O óleo térmico que degradou não é um óleo usado comum
O fluido térmico drenado degrada por craqueamento e oxidação: vira resíduo Classe I, e a borra do sistema é corrente própria. Veja a rota correta do resíduo.
O fluido térmico drenado degrada por craqueamento e oxidação: vira resíduo Classe I, e a borra do sistema é corrente própria. Veja a rota correta do resíduo.
Bombona vazia não é bombona limpa: sem tríplice lavagem comprovada, a embalagem que conteve produto químico tende a Classe I pela NBR 10004. Veja o destino.
Na due diligence ambiental de uma aquisição, resíduo sem classificação, MTR ou CDF vira contingência oculta que derruba o valuation. Veja como se preparar.
O pó retido na coifa de solda concentra manganês, cromo e níquel e tende a Classe I. Conheça a classificação pela NBR 10004 e a rota de destino certificado.
No RAPP anual do IBAMA, declarar a destinação do resíduo por estimativa fica frágil. Veja como MTR, CDF e CADRI sustentam o que a empresa informa ao órgão.
Quando o cliente vai à sua planta auditar a gestão de resíduos, ele cruza o pátio com o documento. Veja o que o auditor verifica e o que sustenta a visita.
Bateria industrial usada é resíduo Classe I sob a CONAMA 401/2008. Veja por que o valor do chumbo não dispensa a prova de destinação com MTR, CDF e CADRI.
Quando o cliente puxa sua planta para o CDP, a seção de resíduos exige dado por lote. Sem CDF que comprove a rota, o score cai. Veja como a coleta sustenta.
SPL Spent Pot Lining é Classe I por cianeto, fluoreto e reatividade com água. Veja segregação, rotas licenciadas e a coleta rastreada da Seven Resíduos.
Bateria de empilhadeira, UPS, BESS e Li-ion industrial sob CONAMA 401/2008 e Decreto 11.413/2023: coleta com MTR, CDF, RAPP e meta de retorno auditavel.