Reprovado na homologação por causa do resíduo
Cadastro de fornecedor trava quando falta a prova de destinação do resíduo. Veja o que a aba ambiental exige anexar (MTR, CDF e CADRI) e como ser aprovado.
Cadastro de fornecedor trava quando falta a prova de destinação do resíduo. Veja o que a aba ambiental exige anexar (MTR, CDF e CADRI) e como ser aprovado.
Bateria industrial usada é resíduo Classe I sob a CONAMA 401/2008. Veja por que o valor do chumbo não dispensa a prova de destinação com MTR, CDF e CADRI.
O filtro de óleo trocado na manutenção retém óleo impregnado: é resíduo Classe I, não sucata. Veja por que e como provar o destino com cadeia certificada.
“Destinação sustentável” e “zero aterro” sem lastro por lote viram greenwashing. Entenda como MTR, CDF e CADRI substanciam a alegação ambiental do resíduo.
A borra da caixa separadora água-óleo é resíduo Classe I. Veja por que separar não é tratar e como a coleta certificada prova o destino e fecha o passivo.
Destinar resíduo errado pode ser crime ambiental (Lei 9.605) e infração administrativa (Decreto 6.514). Veja como a coleta certificada prova a conformidade.
Telha de fibrocimento amianto removida do galpão é resíduo perigoso Classe I e banido no Brasil. Veja por que e como a coleta certificada prova o destino.
Resíduo sem rota comprovada vira red flag na due diligence ambiental de M&A. Entenda como a coleta certificada com MTR, CDF e CADRI protege o preço do deal.
Cliente pediu a taxa de desvio de aterro? Só a coleta de resíduos industriais com destinação certificada e CDF por lote sustenta o indicador na verificação.
Logística reversa obrigatória cobra o gerador industrial: veja como a coleta de resíduos industriais e a destinação certificada comprovam esse fluxo reverso.