Resina de troca iônica saturada: classe certa e rota segura
Resina de troca iônica e carvão ativado esgotados do tratamento de água viram Classe I quando retêm metal ou orgânico. Veja laudo, rota e cadeia documental.
Resina de troca iônica e carvão ativado esgotados do tratamento de água viram Classe I quando retêm metal ou orgânico. Veja laudo, rota e cadeia documental.
Na ISO 14001:2015, a coleta certificada de resíduo é a evidência que o auditor pede em 8.1 e 9.1.2. Veja como o registro sustenta o selo e o contrato.
SPL Spent Pot Lining é Classe I por cianeto, fluoreto e reatividade com água. Veja segregação, rotas licenciadas e a coleta rastreada da Seven Resíduos.
Refratário gasto de fim de campanha: quando é Classe IIA, quando é Classe I por Cr VI, rotas de reuso e destinação certificada com MTR, CDF e CADRI rastreáveis.
O selo de água AWS trava a certificação quando o lodo de ETE e o resíduo de ETA não têm cadeia documental rastreável. Veja como organizar a evidência.
Fluido de corte e óleo solúvel exauridos são Classe I mesmo com 90% água. Veja coleta, MTR, quebra de emulsão via destinador e dado Scope 3 para a cadeia.
ZDHC MRSL v3.1 cobrado por LVMH, Hermès, Coach e Inditex: coleta certificada de lodo de cromo, aparas wet-blue e tinta vencida sustenta sourcing premium.
Auditor da Apple cobra zero aterro na fábrica? Veja como a coleta certificada de resíduos industriais virou evidência primária no Apple Supplier Code.
Lei 15.042/2024 cria o SBCE e exige baseline de emissões em 2027. Veja como a coleta certificada de resíduos industriais vira crédito de carbono auditável.
Pá eólica, tanque PRFV e casco naval em fim de vida exigem coleta certificada de GRP com MTR, EPI NR-15 e destinação rastreável. Veja como a Seven opera.