Resíduos de equipamentos eletroeletrônicos em ambientes industriais: classificação e obrigações

O gestor ambiental da metalúrgica tinha o PGRS atualizado, os MTRs dos resíduos de processo em dia e o contrato com a transportadora licenciada renovado. O que faltava era um detalhe que a CETESB encontrou na vistoria: os computadores substituídos durante a última atualização do parque de TI tinham ido para o lixo comum do refeitório. Nenhum manifesto de transporte. Nenhum laudo de classificação. Nenhum certificado de destinação final. Multa aplicada e condicionamento da renovação da licença de operação à comprovação de destinação adequada dos resíduos eletroeletrônicos do período anterior.

Coprocessamento em cimenteira: o que acontece com o resíduo da sua empresa dentro do forno

O resíduo perigoso gerado na sua fábrica não some quando o caminhão parte. Ele percorre uma cadeia técnica, documental e térmica que termina dentro de um forno rotativo operando a temperaturas que chegam a 2.000°C. Entender o que acontece nesse trajeto é a diferença entre uma empresa que gerencia seus passivos com inteligência e uma que apenas transfere o problema para outro endereço.

Transporte de Resíduos Perigosos: Legislação e Exigências

Conheça a legislação do transporte de resíduos perigosos no Brasil: documentação obrigatória, obrigações do gerador, penalidades e checklist prático para sua empresa.

Certificado de Destinação Final: o que é e por que importa

Sua empresa contratou uma empresa de destinação de resíduos, os caminhões passaram, os tambores sumiram — e depois chegou um documento chamado “Certificado de Destinação Final”. Você sabe o que ele significa e qual a consequência de não tê-lo? O Certificado de Destinação Final (CDF) é um dos documentos mais importantes da cadeia de gestão … Ler mais

Gestão integrada de resíduos sólidos: obrigações da empresa

Quando o caminhão de lixo passa na frente da sua fábrica, o que ele leva é de responsabilidade do município. O resto — os resíduos gerados no processo produtivo, os tambores de reagentes, as aparas metálicas, os resíduos de embalagens industriais — é sua responsabilidade, e nenhum governo vai recolher por você. Este é o … Ler mais

Como o SINIR e o SIGOR se comunicam e o que isso significa para empresas de SP

O gestor ambiental de uma indústria paulista emite o MTR no SIGOR, o resíduo sai do pátio, chega ao destinador, e o ciclo parece encerrado. Semanas depois, chega a notificação da CETESB: o destinador não deu aceite no sistema dentro do prazo. A movimentação está inconsistente. A empresa está em infração.

Resíduos de tintas base solvente versus base água: classificações diferentes e destinos distintos

O almoxarifado de uma construtora tem, prateleira por prateleira, sobras de dois tipos de tinta: latas de esmalte sintético com solvente orgânico e baldes de tinta acrílica à base d’água. Ambos os produtos cumpriram sua função. Ambos estão parcialmente utilizados. E ambos precisam ser descartados quando a obra termina.

PGRSS em clínicas de hemodiálise: estrutura mínima exigida e documentos obrigatórios

A fiscalização da Vigilância Sanitária chega sem aviso. O auditor pede o PGRSS. O gestor abre a gaveta, entrega um documento elaborado há quatro anos, com o nome de outro responsável técnico e sem qualquer referência à RDC ANVISA nº 222/2018. O resultado é previsível: autuação, prazo de adequação e, a depender do histórico do estabelecimento, risco de interdição parcial das atividades.