Pó de aciaria destinação: por que o zinco decide a classe e a rota final
Pó de aciaria destinação: entenda como o teor de zinco define a classe conforme a NBR 10004 e qual rota exige CADRI, MTR e CDF em São Paulo.
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Banho de decapagem esgotado é resíduo de galvanoplastia Classe I, não efluente de ETE. Veja a caracterização, o CADRI, o MTR e o CDF exigidos.
CADRI coletivo ou individual: critérios de decisão por perfil de resíduo, quando o formato coletivo trava a coleta e como calcular a taxa CETESB.
Renovação licença de operação CETESB travada por resíduo? Veja como reconstituir CADRI, MTR e CDF antes de protocolar e evitar exigência técnica.
Fiscalização CETESB resíduos industriais: veja a ordem real da inspeção — baias, coerência com o PGRS e MTR sem CDF. Corrija antes da autuação.
Armazenamento temporário de resíduos perigosos tem limite: entenda prazo, baia, bombona, tambor e frequência de coleta antes da autuação. Fale com a Seven.
Coprocessamento de resíduos: entenda por que cloro, enxofre e metais voláteis barram cargas com alto poder calorífico. Veja os critérios de aceitação.
Carga de resíduo recusada na portaria do destinador: o que provoca a recusa, quem paga o retorno e como evitar a parada na sua planta.
A FISPQ descreve o produto virgem, não o resíduo. Entenda o que a ficha prova e por que só o laudo NBR 10004 define a classe.
Desativação de planta industrial: resíduos remanescentes ficam no nome do gerador. Veja a sequência de inventário, classificação, CADRI e o CDF.