Como se decide a destinação de resíduo Classe I: coprocessamento, incineração ou aterro industrial
Coprocessamento, incineração ou aterro industrial? Veja como se decide a destinação de resíduo Classe I e qual prova documental cada rota gera.
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Coprocessamento de resíduos industriais: entenda poder calorífico, umidade, cloro, metais e granulometria que reprovam um blend no forno de cimento.
Troca de insumo, nova linha ou novo destinador: entenda quando a revisão do PGRS é obrigatória e como provar conformidade na auditoria.
Renovação de licença de operação CETESB trava por papel, não por processo. Veja o pacote de resíduos exigido — PGRS, CADRI, MTR e CDF — e as lacunas.
Trocar de empresa de destinação de resíduos exige novo CADRI: veja o que refazer, o que trava a coleta e como planejar a transição.
CADRI coletivo ou individual: compare volume, correntes, destinadores e prazo para escolher o formato certo na CETESB antes de travar a saída do resíduo.
MTR recusado pelo destinador: entenda por que a carga volta, o que acontece com o manifesto e quem responde pelo resíduo no retorno.
Não existe prazo único para armazenamento temporário de resíduos perigosos: quem define é a condicionante da licença e a capacidade declarada.
Mistura de resíduos Classe I e Classe II no mesmo tambor reclassifica o lote inteiro como perigoso. Veja o efeito na rota, no CADRI e no custo.
Renovação de licença de operação CETESB: veja quais provas de destinação são exigidas e monte o dossiê de MTR, CDF e CADRI antes do protocolo.