Como o auditor audita o resíduo: a ABNT NBR ISO 19011
A ABNT NBR ISO 19011 define o método do auditor: ele amostra e rastreia a evidência do MTR ao CDF e à licença. Entenda por que pasta completa ainda reprova.
A ABNT NBR ISO 19011 define o método do auditor: ele amostra e rastreia a evidência do MTR ao CDF e à licença. Entenda por que pasta completa ainda reprova.
Destinar o resíduo Classe I cobre só uma parte: gerar resíduo perigoso aciona cadastro, responsável técnico e declaração no regime do art. 37 a 41 da PNRS.
No programa de fornecedor automotivo, ter o certificado ISO 14001 não basta: a auditoria de segunda parte pede o rastro documental do resíduo por corrente.
Lei, contrato e ESG cobram o resíduo industrial e pedem a mesma prova por lote. Veja por que a coleta certificada e a cadeia documental respondem às três.
A política de compras sustentáveis do cliente virou cláusula e cobra a destinação do seu resíduo: entenda como a cadeia documental por lote responde a tudo.
O óleo lubrificante usado tem regime federal próprio: CONAMA 362/2005 e 450/2012 exigem rerrefino prioritário e coleta certificada que comprova o destino.
No RAPP anual do IBAMA, declarar a destinação do resíduo por estimativa fica frágil. Veja como MTR, CDF e CADRI sustentam o que a empresa informa ao órgão.
Lixiviação e solubilização decidem se o resíduo é Classe I, II A ou II B. Veja por que a classe presumida não sustenta a rota nem a destinação certificada.
Amostra mal coletada invalida o laudo do resíduo. Veja como a NBR 10007 sustenta a classificação e por que a coleta certificada depende dessa base técnica.
Destinar resíduo errado pode ser crime ambiental (Lei 9.605) e infração administrativa (Decreto 6.514). Veja como a coleta certificada prova a conformidade.