Graxa velha de mancal e borra: o resíduo que vira passivo
Graxa usada, borra de graxa e estopa engraxada são resíduo oleoso Classe I. Veja por que segregar na relubrificação e provar o destino com MTR, CDF e CADRI.
Graxa usada, borra de graxa e estopa engraxada são resíduo oleoso Classe I. Veja por que segregar na relubrificação e provar o destino com MTR, CDF e CADRI.
Reagente vencido e sobra de análise de QC são resíduo Classe I. Veja por que a bombona única é risco e como a coleta certificada prova o destino do resíduo.
Painel de comando, drive e placa obsoletos são sucata eletroeletrônica Classe I. Veja por que vender ao ferro-velho não é destinação e como provar o destino.
Bateria industrial usada é resíduo Classe I sob a CONAMA 401/2008. Veja por que o valor do chumbo não dispensa a prova de destinação com MTR, CDF e CADRI.
Lâmpada fluorescente queimada contém mercúrio e é resíduo Classe I. Entenda por que manter o tubo íntegro e como a coleta certificada prova o destino final.
Lixiviação e solubilização decidem se o resíduo é Classe I, II A ou II B. Veja por que a classe presumida não sustenta a rota nem a destinação certificada.
O filtro de óleo trocado na manutenção retém óleo impregnado: é resíduo Classe I, não sucata. Veja por que e como provar o destino com cadeia certificada.
A borra da caixa separadora água-óleo é resíduo Classe I. Veja por que separar não é tratar e como a coleta certificada prova o destino e fecha o passivo.
Telha de fibrocimento amianto removida do galpão é resíduo perigoso Classe I e banido no Brasil. Veja por que e como a coleta certificada prova o destino.
Sal de têmpera e banho de sal esgotado do tratamento térmico tende a Classe I: veja por que segregar, laudar e fazer a coleta com a destinação certificada.