Renovação de licença de operação CETESB: a conferência de resíduo que decide o processo
Na renovação de licença de operação CETESB, a pendência de resíduo aparece primeiro. Veja o que o analista confere lote a lote antes de exigir.
Na renovação de licença de operação CETESB, a pendência de resíduo aparece primeiro. Veja o que o analista confere lote a lote antes de exigir.
Nova linha, troca de solvente ou de embalagem cria resíduo sem classificação. Veja os gatilhos que obrigam a atualização do PGRS na indústria.
Na troca de destinador, o CADRI não é transferível: o certificado da CETESB vincula gerador e unidade receptora. Entenda o que fazer antes.
Erro no MTR com a classe do resíduo trocada gera recusa na portaria, CDF inconsistente e histórico sujo no SIGOR/CETESB. Veja como corrigir.
Coleta de resíduos industriais em Campinas: como distância e janela de coleta afetam MTR, SIGOR/CETESB e CDF na RMC. Veja o que exigir.
Revisão do PGRS: veja os gatilhos que obrigam a atualizar o plano e por que a divergência entre PGRS e MTR é o primeiro achado do auditor.
Como escolher empresa de gestão de resíduos industriais sem risco: o checklist de licenças, CADRI, MTR e CDF que sua empresa deve exigir antes de assinar.
Quanto custa destinação de resíduo Classe I? Veja o que forma o preço: caracterização, acondicionamento, distância, rota e documentos.
Descarte de lote reprovado na indústria farmacêutica exige descaracterização, incineração licenciada e CDF nominal ao lote. Veja como provar.
Descarte de fluido de corte usado segue regime próprio: a emulsão de usinagem não vai ao rerrefino. Veja rota, acondicionamento e prova documental.