Coprocessamento de resíduos: por que o forno de cimento recusa mais amostra do que aceita
Cloro, metais e poder calorífico definem o coprocessamento de resíduos. Entenda os critérios de aceitação do forno de cimento e por que o blend reprova.
Cloro, metais e poder calorífico definem o coprocessamento de resíduos. Entenda os critérios de aceitação do forno de cimento e por que o blend reprova.
Caracterização de resíduos industriais em tambor sem rótulo: reconstrua o histórico, use a FISPQ, ensaie e emita o laudo NBR 10004.
Descarte de embalagem vazia de produto químico: entenda por que bombona, tambor e big bag seguem Classe I e como provar a destinação com MTR e CDF.
Mistura de resíduos Classe I e Classe II reclassifica a carga inteira: entenda o efeito na rota de destinação, no CADRI e no custo.
FISPQ: o que é, como ler as 16 seções e por que ela define se a sobra sai como resíduo Classe I, IIA ou IIB antes do laudo NBR 10004.
Borra oleosa: descarte Classe I exige caracterização, CADRI e rota licenciada. Veja como fechar a limpeza de tanque com MTR, CDF e prova válida.
Quanto custa destinar resíduo Classe I? Entenda caracterização, rota, distância e documentação que formam o preço por tonelada em São Paulo.
Na área de armazenamento temporário de resíduos, o fiscal olha contenção, rótulo e incompatibilidade antes do documento. Veja o checklist.
Entenda a validade do laudo de classificação de resíduos, quando a reclassificação é obrigatória e como o laudo NBR 10004 sustenta CADRI e PGRS.
Trocou tinta, banho ou turno? A revisão de PGRS evita inconsistência em auditoria e renovação de licença. Veja os gatilhos e o que fazer.