Quanto custa gerenciamento de resíduos industriais em São Paulo — e o que realmente entra no preço
Quanto custa gerenciamento de resíduos industriais em SP? Veja as 7 linhas que formam o preço e compare propostas sem cair no barato sem prova.
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Descarte de refugo plástico industrial: entenda quando a purga de extrusora e o refugo com pigmento ou retardante viram resíduo Classe I.
Troca de insumo, nova linha ou novo destinador: entenda quando a revisão do PGRS é obrigatória e como provar conformidade na auditoria.
Renovação de licença de operação CETESB trava por papel, não por processo. Veja o pacote de resíduos exigido — PGRS, CADRI, MTR e CDF — e as lacunas.
Empreiteira que trabalha na sua planta gera resíduo em seu nome. Entenda quem assina o MTR e responde pelo resíduo gerado por empresa terceirizada.
Trocar de empresa de destinação de resíduos exige novo CADRI: veja o que refazer, o que trava a coleta e como planejar a transição.
Fiscalização CETESB de resíduos industriais: veja a sequência real da inspeção no armazenamento e quais falhas geram autuação imediata.
Renovação de licença de operação CETESB: veja quais provas de destinação são exigidas e monte o dossiê de MTR, CDF e CADRI antes do protocolo.
Piso, contenção, cobertura, segregação, identificação e tempo: a ordem real de checagem no armazenamento temporário de resíduos industriais.
Sem identificação de resíduos industriais, o gerador perde o direito de afirmar a classe. Veja o padrão mínimo de rótulo que sustenta laudo e MTR.