Pó de Aciaria Elétrica EAF Dust K061: Waelz e Zinco

Pó de Aciaria Elétrica EAF Dust K061: Waelz e Zinco

O que é pó de aciaria elétrica — definição, composição e a regra dos 18 kg por tonelada

A indústria siderúrgica brasileira gera aproximadamente 216 mil toneladas de pó de aciaria elétrica por ano — resíduo característico da rota EAF (Electric Arc Furnace, forno elétrico de aciaria semi-integrada) que captura cerca de 18 kg de finos por tonelada de aço produzido. O pó é Classe I (perigoso) por chumbo e cádmio lixiviáveis acima do limite ABNT, e está listado pela US EPA como K061. A boa notícia: contém 18-30% de zinco recuperável.

EAF dust é a poeira fina coletada pelo sistema de despoeiramento durante carga, fusão, oxigenação por lança e vazamento do forno elétrico. Partículas submicrométricas (<50 µm) são arrastadas pelos gases de exaustão, capturadas em filtros de manga (bag house) e descarregadas em silos. A faixa de geração varia entre 15 e 25 kg por tonelada de aço bruto, com média setorial de 18 kg/ton consolidada por estudos da IABr (Instituto Aço Brasil) e da World Steel Association.

Diferente da escória de aciaria — coproduto sólido vítreo reaproveitado em pavimentação — o pó concentra metais voláteis vaporizados na temperatura do forno. A gestão começa quando o filtro descarrega o pó no silo, e cada decisão nessa interface determina custo, risco e recuperação econômica do material.

Geração industrial brasileira — o panorama dos 216 mil toneladas por ano

O Brasil é o 5º maior produtor mundial de aço bruto, com 33-36 milhões de toneladas anuais. Cerca de 38% da produção é via EAF semi-integrada (12-14 mi ton/ano), enquanto 62% segue a rota BOF (Basic Oxygen Furnace, forno a oxigênio básico, aciaria integrada com alto-forno) operada por Vale-Brasil, ArcelorMittal Tubarão, CSN-UPV, Ternium e Usiminas Ipatinga/Cubatão.

A rota BOF gera lama de coqueria, lama de alto-forno e pó de sinterização — resíduos completamente diferentes do EAF dust em composição e destino. Já a rota EAF, alimentada por sucata ferrosa, concentra zinco proveniente da galvanização e cádmio de baterias misturadas, gerando o resíduo aqui discutido.

Aplicando o coeficiente de 18 kg/ton à produção EAF brasileira, chega-se ao volume consolidado de 216 mil toneladas por ano de pó de aciaria elétrica — material com perfil regulatório específico que demanda rota dedicada e caracterização química permanente. Para contexto, a produção de cinzas de termelétrica a carvão mineral é uma ordem de grandeza maior, mas qualitativamente diferente: o EAF dust concentra valor metálico em zinco, chumbo e cádmio, e essa concentração viabiliza economicamente o ciclo Waelz.

Composição química típica EAF dust BR — zinco, chumbo, cádmio, dioxinas

A composição varia conforme o mix de sucata, mas o perfil característico das plantas brasileiras EAF semi-integradas se mantém previsível. Zinco aparece entre 18% e 30% na forma de ZnO (óxido de zinco) — origem em sucata galvanizada, hot-dip, eletrogalvanizado e chapa pintada. Ferro (Fe) ocupa 25-40% como magnetita, hematita e wustita.

Chumbo (Pb) aparece em 1-5% — origem em solda, chapa metalizada, pigmento e baterias misturadas. Cádmio (Cd) em 0,1-0,5% — pigmento, bateria, plástico. Cloreto (Cl) em 1-5% — PVC presente na sucata fundido durante a oxidação. Cálcio (CaO) em 5-12% por adição de cal escorificante. Magnésio (MgO) em 2-5% por erosão refratária. Sílica (SiO2) e alumina (Al2O3) em proporções menores.

Os contaminantes mais delicados são as dioxinas e furanos — PCDD/F (Polychlorinated Dibenzo-p-Dioxins and Furans) — formadas em traços durante combustão de polímeros clorados na faixa 1.500-1.700°C, com reformação de novo na zona de resfriamento 200-450°C. O monitoramento é por TEQ (Toxic Equivalent), parâmetro consolidado em normativos europeus e adotado pela CETESB.

