Gestão de resíduos em condomínio industrial: cada CNPJ é gerador e responde pelo próprio resíduo
Taxa condominial não emite MTR nem CDF. Entenda a gestão de resíduos em condomínio industrial e por que cada CNPJ responde pelo próprio resíduo.
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A atualização do PGRS é o que sustenta a licença de operação. Veja o que a fiscalização compara entre o plano protocolado e o pátio real.
Não existe prazo universal: o tempo de armazenamento de resíduos na indústria vem das condicionantes da licença, da área e da validade do CADRI.
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Renovação de licença de operação CETESB: veja quais documentos de resíduos sustentam o pedido — PGRS coerente, CADRI ativo, MTR e CDF arquivados.
Trocar empresa de coleta de resíduos exige CADRI do novo destinador, CDF dos lotes pendentes e MTR sem lacuna. Veja o roteiro da transição.
CADRI vencido do destinador transforma a coleta em destinação sem amparo. Veja o roteiro de verificação antes de cada carga sair do pátio.
Descarte de terra diatomácea saturada: como classificar conforme a NBR 10004, quais rotas de destinação existem e por que o CDF é obrigatório.
Armazenamento temporário de resíduos perigosos: piso, bacia de contenção, cobertura, rótulo e prazo — a sequência que o fiscal da CETESB checa primeiro.
Coleta de resíduos industriais em Cubatão e Santos: entenda o perfil Classe I da Baixada Santista e a documentação CETESB exigida do gerador.