Como o auditor audita o resíduo: a ABNT NBR ISO 19011
A ABNT NBR ISO 19011 define o método do auditor: ele amostra e rastreia a evidência do MTR ao CDF e à licença. Entenda por que pasta completa ainda reprova.
A ABNT NBR ISO 19011 define o método do auditor: ele amostra e rastreia a evidência do MTR ao CDF e à licença. Entenda por que pasta completa ainda reprova.
A maioria das plantas só teme o crime ambiental, mas o auto de infração sob o Decreto 6.514/2008 vem antes, é mais comum, mais rápido e traz multa e embargo.
Cliente listado no ISE B3 leva a exigência ambiental até o seu resíduo. Veja por que documentação de destinação rastreável virou insumo verificável da nota.
A due diligence de terceiros do programa de integridade passou a olhar o resíduo do fornecedor. Veja o rastro documental que o gerador precisa ter pronto.
Fluido hidráulico usado mineral, sintético e resistente ao fogo seguem rotas distintas. Veja como classificar pelo tipo e pela contaminação antes de coletar.
No programa de fornecedor automotivo, ter o certificado ISO 14001 não basta: a auditoria de segunda parte pede o rastro documental do resíduo por corrente.
A PNRS proíbe queima a céu aberto, lançamento in natura e mistura do perigoso no comum. Veja o rol do artigo 47, a base penal e por que o atalho vira crime.
A lata de aerossol industrial “vazia” segue pressurizada e contaminada: por que ela tende a Classe I pela NBR 10004 e como destinar com cadeia documental.
Resíduo Classe I sem MTR, CDF e CADRI vira prêmio maior, exclusão ou sinistro negado. Veja por que a apólice ambiental não substitui a destinação correta.
Lâmpada fluorescente queimada contém mercúrio e é resíduo Classe I. Entenda por que manter o tubo íntegro e como a coleta certificada prova o destino final.