Divergência entre MTR e CDF: o que fazer antes que o erro vire achado de auditoria
O CDF chegou com peso diferente do MTR? Entenda como tratar a divergência entre MTR e CDF e corrigir o registro antes da auditoria.
O CDF chegou com peso diferente do MTR? Entenda como tratar a divergência entre MTR e CDF e corrigir o registro antes da auditoria.
MTR SIGOR em aberto significa manifesto sem baixa do destinador. Entenda o ciclo em SP, por que a pendência trava licença e como conciliar.
SIGOR ou SINIR? O gerador industrial de São Paulo emite MTR no SIGOR/CETESB. Veja o que acontece quando a carga vai para o sistema errado.
A ABNT NBR ISO 19011 define o método do auditor: ele amostra e rastreia a evidência do MTR ao CDF e à licença. Entenda por que pasta completa ainda reprova.
Destinar o resíduo Classe I cobre só uma parte: gerar resíduo perigoso aciona cadastro, responsável técnico e declaração no regime do art. 37 a 41 da PNRS.
No programa de fornecedor automotivo, ter o certificado ISO 14001 não basta: a auditoria de segunda parte pede o rastro documental do resíduo por corrente.
Lei, contrato e ESG cobram o resíduo industrial e pedem a mesma prova por lote. Veja por que a coleta certificada e a cadeia documental respondem às três.
A política de compras sustentáveis do cliente virou cláusula e cobra a destinação do seu resíduo: entenda como a cadeia documental por lote responde a tudo.
O óleo lubrificante usado tem regime federal próprio: CONAMA 362/2005 e 450/2012 exigem rerrefino prioritário e coleta certificada que comprova o destino.
No RAPP anual do IBAMA, declarar a destinação do resíduo por estimativa fica frágil. Veja como MTR, CDF e CADRI sustentam o que a empresa informa ao órgão.