parâmetros da ANVISA na RDC 481/2021. Toda refinaria de soja, palma, milho, girassol, canola, algodão, amendoim, arroz, coco ou oliva trabalha com bleaching earth.

A terra ativa não é regenerada. Após adsorver impurezas, vira borra com 35-50% de óleo retido. É recuperável em quatro rotas, abordadas em diagnóstico de resíduos industriais caso a caso.

O processo de descoramento no refino de óleo vegetal

O refino do óleo vegetal tem quatro etapas: degomagem, neutralização, descoramento (refining bleaching) e desodorização. Na degomagem, ácido fosfórico remove gomas (fosfolipídios). Na neutralização, soda cáustica remove os FFA Free Fatty Acids residuais, gerando sabão metálico.

No descoramento, a refinaria adiciona terra ativa de 0,5-1,5% em massa de óleo, a 90-110 °C, sob vácuo, por 20-40 minutos, para capturar pigmentos como carotenoide (amarelo-laranja), clorofila (verde) e gosipol (típico do algodão). O óleo passa por filtroprensa, equipamento de placas que retém a torta sólida. A torta retida é a terra ativa exausta, com óleo retido (palmítico, oleico, linoleico, linolênico) e contaminantes. É o ponto em que a Seven entra com coleta de resíduos industriais.

Composição química e teor de óleo retido

A bleaching earth descartada tem três frações. A matriz mineral (50-65%) inclui bentonita (argila esmectítica), caulim, terra diatomácea (sílica fóssil), atapulgita (atapulgite ou sepiolita) e sílica gel. O óleo retido (35-50%) traz triglicerídeos com palmítico, oleico, linoleico e linolênico. A terceira fração (1-5%) reúne pigmentos: carotenoide, clorofila, gosipol, ácidos livres e sabão metálico.

Esse perfil define o destino. Quanto maior o óleo retido, mais alto o poder calorífico. Quanto menor o teor de pesticida e metal pesado, mais viável a ração. Refinarias com registro técnico de geradores direcionam lotes segregados.

Volume típico no Brasil: 30 a 100 mil toneladas por ano

O Brasil refina ~14 milhões de toneladas de óleo vegetal por ano, segundo a ABIOVE (Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais). A geração de bleaching earth fica em 0,3-0,8% da massa de óleo refinado, totalizando 30 a 100 mil toneladas anuais.

Cargill, Bunge, ADM, Granol, Caramuru, Algar, Coopercitrus, Coopagro, Coamo, Cocamar, Soberano e Imcopa concentram a maior parte. Uma planta de 1.500 toneladas/dia gera 9-12 toneladas de terra ativa diária, ou 350-500 toneladas/mês. Esse fluxo exige planejamento de gerenciamento de resíduos sólidos compatível com a PNRS.

Óleo vegetal Geração de terra ativa Composição química dominante Rota de destinação preferencial
Soja 0,4-0,6% Linoleico + oleico + carotenoide Caldeira interna
Palma 0,6-0,8% Palmítico + carotenoide elevado Caldeira ou cimenteira
Milho 0,3-0,5% Linoleico + clorofila Caldeira interna
Girassol 0,4-0,6% Linoleico + ceras + clorofila Ração animal
Canola 0,5-0,7% Oleico + clorofila + ácidos livres Coprocessamento
Algodão 0,7-1,0% Palmítico + gosipol + pesticida Cimenteira
Amendoim 0,5-0,7% Oleico + risco de aflatoxina Cimenteira
Arroz 0,4-0,6% Oleico + ceras Caldeira interna
Coco 0,3-0,5% Láurico + palmítico Caldeira interna
Oliva 0,5-0,8% Oleico + clorofila + polifenóis Ração animal

Classificação NBR 10004: quando é IIA e quando vira Classe I

A ABNT NBR 10004 classifica a bleaching earth padrão como Classe IIA — não-inerte, não-perigoso. A matriz mineral é estável e o óleo retido é orgânico não-perigoso. Os ensaios NBR 10005 (lixiviação) e NBR 10006 (solubilização) confirmam o enquadramento.

A reclassificação para Classe I (perigoso) ocorre em três cenários: metal pesado lixiviável NBR 10005 (chumbo, cádmio, arsênio, mercúrio) acima do limite; aflatoxina (típica do amendoim) ou pesticida (organoclorado, organofosforado) acima do limite; soda cáustica residual, ácido fosfórico não neutralizado ou sabão metálico ácido. Cada lote precisa de laudo vigente para emissão de MTR e CDF, e CADRI quando exigido pelo órgão estadual.

Rota 1: valorização energética em caldeira interna (PCI 18-22 mil kJ/kg)

A primeira rota é a mais lucrativa quando a refinaria tem caldeira de biomassa. O óleo retido (35-50%) confere PCI (Poder Calorífico Inferior) de 18.000-22.000 kJ/kg, comparável ao cavaco de eucalipto. A combustão gera 2.500-3.800 kWh/ton, com vapor reutilizado no refino.

