A mangueira hidráulica velha não é só sucata de borracha
Correia e mangueira trocadas na manutenção não são “só borracha”: a contaminação por óleo ou químico muda a classe na NBR 10004. Veja como destinar certo.
Correia e mangueira trocadas na manutenção não são “só borracha”: a contaminação por óleo ou químico muda a classe na NBR 10004. Veja como destinar certo.
Lã de rocha removida na parada de manutenção vira resíduo a classificar pela NBR 10004: limpa é Classe II, contaminada por óleo é Classe I. Conheça a rota.
A TNFD coloca o resíduo industrial como pressão sobre solo e água. Veja por que só a cadeia com MTR e CDF por rota e sítio sustenta esse dado no relato.
Meta SBTi validada puxa o Scope 3 categoria 5: o resíduo industrial entra pela rota, e só MTR e CDF por destinação sustentam a redução reportada.
No CDP Supply Chain, o resíduo entra no Scope 3 e no módulo de água e move a nota D→A; só MTR e CDF por rota sustentam a resposta do fornecedor industrial.
A CSRD e a norma ESRS E5 alcançam o fornecedor industrial brasileiro por cláusula contratual: só MTR e CDF por rota dão lastro ao dado de resíduo exigido.
CVM 193/2023 adota o ISSB e o relato de sustentabilidade vira obrigação auditável. Veja por que o dado de resíduo (Scope 3 cat. 5) precisa do rigor do balanço.
Entenda como o critério de gestão de resíduo dentro do tema Environment decide a medalha EcoVadis e por que a coleta certificada com MTR e CDF sobe o scorecard.