FISPQ não classifica resíduo: o que ela prova e o que falta para a NBR 10004
A FISPQ descreve o produto, não o resíduo. Entenda o que ela prova, o que falta e por que só laudo e ensaio definem Classe I, IIA ou IIB.
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A FISPQ descreve o produto químico, não o resíduo gerado. Entenda por que só o laudo NBR 10004 sustenta CADRI, MTR e CDF na sua planta.
Quanto custa classificação de resíduos conforme a NBR 10004? Veja os fatores que movem o preço do laudo Classe I, IIA ou IIB e como evitar retrabalho.
Validade do laudo de classificação de resíduos: a NBR 10004 não fixa prazo. Veja os gatilhos que obrigam reclassificar antes da auditoria.
A validade do laudo de classificação de resíduos não é uma data no calendário: é o processo. Veja os gatilhos que obrigam refazer a NBR 10004.
A FISPQ descreve o insumo, não o resíduo. Veja como usar a ficha de segurança para caracterizar o descarte e por que só o laudo NBR 10004 classifica.
Um resíduo Classe I pode ser perigoso por listagem de origem ou por característica de periculosidade. Entenda as duas rotas da NBR 10004.
A validade do laudo de classificação de resíduos não é contada em meses: quem vence o laudo é a troca de insumo, banho ou fornecedor. Entenda.
FISPQ classificação de resíduo: entenda por que a ficha do produto não prova Classe I, IIA ou IIB e só o laudo NBR 10004 vale na CETESB.
Tambor sem rótulo na planta? Veja o roteiro de classificação de resíduo desconhecido: origem, presunção de Classe I, laudo NBR 10004 e CADRI.