Em planta de 1.500 ton/dia com 70% rota caldeira, a substituição de fóssil chega a 850 m³ de gás natural/dia, economia de R$ 2,8 milhões/ano. Exige licenciamento, controle de emissões (material particulado, NOx, SOx) e dosagem controlada. A Seven apoia o gerador na licença de operação e na combustão segura.

Rota 2: coprocessamento em cimenteira (CONAMA 499/2020)

Quando há contaminação por pesticida, aflatoxina ou metal pesado, ou quando a refinaria não tem caldeira própria, o caminho é o coprocessamento em forno de clínquer. A Resolução CONAMA 499 de 2020 normatiza essa rota, classificando a bleaching earth como combustível alternativo de resíduos industriais.

O forno opera a 1.450 °C com tempo de residência acima de 6 segundos, suficiente para destruir moléculas orgânicas e inertizar a fração mineral, que vira parte do clínquer. Custo entre R$ 280 e R$ 680 por tonelada. Exige Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos atualizado, ART CREA e MTR rastreável.

Rota 3: ração animal sob fiscalização do MAPA

Quando o lote fica livre de aflatoxina, pesticida e metal pesado, vira insumo nutricional para ração de pet, ave, suíno e bovino. O atrativo é o óleo retido (35-50%) e a matriz mineral, que aporta cálcio e sílica como trace mineral. Receita de R$ 80 a R$ 280 por tonelada.

Esse caminho é fiscalizado pelo MAPA (Ministério da Agricultura), que exige cadastro do fabricante de ração, laudos lote a lote e rastreabilidade total. Refinarias de girassol, oliva, milho e soja certificada têm o melhor desempenho. A Seven coordena a logística reversa industrial, com homologação prévia obrigatória.

Rota 4: disposição Classe IIA quando inviável a valorização

Quando o lote não atende as três rotas anteriores, resta a disposição em aterro Classe IIA controlado. Custo de R$ 180 a R$ 380 por tonelada. É a última opção e nunca deve representar mais de 5-10% do volume mensal.

A disposição exige aterro com licença válida, célula Classe IIA com manta impermeabilizante e drenagem de chorume. O gerador mantém MTR/CDF por cinco anos e atualiza o inventário no SINIR. O transporte de resíduos não-perigosos requer veículos com identificação ABNT NBR 7500. Antes de mandar para aterro, é prática obrigatória fazer o resfriamento por irrigação para neutralizar o risco de combustão em transporte e em célula. Refinarias auditadas usam contraprova lacrada do lote e foto datada da pilha já fria como evidência para ANVISA, MAPA e cliente B2B.

Cuidados com autoignição e armazenamento ventilado

O óleo retido na bleaching earth é termicamente instável: pirolisa, sofre combustão espontânea e pode autoinflamar quando armazenado em pilha alta sem ventilação. O óleo oxida, libera calor, e a fração mineral atua como isolante térmico, retendo a temperatura interna acima de 200 °C.

A prevenção combina cinco medidas: pilha máxima de 1,5 m, resfriamento por rega controlada, baia ventilada com piso impermeável, monitoramento de temperatura por sonda termopar e detector de fumaça com alarme. A Seven especifica contêineres apropriados para resíduos industriais com ventilação passiva.

Integração com PNRS, ANVISA RDC 481, ABIOVE e ESRS E5

A gestão conversa com a Lei 12.305 PNRS (Política Nacional de Resíduos Sólidos), que torna o gerador responsável objetivo pela destinação até o fim da cadeia, sob princípio do poluidor-pagador. A NBR 10004/10005/10006 define a classificação como IIA padrão ou Classe I conforme contaminação. A CONAMA 499/2020 normatiza o coprocessamento em cimenteira com critérios de PCI mínimo, controle de cloreto e limite de metal pesado. A ANVISA, via RDC 481/2021, fixa o limite de aflatoxina e pesticida no óleo refinado destinado ao consumo humano, definindo indiretamente quais lotes de terra ativa podem seguir para ração animal sob fiscalização do MAPA, e quais devem ir para coproc ou aterro.

No reporting financeiro e de sustentabilidade, a ESRS E5 Resource Use, dentro da CSRD da União Europeia, exige disclosure granular de circularidade desde a primeira temporada 2025, afetando refinarias com exportação para mercado europeu ou com sócio europeu na cadeia. A GRI 306-4 (Resíduos desviados de disposição) é cobrada por investidores institucionais signatários da UNPRI Principles for Responsible Investment como métrica de desempenho ambiental. E a rota biodiesel via RenovaBio (Lei 13.576/2017) com CBIO (Crédito de Descarbonização) abre receita adicional para a empresa que documenta a substituição de combustível fóssil pela queima da terra ativa em caldeira própria, com auditoria de PCI e balanço de massa. A cobrança cruzada entre regulador, investidor e cliente B2B europeu deslocou o tema do departamento ambiental para o painel da diretoria nas grandes refinarias brasileiras.

