Escória de fundição virando “brita”: Classe I e prova
Escória de fundição e de aciaria não é “brita”: entenda quando é Classe I, o laudo que decide e como a coleta com destinação certificada gera prova por lote.
Escória de fundição e de aciaria não é “brita”: entenda quando é Classe I, o laudo que decide e como a coleta com destinação certificada gera prova por lote.
Cavaco metálico oleoso costuma ser Classe I e não sucata limpa: entenda o laudo, a desoleificação e a coleta com destinação certificada e prova documental.
Pano, estopa e EPI contaminado costumam ser resíduo Classe I: o laudo define a classe e a coleta com destinação certificada gera a prova por lote, sem risco.
Refratário gasto de forno pode ser Classe I por cromo e metal impregnado. Veja como o laudo define a rota e a coleta com destinação certificada comprova.
Resíduo com POP exige destruição irreversível, não aterro: veja o que a Convenção de Estocolmo pede e como a coleta com destinação certificada prova a rota.
Pó de filtro de manga concentra metal e tende a Classe I: veja quando destinar, como provar com laudo e como a coleta com destinação certificada protege.
Areia de fundição usada vira Classe I quando há ligante orgânico ou metais: veja como o laudo decide a rota e como a coleta certificada prova a destinação.
Borra de tinta da cabine tende a Classe I por solvente, pigmento e metal. Veja quando destinar, como provar por laudo e a coleta com destinação certificada.
Lodo galvânico é a torta de hidróxidos metálicos da ETEI: entenda quando vira Classe I e como a coleta com destinação certificada resolve a sua planta.
Sem FDSR e rótulo conformes na origem, a coleta de resíduo Classe I não embarca. Entenda a NBR 16725 e como a destinação certificada exige a ficha certa.