Trocar empresa de coleta de resíduos sem abrir buraco documental
Vai trocar empresa de coleta de resíduos? Veja o que exigir na transição para não ficar sem MTR, CDF e CADRI válidos na próxima auditoria.
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Identificação de resíduos perigosos: veja o que o rótulo do tambor precisa trazer para o MTR fechar com o laudo e a coleta não travar na planta.
Piso, bacia de contenção, incompatibilidade e prazo: o que a fiscalização olha no armazenamento temporário de resíduos perigosos. Veja o roteiro.
Renovação de licença de operação CETESB: descubra quais documentos de resíduo travam o protocolo e como chegar com PGRS, CADRI, MTR e CDF em ordem.
A FISPQ descreve o produto, não o resíduo. Entenda o que ela prova e por que só o laudo da NBR 10004 sustenta CADRI e auditoria.
Atualização do PGRS: entenda os gatilhos que tornam o plano obsoleto e como o auditor compara o documento com a realidade do pátio.
Resíduos de parada de manutenção estouram o pátio e o PGRS. Veja como planejar CADRI, acondicionamento e coleta antes do desligamento.
Vai trocar empresa de coleta de resíduos? Veja como migrar MTR, CDF e CADRI sem buraco documental e o que exigir do fornecedor que sai.
CADRI coletivo ou individual? Compare volume, correntes, destinadores e prazo e escolha o formato certo antes de abrir o processo na CETESB.
Armazenamento temporário de resíduos industriais: piso, contenção, rótulo e prazo definem a autuação antes de o fiscal pedir documento.