Reagente vencido e sobra de análise são resíduo Classe I
Reagente vencido e sobra de análise de QC são resíduo Classe I. Veja por que a bombona única é risco e como a coleta certificada prova o destino do resíduo.
Reagente vencido e sobra de análise de QC são resíduo Classe I. Veja por que a bombona única é risco e como a coleta certificada prova o destino do resíduo.
Painel de comando, drive e placa obsoletos são sucata eletroeletrônica Classe I. Veja por que vender ao ferro-velho não é destinação e como provar o destino.
Cadastro de fornecedor trava quando falta a prova de destinação do resíduo. Veja o que a aba ambiental exige anexar (MTR, CDF e CADRI) e como ser aprovado.
Lâmpada fluorescente queimada contém mercúrio e é resíduo Classe I. Entenda por que manter o tubo íntegro e como a coleta certificada prova o destino final.
Quando o cliente puxa sua planta para o CDP, a seção de resíduos exige dado por lote. Sem CDF que comprove a rota, o score cai. Veja como a coleta sustenta.
Lixiviação e solubilização decidem se o resíduo é Classe I, II A ou II B. Veja por que a classe presumida não sustenta a rota nem a destinação certificada.
O filtro de óleo trocado na manutenção retém óleo impregnado: é resíduo Classe I, não sucata. Veja por que e como provar o destino com cadeia certificada.
“Destinação sustentável” e “zero aterro” sem lastro por lote viram greenwashing. Entenda como MTR, CDF e CADRI substanciam a alegação ambiental do resíduo.
Amostra mal coletada invalida o laudo do resíduo. Veja como a NBR 10007 sustenta a classificação e por que a coleta certificada depende dessa base técnica.
A borra da caixa separadora água-óleo é resíduo Classe I. Veja por que separar não é tratar e como a coleta certificada prova o destino e fecha o passivo.