O fluido hidráulico usado não vai todo pro rerrefino
Fluido hidráulico usado mineral, sintético e resistente ao fogo seguem rotas distintas. Veja como classificar pelo tipo e pela contaminação antes de coletar.
Fluido hidráulico usado mineral, sintético e resistente ao fogo seguem rotas distintas. Veja como classificar pelo tipo e pela contaminação antes de coletar.
A NBR 12235 define como guardar resíduo Classe I antes da coleta: área coberta, contenção, segregação. Sem isso, o galpão vira não conformidade na auditoria.
Reforma do galpão gera entulho com regime CONAMA 307. Entenda por que a Classe D perigosa some na caçamba única e como a coleta certificada prova o destino.
Lã de rocha removida na parada de manutenção vira resíduo a classificar pela NBR 10004: limpa é Classe II, contaminada por óleo é Classe I. Conheça a rota.
A NBR 13221 disciplina o transporte terrestre de resíduo: veículo, MTR, identificação. Entenda por que a responsabilidade do gerador não termina no portão.
O pó de pintura eletrostática (overspray, pó vencido, filtros de cabine) é resíduo a classificar (NBR 10004). Veja a coleta certificada que prova o destino.
A política de compras sustentáveis do cliente virou cláusula e cobra a destinação do seu resíduo: entenda como a cadeia documental por lote responde a tudo.
O óleo lubrificante usado tem regime federal próprio: CONAMA 362/2005 e 450/2012 exigem rerrefino prioritário e coleta certificada que comprova o destino.
Graxa usada, borra de graxa e estopa engraxada são resíduo oleoso Classe I. Veja por que segregar na relubrificação e provar o destino com MTR, CDF e CADRI.
Certificado de reciclagem para meta de logística reversa só vale com lastro: cadeia documental e CDF por trás da massa. Veja quando é frágil em auditoria.