Sua empresa sabe a diferença entre coletar e transportar resíduos perigosos?

A maioria das empresas só descobre o problema quando o fiscal já está na porta.
Coletar resíduos perigosos e transportar resíduos perigosos não são a mesma coisa. São etapas distintas, com obrigações legais distintas, responsáveis distintos e documentações distintas. Confundir as duas não é apenas um erro operacional. É um passivo ambiental esperando para virar multa, embargo ou processo criminal.

Como identificar um resíduo infectante dentro do serviço de saúde

Existe um erro silencioso que acontece todos os dias em hospitais, clínicas, laboratórios e consultórios de todo o Brasil: um material com potencial biológico de risco vai parar no saco de lixo errado. Às vezes por falta de treinamento. Às vezes por excesso de confiança. Às vezes porque a equipe simplesmente não sabe, na prática, o que caracteriza um resíduo infectante — e o que o diferencia dos demais materiais gerados pelo serviço de saúde.

Pilhas, baterias e lâmpadas: a cadeia de descarte que poucos gestores conhecem

Toda semana, em depósitos, almoxarifados e corredores de empresas brasileiras, pilhas gastas, baterias descarregadas e lâmpadas queimadas se acumulam em caixas de papelão, sacolas plásticas ou simplesmente no chão. Sem etiqueta. Sem separação. Sem destino definido. O problema não é a falta de espaço. É a falta de informação sobre o que esses três materiais têm em comum: todos são resíduos perigosos, e o descarte inadequado de qualquer um deles é infração ambiental com penalidades previstas em lei.