Protocolo Seven em 5 etapas

Etapa 1: caracterização laboratorial NBR 10005 e NBR 10006, mais aflatoxina, pesticida e metal pesado. Etapa 2: segregação por lote e rota técnica, com etiquetagem e baia ventilada. Etapa 3: emissão de MTR e CDF para cada destinação, mais CADRI quando exigido pelo órgão estadual.

Etapa 4: contratação de transportador licenciado e destinador autorizado, com auditoria documental anual. Etapa 5: relatório mensal alinhado a ESG e indicadores ambientais, com desvio de aterro, receita gerada e emissão evitada de CO₂. O fluxo é assinado por engenheiro químico ou ambiental com ART CREA.

Caso real: refinaria 1.500 ton/dia, 70% caldeira, R$ 4,2 mi/ano

Refinaria brasileira de óleo de soja com 1.500 ton/dia gera 10,5 toneladas de bleaching earth por dia. A Seven aplicou o protocolo em quatro destinos. Setenta por cento foi para caldeira interna, substituindo 850 m³ de gás natural/dia, economia anual de R$ 2,8 milhões.

Dezoito por cento, lotes de soja certificada sem pesticida, foram para fabricante de ração homologado, R$ 320 mil/ano de receita. Oito por cento, com pesticida acima do limite, foi para coprocessamento em cimenteira sob CONAMA 499. Quatro por cento, fração contaminada com metal pesado, foi para aterro Classe IIA. Economia consolidada de R$ 4,2 milhões/ano. A refinaria publicou disclosure ESRS E5 na primeira temporada CSRD de 2025, com CBIO via biodiesel rota.

FAQ

Terra ativa exausta é resíduo perigoso Classe I?

Em condição padrão é Classe IIA não-inerte. Vira Classe I quando há metal pesado lixiviável, aflatoxina, pesticida organoclorado ou organofosforado acima do limite, ou soda cáustica e sabão metálico ácido residual no lote.

A bleaching earth pode ir para ração animal?

Sim, quando o lote tem laudo livre de aflatoxina, pesticida e metal pesado. Exige cadastro MAPA do fabricante de ração, rastreabilidade lote a lote e homologação prévia. Aplica-se a soja, girassol, milho, oliva e canola.

Por que a terra ativa pega fogo no pátio?

Porque o óleo retido (35-50%) oxida e libera calor. A fração mineral isola termicamente a pilha. A temperatura interna passa de 200 °C e ocorre autoignição. Prevenção: pilha máxima 1,5 m, ventilação, sonda termopar e rega controlada.

Qual o PCI da bleaching earth para caldeira?

Entre 18.000 e 22.000 kJ/kg, dependendo do óleo retido. Comparável ao cavaco de eucalipto. A combustão direta gera 2.500 a 3.800 kWh por tonelada e substitui parte do gás natural ou do coque na caldeira de biomassa.

Coprocessamento em cimenteira exige licença especial?

Sim. A operação segue Resolução CONAMA 499/2020. Exige licenciamento da cimenteira para coprocessamento, MTR rastreável, ART CREA do responsável técnico e PGRS atualizado pelo gerador. Custo entre R$ 280 e R$ 680 por tonelada.

Conclusão

A terra ativa de descoramento deixou de ser apenas custo no refino de óleo vegetal brasileiro. Com 30 a 100 mil toneladas anuais e 35-50% de óleo retido, vira ativo energético, nutricional e mineral quando segregada por laudo. Refinarias que adotam o protocolo das cinco etapas, com NBR 10004, segregação e armazenamento ventilado, reduzem custo de descarte, geram receita em ração animal, substituem fóssil em caldeira interna e atendem ESRS E5. A Seven mantém engenharia dedicada ao setor de óleos vegetais, com integração entre filtroprensa, MTR, CDF, CADRI, ART CREA e GRI 306-4.

O próximo passo é caracterizar laboratorialmente o lote atual e mapear as quatro rotas no raio logístico viável. Refinarias do porte de Cargill, Bunge e ADM já operam com balanço de massa diário, dashboard de PCI e indicador de tonelada de combustível fóssil deslocado, alimentando o painel ESG da matriz e o dossiê SBTi. Para refinarias menores, o ponto de partida é mais simples: pesar o volume mensal, separar amostra para análise NBR 10005/10006 e mais aflatoxina, e abrir conversa com cimenteira regional, fabricante de ração e operador de caldeira interna. Em 90 a 180 dias, a curva de custo cai e a receita marginal aparece. Em 12 meses, a operação está pronta para auditoria reasonable assurance ISO 14064-3 e para entrar como evidência no relatório CSRD ESRS E5.

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