Lodo de ETE industrial: quando a torta vira Classe I
Lodo de ETE industrial desaguado em filtro-prensa: entenda quando a torta vira Classe I por laudo e como destinar com MTR, CDF e prova rastreada.
Lodo de ETE industrial desaguado em filtro-prensa: entenda quando a torta vira Classe I por laudo e como destinar com MTR, CDF e prova rastreada.
Abrasivo de jateamento gasto vira Classe I quando retém tinta antiga: como classificar por laudo e destinar com MTR, CDF e cadeia rastreada.
Resina de troca iônica e carvão ativado esgotados do tratamento de água viram Classe I quando retêm metal ou orgânico. Veja laudo, rota e cadeia documental.
Resolução ANTT 5848/2019: o que o gerador de resíduo Classe I deve exigir do transporte (MOPP, ficha de emergência, rotulagem) para a coleta ser legal.
Borra oleosa de fundo de tanque é resíduo Classe I com H2S, hidrocarboneto e metal. Veja a rota certificada de coleta, recuperação de óleo, MTR e CDF sem multa.
Catalisador exaurido de FCC e hidrotratamento é Classe I, piróforo e tem metal recuperável. Veja como coletar, inertizar e destinar com MTR, CDF e rastreio.
Lâmpada fluorescente, medidor e amálgama com mercúrio são Classe I sob a Convenção de Minamata. Veja a rota de coleta rastreada, MTR, CDF e retorta licenciada.
SPL Spent Pot Lining é Classe I por cianeto, fluoreto e reatividade com água. Veja segregação, rotas licenciadas e a coleta rastreada da Seven Resíduos.
Óleo ascarel e PCB de transformador são Classe I sob a Convenção de Estocolmo. Veja como rastrear, coletar e destinar o passivo de POP com cadeia auditável.
Refratário gasto de fim de campanha: quando é Classe IIA, quando é Classe I por Cr VI, rotas de reuso e destinação certificada com MTR, CDF e CADRI rastreáveis.