A rede varejista cobra o destino do seu resíduo industrial
A grande rede varejista exige evidência de destinação do resíduo do fornecedor. Entenda o programa de fornecedor, a auditoria e como organizar o seu rastro.
A grande rede varejista exige evidência de destinação do resíduo do fornecedor. Entenda o programa de fornecedor, a auditoria e como organizar o seu rastro.
A lata de aerossol industrial “vazia” segue pressurizada e contaminada: por que ela tende a Classe I pela NBR 10004 e como destinar com cadeia documental.
Carvão ativado saturado concentra o que reteve: solvente, fenol, metal. A classificação segue o adsorvato. Veja como caracterizar, classificar e destinar.
Na due diligence ambiental de uma aquisição, resíduo sem classificação, MTR ou CDF vira contingência oculta que derruba o valuation. Veja como se preparar.
Uma corrente de resíduo fora do inventário da CONAMA 313/2002 reaparece na renovação de licença. Veja o que o órgão cobra e como a cadeia documental prova.
Amostra mal coletada invalida o laudo do resíduo. Veja como a NBR 10007 sustenta a classificação e por que a coleta certificada depende dessa base técnica.
Cinza de caldeira de biomassa e carvão: por que a cinza vira Classe I, o laudo que decide a classe e como destinar com MTR, CDF e rastreio comprovado.
O IRMA exige rastreabilidade do resíduo industrial da mina. Veja como a coleta certificada com MTR e CDF sustenta o capítulo de waste e o nível auditado.