Embalagem errada anula segregação certa: o recipiente para resíduo de saúde que descaracteriza o descarte
Caixa acima da linha, saco rasgado e bombona reaproveitada: veja como o recipiente para resíduo de saúde anula a segregação e trava o CDF.
Caixa acima da linha, saco rasgado e bombona reaproveitada: veja como o recipiente para resíduo de saúde anula a segregação e trava o CDF.
Uma bombona errada basta: entenda como a mistura de resíduos Classe I e Classe II reclassifica o lote inteiro e multiplica o custo da destinação.
Mistura de resíduos Classe I e Classe II reclassifica o lote inteiro como perigoso, muda a rota de destinação e invalida o CADRI. Entenda.
Mistura de resíduos Classe I e Classe II não dilui o perigo: reclassifica o lote inteiro, invalida o CADRI e multiplica o custo da destinação.
Um litro de solvente em tambor Classe IIA gera mistura de resíduos Classe I e Classe II: a carga inteira vira perigosa e o laudo perde validade.
Mistura de resíduos Classe I e Classe II não dilui: requalifica o lote inteiro como perigoso, encarece a destinação e invalida CADRI e MTR. Entenda.
A mistura de resíduos Classe I e Classe IIA reclassifica o lote inteiro como perigoso, muda CADRI, rota e custo. Entenda o que acontece no pátio.
A mistura de resíduo Classe I com Classe II puxa toda a carga para a classe mais restritiva. Veja a regra da NBR 10004 e o efeito no CADRI e no MTR.
Uma mistura de resíduos Classe I e Classe IIA reclassifica a caçamba inteira: muda rota, CADRI, MTR e custo. Entenda a regra da NBR 10004.