Borra de tinta da cabine: overspray que vira Classe I
Borra de tinta da cabine tende a Classe I por solvente, pigmento e metal. Veja quando destinar, como provar por laudo e a coleta com destinação certificada.
Borra de tinta da cabine tende a Classe I por solvente, pigmento e metal. Veja quando destinar, como provar por laudo e a coleta com destinação certificada.
CONAMA 264/1999 licencia o forno de clínquer para coprocessamento. Sem a licença da cimenteira e o CDF do coprocessador por carga, a rota não tem lastro.
Cinza de caldeira de biomassa e carvão: por que a cinza vira Classe I, o laudo que decide a classe e como destinar com MTR, CDF e rastreio comprovado.
Solvente usado e borra de fundo (still bottom) da recuperação por destilação são Classe I por laudo: veja quando vira perigoso e como destinar com prova.
Banho de fosfatização exausto e lodo de fosfato concentram metal e óleo. Veja quando vira Classe I por laudo e como destinar com prova rastreada.
Lodo de ETE industrial desaguado em filtro-prensa: entenda quando a torta vira Classe I por laudo e como destinar com MTR, CDF e prova rastreada.
Abrasivo de jateamento gasto vira Classe I quando retém tinta antiga: como classificar por laudo e destinar com MTR, CDF e cadeia rastreada.
Resina de troca iônica e carvão ativado esgotados do tratamento de água viram Classe I quando retêm metal ou orgânico. Veja laudo, rota e cadeia documental.
Borra oleosa de fundo de tanque é resíduo Classe I com H2S, hidrocarboneto e metal. Veja a rota certificada de coleta, recuperação de óleo, MTR e CDF sem multa.
Catalisador exaurido de FCC e hidrotratamento é Classe I, piróforo e tem metal recuperável. Veja como coletar, inertizar e destinar com MTR, CDF e rastreio.