Resíduo na nota CDP: o dado que trava o fornecedor
No CDP Supply Chain, o resíduo entra no Scope 3 e no módulo de água e move a nota D→A; só MTR e CDF por rota sustentam a resposta do fornecedor industrial.
No CDP Supply Chain, o resíduo entra no Scope 3 e no módulo de água e move a nota D→A; só MTR e CDF por rota sustentam a resposta do fornecedor industrial.
CVM 193/2023 adota o ISSB e o relato de sustentabilidade vira obrigação auditável. Veja por que o dado de resíduo (Scope 3 cat. 5) precisa do rigor do balanço.
Fluido de corte e óleo solúvel exauridos são Classe I mesmo com 90% água. Veja coleta, MTR, quebra de emulsão via destinador e dado Scope 3 para a cadeia.
ResponsibleSteel International Standard v2.0 cobra plano de resíduos, MTR/CDF e Decarbonisation Progress Level. Veja a coleta certificada que cumpre auditoria.
Coleta certificada de bateria industrial sob CONAMA 401/2008 e Decreto 11.044/2022. Logística reversa rastreada, MTR/CDF e meta 25% atendida.
Bateria de empilhadeira, UPS, BESS e Li-ion industrial sob CONAMA 401/2008 e Decreto 11.413/2023: coleta com MTR, CDF, RAPP e meta de retorno auditavel.
Borra de cabine spray booth e filtros saturados de overspray: coleta certificada Seven Classe I com MTR/CDF, roteamento coproc CONAMA 499 e laudo XRF.
Como a coleta e destinação certificada de resíduos industriais vira número auditável de Scope 3 categoria 5 para CDP, CSRD e SBTi. Guia prático.
IFRS S1 e S2 no Brasil: divulgação climática mandatória adotada pelo CVM, impacto industrial e protocolo Seven para fornecedor de empresa listada.
Scope 3 categoria 5 (resíduos) na indústria: metodologia bottom-up GHG Protocol, fator IPCC/DEFRA e protocolo Seven com memorial auditável.