Classificação NBR 10004 Classe I e listagem US EPA RCRA K061

O pó é classificado pela ABNT NBR 10004 como Classe I (Resíduo Perigoso). A justificativa técnica vem do ensaio de lixiviação NBR 10005, que apresenta chumbo acima de 5 mg/L e cádmio acima de 0,5 mg/L — ambos parâmetros excedidos rotineiramente pela faixa típica de Pb e Cd encontrada no material. A solubilização NBR 10006 confirma o perfil. O pH alcalino, próximo de 11, agrava a corrosividade.

No regime americano, a US EPA lista o EAF dust como K061 — specific source listing classificado como “emission control dust/sludge from primary production of steel in electric furnaces”. Esse código é universalmente reconhecido sob a Convenção da Basileia para movimento transfronteiriço, o que orienta exportação de concentrados ZnO secundário para refinarias na Coreia, México e Espanha.

A classificação dispara obrigações de inventário (CONAMA 313), MTR (Manifesto de Transporte de Resíduos), CDF (Certificado de Destinação Final), CADRI (Certificado de Movimentação) e cadastro IBAMA CTF/RAPP.

Diferença EAF dust vs cinzas termelétrica vs CKD vs lama vermelha

Resíduo Origem Volume BR/ano Classe NBR Composição dominante Rota dominante
EAF dust K061 Forno elétrico aciaria 216 mil ton Classe I Zn 18-30% + Pb + Cd Waelz Befesa
Cinzas termelétrica CCR Combustão carvão 5-10 mi ton IIA/IIB Silicato + óxido Cimento + cerâmica
CKD cement kiln dust Forno clínquer 800 mil ton IIA/IIB Calcário + álcali pH 12 Recirculação clínquer
Lama vermelha Bauxita Bayer alumínio 5-7 mi ton IIA Fe + Na + álcali Estocagem dam
Lodo curtume cromo III ETE curtume 350 mil ton I/IIA Cr III + matéria orgânica Coproc cimenteira
Refratário usado Aciaria + cimenteira 280 mil ton IIA MgO + Al2O3 + SiC Reciclagem cerâmica
Areia fundição ADF Fundição metalúrgica 2,5 mi ton IIA SiO2 + bentonita Construção civil
Resíduos galvanoplastia Banhos eletrolíticos 120 mil ton I Cr VI + Cn + Ni Estabilização

A diferença determinante é a presença de zinco recuperável no EAF dust, ausente nos demais. Por isso o destino dominante é metalúrgico — não disposição passiva.

Geradores BR EAF semi-integrada — quem produz o material

A geração se concentra em multinacionais e grupos nacionais com mais de 30 plantas EAF mapeadas no território brasileiro. Gerdau lidera com Açominas Ouro Branco MG, Riograndense Sapucaia RS, Cosigua Rio, Pindamonhangaba SP, Charqueadas RS e Divinópolis MG. ArcelorMittal opera Belo Horizonte, Juiz de Fora MG e Cariacica ES.

Aperam Timóteo MG produz aço inoxidável e ferro-níquel via EAF — perfil de pó com composição diferenciada por presença de cromo e níquel, exigindo segregação. VSB Vallourec Belo Horizonte, Tuper Sebastião Campinha PR, Sinobras Marabá PA, Aço Cearense Maracanaú CE, Simasa Açailândia MA e Villares Metals Sumaré SP completam o panorama setorial.

Cada planta produz entre 5 mil e 30 mil toneladas de EAF dust por ano. A heterogeneidade da sucata (automotiva, eletrodoméstico, naval, construção civil) gera variações importantes no perfil Zn-Pb-Cd-Cl, justificando caracterização por fornada. Sucata automotiva eleva o zinco por chapa galvanizada hot-dip; sucata de demolição eleva o cloreto pelo PVC residual. O mapeamento da origem é tão crítico quanto a caracterização química do pó.

Rotas de destinação — Waelz, coprocessamento, aterro Classe I e RHF

Rota % adoção mundial Custo/receita gerador NBR aplicável ESRS aplicável Risco principal
Waelz process Befesa 75-85% Receita parcial R$ 80-280/ton Classe I→ZnO secundário E5 Resource Use Dioxinas resfriamento
Coproc cimenteira CONAMA 499 8-15% Custo R$ 280-580/ton Classe I destinação E2 Pollution Cl + Pb no clínquer
Aterro Classe I gypsum 5-10% Custo R$ 1.500-3.500/ton Classe I disposição E5 Resource Use Lixiviação Pb-Zn
RHF/Plasma próxima geração <2% Em escala piloto BR Classe I→DRI E5 Resource Use CAPEX elevado

A rota Waelz domina globalmente. No Brasil, a Befesa opera planta em MG desde 2014 com capacidade 80 mil ton EAF dust/ano, vendendo ZnO secundário para Nexa, Votorantim Metais e Korea Zinc. O coprocessamento em cimenteira é limitado por dioxinas e teor de cloreto, exigindo pré-blendagem.

