Lã de rocha velha do forno: o resíduo a classificar
Lã de rocha removida na parada de manutenção vira resíduo a classificar pela NBR 10004: limpa é Classe II, contaminada por óleo é Classe I. Conheça a rota.
Lã de rocha removida na parada de manutenção vira resíduo a classificar pela NBR 10004: limpa é Classe II, contaminada por óleo é Classe I. Conheça a rota.
O pó de pintura eletrostática (overspray, pó vencido, filtros de cabine) é resíduo a classificar (NBR 10004). Veja a coleta certificada que prova o destino.
O óleo lubrificante usado tem regime federal próprio: CONAMA 362/2005 e 450/2012 exigem rerrefino prioritário e coleta certificada que comprova o destino.
Graxa usada, borra de graxa e estopa engraxada são resíduo oleoso Classe I. Veja por que segregar na relubrificação e provar o destino com MTR, CDF e CADRI.
Reagente vencido e sobra de análise de QC são resíduo Classe I. Veja por que a bombona única é risco e como a coleta certificada prova o destino do resíduo.
Resíduo sem evidência de destino reprova a auditoria ISO 14001. Veja o que a norma exige de fato e como a cadeia documental MTR, CDF e CADRI sustenta o SGA.
Painel de comando, drive e placa obsoletos são sucata eletroeletrônica Classe I. Veja por que vender ao ferro-velho não é destinação e como provar o destino.
Lâmpada fluorescente queimada contém mercúrio e é resíduo Classe I. Entenda por que manter o tubo íntegro e como a coleta certificada prova o destino final.
Solo escavado de área contaminada vira resíduo a classificar e destinar. Entenda como a CONAMA 420/2009 e a coleta certificada provam o destino do material.
Sal de têmpera e banho de sal esgotado do tratamento térmico tende a Classe I: veja por que segregar, laudar e fazer a coleta com a destinação certificada.