Banho de níquel esgotado não é efluente: o resíduo de galvanoplastia que sai da linha como Classe I
Banho esgotado não vai para a ETE: entenda por que o resíduo de galvanoplastia é Classe I e exige CADRI, MTR e CDF antes de sair da planta.
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Terceirizar gestão de resíduos industriais ou manter equipe interna? Compare custo, tempo do RT e a prova documental MTR, CDF e CADRI.
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Descarte de embalagem de produto químico: por que o tambor de solvente “vazio” segue Classe I e como provar o destino com MTR, CDF e CADRI.
Responsabilidade compartilhada de resíduos: a Lei 12.305/2010 mantém o gerador na cadeia após a coleta. Veja o que prova destinação regular.
Licenciamento ambiental indústria: entenda a sequência LP, LI e LO na ampliação da fábrica e por que a coleta exige CADRI antes da partida.
Renovação de licença de operação CETESB para quando a destinação não tem CADRI, MTR e CDF que a sustentem. Veja o que conferir antes do protocolo.
CADRI coletivo ou individual: compare número de resíduos, destinadores, alterações de rota e taxa CETESB para decidir qual pedido protocolar.
Entenda a validade do CADRI, o que trava quando o certificado vence e como montar o calendário de renovação sem parar a coleta da planta.