Filtro de óleo usado não é sucata: é resíduo Classe I
O filtro de óleo trocado na manutenção retém óleo impregnado: é resíduo Classe I, não sucata. Veja por que e como provar o destino com cadeia certificada.
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A borra da caixa separadora água-óleo é resíduo Classe I. Veja por que separar não é tratar e como a coleta certificada prova o destino e fecha o passivo.
Telha de fibrocimento amianto removida do galpão é resíduo perigoso Classe I e banido no Brasil. Veja por que e como a coleta certificada prova o destino.
Sal de têmpera e banho de sal esgotado do tratamento térmico tende a Classe I: veja por que segregar, laudar e fazer a coleta com a destinação certificada.
Escória de fundição e de aciaria não é “brita”: entenda quando é Classe I, o laudo que decide e como a coleta com destinação certificada gera prova por lote.
Cavaco metálico oleoso costuma ser Classe I e não sucata limpa: entenda o laudo, a desoleificação e a coleta com destinação certificada e prova documental.
Pano, estopa e EPI contaminado costumam ser resíduo Classe I: o laudo define a classe e a coleta com destinação certificada gera a prova por lote, sem risco.
Refratário gasto de forno pode ser Classe I por cromo e metal impregnado. Veja como o laudo define a rota e a coleta com destinação certificada comprova.
Resíduo com POP exige destruição irreversível, não aterro: veja o que a Convenção de Estocolmo pede e como a coleta com destinação certificada prova a rota.
Pó de filtro de manga concentra metal e tende a Classe I: veja quando destinar, como provar com laudo e como a coleta com destinação certificada protege.