CADRI para mais de uma unidade: por que a filial não pode usar o certificado da matriz
CADRI para mais de uma unidade: o certificado acompanha o par gerador-endereço-destinador. Veja por que copiar o da matriz trava a coleta e a licença.
CADRI para mais de uma unidade: o certificado acompanha o par gerador-endereço-destinador. Veja por que copiar o da matriz trava a coleta e a licença.
A DMR CETESB cruza o que sua planta declarou com os MTR emitidos. Veja como as lacunas aparecem — e o que fazer antes do órgão perguntar.
CTF IBAMA: quem se enquadra no cadastro técnico federal, o que ele exige do gerador industrial e como isso convive com a CETESB em SP.
Licenciamento ambiental indústria: entenda a sequência LP, LI e LO na ampliação da fábrica e por que a coleta exige CADRI antes da partida.
Renovação de licença de operação CETESB para quando a destinação não tem CADRI, MTR e CDF que a sustentem. Veja o que conferir antes do protocolo.
CADRI coletivo ou individual: compare número de resíduos, destinadores, alterações de rota e taxa CETESB para decidir qual pedido protocolar.
Entenda a validade do CADRI, o que trava quando o certificado vence e como montar o calendário de renovação sem parar a coleta da planta.
DMR CETESB: a obrigação declaratória é do gerador, mesmo quando a gestora emite. Entenda o ciclo MTR, CDF e DMR e como fechá-lo sem falha.
MTR SIGOR em aberto significa manifesto sem baixa do destinador. Entenda o ciclo em SP, por que a pendência trava licença e como conciliar.
Troca de destinador de resíduos exige novo CADRI. Entenda por que o certificado não acompanha o novo endereço e como fazer a transição sem risco.