Recuperação de zinco no Waelz process — forno rotativo, ZnO secundário, 65-72% Zn

O Waelz process opera em forno rotativo cilíndrico horizontal com inclinação leve, alimentado por mistura pelletizada/briquetada de EAF dust com coque (carbono redutor) e cal escorificante. A operação ocorre entre 950°C e 1.250°C em atmosfera redutora.

O zinco vaporiza, é arrastado pelos gases de exaustão e reoxidado em ZnO no resfriamento, sendo coletado em bag house. O concentrado ZnO secundário sai com 65-72% de zinco contido — material vendido para refinarias primárias Nexa, Votorantim Metais e Korea Zinc por US$ 1.200-1.800/ton de Zn contido (preço LME, ILZSG referência mensal).

A escória Waelz (Waelz Slag) com 50-65% de ferro e silicato é Classe IIA, reaproveitada como matéria-prima cimenteira ou disposta em aterro inerte. O rendimento de zinco do processo fica entre 88% e 93%. A planta Befesa em Juiz de Fora processa 80 mil ton/ano de EAF dust e gera aproximadamente 50 mil ton/ano de ZnO secundário.

Risco operacional — dioxinas PCDD/F, estabilização gypsum e monitoramento

O risco crítico do EAF dust é a formação de dioxinas e furanos PCDD/F na zona de resfriamento dos gases de combustão (200-450°C), especialmente quando há cloreto residual, temperatura controlada de modo inadequado e presença de catalisadores metálicos como cobre, zinco e chumbo. O controle se faz por quench rápido para temperatura abaixo de 100°C, absorção em carvão ativado, lavagem alcalina e monitoramento contínuo TEQ.

Para a fração destinada a aterro Classe I, a estabilização por gypsum (CaSO4) imobiliza chumbo, zinco e cádmio em matriz silicato-sulfato, reduzindo lixiviação no ensaio NBR 10005. A formulação típica usa 20-35% de gypsum por massa de EAF dust, definida por jar test e validada por TCLP (Toxicity Characteristic Leaching Procedure) US EPA.

O monitoramento ambiental segue parâmetros Lei 12.305 PNRS e CONAMA 313, com inventário anual e declaração via SINIR.

Protocolo Seven em 5 etapas — caracterização, rota, logística, dossiê

A Seven aplica protocolo dedicado para EAF dust, com 5 etapas sequenciais. A primeira é mapeamento do gerador: volume mensal por turno, número de fornos, mix de sucata, frequência de descarga do silo. A segunda é caracterização química completa via XRF para metais maiores e ICP-MS para Zn, Pb, Cd, Cu, Ni e As; lixiviação NBR 10005 e solubilização NBR 10006 com comparação ao TCLP K061; cromatografia para PCDD/F TEQ.

A terceira etapa é decisão de rota: Waelz Befesa para fração Zn>20%, coprocessamento cimenteira para fração Zn<18% com Cl<2%, aterro Classe I para fração com dioxinas elevadas e RHF/Plasma quando disponível. A quarta etapa é logística: big bag, IBC ou silo pneumático, sinalização ABNT NBR 7500 e 13231, transporte ANTT 5848 MOPP, rastreabilidade SINIR via MTR/CDF/CADRI.

A quinta etapa é dossiê regulatório consolidado: licenças CETESB ou órgão estadual equivalente, IBAMA CTF/RAPP, declaração IABr, IZA Materials Stewardship, ICDA Cadmium Strategic Plan e disclosure ESRS E5+E2 e GRI 306-4. Esse dossiê serve auditoria CSRD e relatório de sustentabilidade do siderúrgico.

Caso real — planta EAF semi-integrada BR de 950 mil ton aço/ano

Uma planta EAF semi-integrada com 950 mil toneladas de aço bruto/ano gera 17.100 ton/ano de EAF dust pelo coeficiente de 18 kg/ton. A distribuição típica observada em campo após otimização Seven distribui o volume em quatro destinos.

A rota Waelz Befesa absorve 75% (12.825 ton/ano), gerando ZnO secundário 7.500 ton com 60% Zn contido vendido para Nexa, com receita Befesa de US$ 9 milhões parcialmente devolvida ao gerador na forma de R$ 4 milhões/ano. O coprocessamento cimenteira absorve 18% (3.080 ton/ano), com custo evitado vs aterro Classe I estimado em R$ 1,6 milhão/ano. O aterro Classe I com gypsum absorve 7% (1.200 ton/ano) ao custo severo de R$ 4,2 milhões/ano. A piloto RHF eventualmente absorve fração residual.

