Lama de retífica: o bolo oleoso que vira Classe I
Lama de retífica é finos de metal, óleo e abrasivo: a classe sai por laudo, não por presunção. Veja rotas via cadeia licenciada e destinação rastreada.
Lama de retífica é finos de metal, óleo e abrasivo: a classe sai por laudo, não por presunção. Veja rotas via cadeia licenciada e destinação rastreada.
Embalagem industrial vazia herda a classe do que conteve: veja quando IBC, bombona e tambor viram resíduo Classe I e como destinar com MTR, CDF e prova.
Cinza de caldeira de biomassa e carvão: por que a cinza vira Classe I, o laudo que decide a classe e como destinar com MTR, CDF e rastreio comprovado.
Solvente usado e borra de fundo (still bottom) da recuperação por destilação são Classe I por laudo: veja quando vira perigoso e como destinar com prova.
Convenção de Roterdã e o PIC controlam o químico perigoso; quando ele vence vira resíduo Classe I e exige coleta, MTR e CDF com lastro rastreável.
Banho de fosfatização exausto e lodo de fosfato concentram metal e óleo. Veja quando vira Classe I por laudo e como destinar com prova rastreada.
Lodo de ETE industrial desaguado em filtro-prensa: entenda quando a torta vira Classe I por laudo e como destinar com MTR, CDF e prova rastreada.
Abrasivo de jateamento gasto vira Classe I quando retém tinta antiga: como classificar por laudo e destinar com MTR, CDF e cadeia rastreada.
Resina de troca iônica e carvão ativado esgotados do tratamento de água viram Classe I quando retêm metal ou orgânico. Veja laudo, rota e cadeia documental.
Resolução ANTT 5848/2019: o que o gerador de resíduo Classe I deve exigir do transporte (MOPP, ficha de emergência, rotulagem) para a coleta ser legal.