O edital público exige destino certificado do seu resíduo
A compra pública virou um filtro de fornecedor: o edital exige a comprovação de destinação certificada do resíduo. Veja o que organizar antes de habilitar.
A compra pública virou um filtro de fornecedor: o edital exige a comprovação de destinação certificada do resíduo. Veja o que organizar antes de habilitar.
Mandar Classe I para um aterro licenciado não basta: se o destino não cumpre a ABNT NBR 10157 ou o CADRI não cobre a corrente, o passivo volta ao gerador.
Resíduo Classe I sem MTR, CDF e CADRI vira prêmio maior, exclusão ou sinistro negado. Veja por que a apólice ambiental não substitui a destinação correta.
Reforma do galpão gera entulho com regime CONAMA 307. Entenda por que a Classe D perigosa some na caçamba única e como a coleta certificada prova o destino.
Lei, contrato e ESG cobram o resíduo industrial e pedem a mesma prova por lote. Veja por que a coleta certificada e a cadeia documental respondem às três.
A NBR 13221 disciplina o transporte terrestre de resíduo: veículo, MTR, identificação. Entenda por que a responsabilidade do gerador não termina no portão.
A política de compras sustentáveis do cliente virou cláusula e cobra a destinação do seu resíduo: entenda como a cadeia documental por lote responde a tudo.
Certificado de reciclagem para meta de logística reversa só vale com lastro: cadeia documental e CDF por trás da massa. Veja quando é frágil em auditoria.
No RAPP anual do IBAMA, declarar a destinação do resíduo por estimativa fica frágil. Veja como MTR, CDF e CADRI sustentam o que a empresa informa ao órgão.
Quando o cliente vai à sua planta auditar a gestão de resíduos, ele cruza o pátio com o documento. Veja o que o auditor verifica e o que sustenta a visita.