Areia de fundição usada: quando vira Classe I e destino
Areia de fundição usada vira Classe I quando há ligante orgânico ou metais: veja como o laudo decide a rota e como a coleta certificada prova a destinação.
Areia de fundição usada vira Classe I quando há ligante orgânico ou metais: veja como o laudo decide a rota e como a coleta certificada prova a destinação.
Borra de tinta da cabine tende a Classe I por solvente, pigmento e metal. Veja quando destinar, como provar por laudo e a coleta com destinação certificada.
Lodo galvânico é a torta de hidróxidos metálicos da ETEI: entenda quando vira Classe I e como a coleta com destinação certificada resolve a sua planta.
Sem FDSR e rótulo conformes na origem, a coleta de resíduo Classe I não embarca. Entenda a NBR 16725 e como a destinação certificada exige a ficha certa.
Lama de retífica é finos de metal, óleo e abrasivo: a classe sai por laudo, não por presunção. Veja rotas via cadeia licenciada e destinação rastreada.
Embalagem industrial vazia herda a classe do que conteve: veja quando IBC, bombona e tambor viram resíduo Classe I e como destinar com MTR, CDF e prova.
Cinza de caldeira de biomassa e carvão: por que a cinza vira Classe I, o laudo que decide a classe e como destinar com MTR, CDF e rastreio comprovado.
Solvente usado e borra de fundo (still bottom) da recuperação por destilação são Classe I por laudo: veja quando vira perigoso e como destinar com prova.
Convenção de Roterdã e o PIC controlam o químico perigoso; quando ele vence vira resíduo Classe I e exige coleta, MTR e CDF com lastro rastreável.
Banho de fosfatização exausto e lodo de fosfato concentram metal e óleo. Veja quando vira Classe I por laudo e como destinar com prova rastreada.