A economia consolidada vs cenário aterro integral chega a R$ 12,4 milhões/ano. Para comparação de magnitude, o protocolo Seven em refratário industrial usado e em areia de fundição usada ADF opera com lógica análoga de hierarquia de rotas.

Integração com frameworks ESG — ESRS E5+E2, GRI 306-4, IZA, IABr, ICDA

O EAF dust se enquadra no ESRS E5 Resource Use & Circular Economy (recuperação de zinco como material crítico), no ESRS E2 Pollution (gestão de chumbo, cádmio e dioxinas) e no GRI 306-4 Waste diverted from disposal. O CSRD (Corporate Sustainability Reporting Directive) europeu exige disclosure desde 2025 para empresas com receita >EUR 150 mi atuando na UE — o que inclui Gerdau, ArcelorMittal e Aperam.

O IZA (International Zinc Association) opera o Materials Stewardship Program, que rastreia fluxo de zinco secundário e reconhece operadores como Befesa. O ICDA (International Cadmium Association) mantém Cadmium Strategic Plan com foco em segregação na cadeia. O IABr coordena a Iniciativa Aço Sustentável com indicadores setoriais. O ILZSG publica balanço mensal de oferta-demanda Pb-Zn.

A consistência do dossiê fortalece governança — tema tratado em ESRS G1 Business Conduct. A alternativa de vender sucata para sucateiro informal cria passivo regulatório incompatível com CSRD.

FAQ — Perguntas Frequentes

EAF dust é o mesmo que escória de aciaria?

Não. Escória é coproduto sólido vítreo, Classe IIA, reaproveitada em pavimentação e cimento. EAF dust é poeira fina submicrométrica do despoeiramento, Classe I por Pb-Cd lixiviáveis, listada US EPA K061. Volumes e rotas são totalmente distintos.

Quanto custa destinar EAF dust no Brasil em 2026?

Depende da rota. Waelz Befesa pode pagar R$ 80-280/ton ao gerador para fração Zn>20%. Coprocessamento cimenteira CONAMA 499 custa R$ 280-580/ton. Aterro Classe I com gypsum chega a R$ 1.500-3.500/ton. A média ponderada Seven é R$ 350-650/ton.

Por que a rota Waelz domina mundialmente?

Porque recupera 88-93% do zinco como ZnO secundário 65-72% Zn, vendido para refinarias primárias por US$ 1.200-1.800/ton Zn contido. A escória Waelz é Classe IIA, reaproveitada em cimento. O ciclo gera receita ao operador, parcialmente devolvida ao gerador siderúrgico.

Posso enviar EAF dust direto para coprocessamento cimenteira?

Sim, sob CONAMA 499/2020, mas com restrições. Cloreto deve ficar abaixo de 2%, dioxinas TEQ controladas, e o forno clínquer precisa licença específica. A maioria das cimenteiras brasileiras restringe EAF dust a 1-3% da blenda alimentação por risco operacional.

O que muda na disclosure CSRD para EAF dust?

ESRS E5 exige indicador “waste diverted from disposal” — Waelz e coproc contam, aterro não. ESRS E2 exige inventário Pb-Cd-dioxinas. GRI 306-4 exige tonelagem por destino. O dossiê Seven entrega esses três blocos prontos para auditor externo.

Conclusão — próximo passo Seven

EAF dust é o resíduo mais sensível da rota EAF semi-integrada brasileira: 216 mil toneladas/ano, Classe I, K061, com 18-30% de zinco recuperável em rota Waelz dominante. Para o gerente de planta Gerdau, ArcelorMittal, Aperam, VSB ou Villares Metals, o desafio operacional é coordenar caracterização química rigorosa, decisão de rota multi-destino, logística silo-big bag-MOPP e dossiê CSRD-NBR-CONAMA consistente.

A Seven Resíduos atua como gestora terceirizada do protocolo: mapeamento, caracterização, escolha de rota Waelz/coproc/aterro/RHF, logística e dossiê regulatório. Não substitui Befesa nem refinaria de zinco — coordena o ecossistema para garantir compliance NBR 10004, CONAMA 499, CTF IBAMA e disclosure ESRS+GRI. Solicite diagnóstico Seven em sevenresiduos.com.br e estruture a rota EAF dust para os próximos ciclos auditáveis.

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