Resíduo virou item de lei, contrato e ESG ao mesmo tempo
Lei, contrato e ESG cobram o resíduo industrial e pedem a mesma prova por lote. Veja por que a coleta certificada e a cadeia documental respondem às três.
Lei, contrato e ESG cobram o resíduo industrial e pedem a mesma prova por lote. Veja por que a coleta certificada e a cadeia documental respondem às três.
A NBR 13221 disciplina o transporte terrestre de resíduo: veículo, MTR, identificação. Entenda por que a responsabilidade do gerador não termina no portão.
A política de compras sustentáveis do cliente virou cláusula e cobra a destinação do seu resíduo: entenda como a cadeia documental por lote responde a tudo.
Certificado de reciclagem para meta de logística reversa só vale com lastro: cadeia documental e CDF por trás da massa. Veja quando é frágil em auditoria.
No RAPP anual do IBAMA, declarar a destinação do resíduo por estimativa fica frágil. Veja como MTR, CDF e CADRI sustentam o que a empresa informa ao órgão.
Quando o cliente vai à sua planta auditar a gestão de resíduos, ele cruza o pátio com o documento. Veja o que o auditor verifica e o que sustenta a visita.
Cadastro de fornecedor trava quando falta a prova de destinação do resíduo. Veja o que a aba ambiental exige anexar (MTR, CDF e CADRI) e como ser aprovado.
Bateria industrial usada é resíduo Classe I sob a CONAMA 401/2008. Veja por que o valor do chumbo não dispensa a prova de destinação com MTR, CDF e CADRI.
O filtro de óleo trocado na manutenção retém óleo impregnado: é resíduo Classe I, não sucata. Veja por que e como provar o destino com cadeia certificada.
“Destinação sustentável” e “zero aterro” sem lastro por lote viram greenwashing. Entenda como MTR, CDF e CADRI substanciam a alegação ambiental do resíduo.