Descarte de embalagem vazia de produto químico: por que bombona, tambor e big bag continuam Classe I
Descarte de embalagem vazia de produto químico: entenda por que bombona, tambor e big bag seguem Classe I e como provar a destinação com MTR e CDF.
Descarte de embalagem vazia de produto químico: entenda por que bombona, tambor e big bag seguem Classe I e como provar a destinação com MTR e CDF.
Mistura de resíduos Classe I e Classe II reclassifica a carga inteira: entenda o efeito na rota de destinação, no CADRI e no custo.
Coleta de resíduos em parada de manutenção industrial: por que CADRI, acondicionamento e janela de coleta precisam estar fechados antes do shutdown.
Renovação de CADRI atrasada trava a coleta e para o resíduo no pátio. Entenda prazo, saldo de quantidade estimada e como antecipar a nova emissão.
Na área de armazenamento temporário de resíduos, o fiscal olha contenção, rótulo e incompatibilidade antes do documento. Veja o checklist.
Pó de aciaria e carepa de laminação nascem na mesma usina, mas o resíduo de metalurgia muda de classe conforme a origem. Entenda a rota correta.
Emulsão saturada é resíduo Classe I. Entenda o descarte de fluido de corte usado com MTR no SIGOR/CETESB, CADRI do destinador e CDF válido.
Mistura de resíduos Classe I e Classe II não dilui o perigo: reclassifica o lote inteiro, invalida o CADRI e multiplica o custo da destinação.
Bombona, tambor e IBC vazios seguem Classe I. Entenda as regras do descarte de embalagem contaminada e a documentação exigida em SP.
Descarte de refugo plástico industrial: entenda quando a purga de extrusora e o refugo com pigmento ou retardante viram resíduo Classe I.