O que Torna um Resíduo Classe II-A e Não Classe I

Na rotina de gestores ambientais, responsáveis técnicos e diretores industriais, uma das decisões mais consequentes é também uma das mais mal compreendidas: determinar se um material gerado na operação é resíduo Classe I e II. E, dentro dessa determinação, entender por que um resíduo específico é Classe II-A — e não perigoso — é tão importante quanto identificar o que faz um material ser perigoso.