DMR CETESB: a declaração que cruza todos os MTR da sua planta
Entenda como a DMR CETESB consolida os MTR do período, o que o cruzamento revela e como o fechamento mensal evita autuação por inconsistência.
Entenda como a DMR CETESB consolida os MTR do período, o que o cruzamento revela e como o fechamento mensal evita autuação por inconsistência.
O CDF chegou com peso diferente do MTR? Entenda a divergência entre MTR e CDF, como o auditor lê a diferença e o que reconciliar antes de arquivar.
Parada de manutenção gera em dias o resíduo de meses. Veja como planejar coleta, CADRI e MTR antes de desligar a linha e evitar autuação.
Trocar de empresa de coleta de resíduos sem abrir lacuna em MTR, CDF e CADRI. Veja o roteiro de migração que a auditoria e a CETESB vão cobrar.
Quanto custa destinação de resíduo Classe I? Veja as seis variáveis que formam o preço da tonelada e compare propostas sem olhar só o total.
Quem elabora o PGRS da sua planta? Veja o que exigir do responsável técnico, o papel da ART e como o plano se conecta ao laudo e ao CADRI.
Troca de insumo, nova linha ou novo destinador exigem atualização do PGRS. Veja os gatilhos de revisão e o risco de um plano defasado.
Cloro, metais e poder calorífico definem o coprocessamento de resíduos. Entenda os critérios de aceitação do forno de cimento e por que o blend reprova.
Mistura de resíduos Classe I e Classe II reclassifica a carga inteira: entenda o efeito na rota de destinação, no CADRI e no custo.
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