O resíduo perigoso parado no galpão à luz da NBR 12235
A NBR 12235 define como guardar resíduo Classe I antes da coleta: área coberta, contenção, segregação. Sem isso, o galpão vira não conformidade na auditoria.
A NBR 12235 define como guardar resíduo Classe I antes da coleta: área coberta, contenção, segregação. Sem isso, o galpão vira não conformidade na auditoria.
Bombona vazia não é bombona limpa: sem tríplice lavagem comprovada, a embalagem que conteve produto químico tende a Classe I pela NBR 10004. Veja o destino.
O pó retido na coifa de solda concentra manganês, cromo e níquel e tende a Classe I. Conheça a classificação pela NBR 10004 e a rota de destino certificado.
O pó de pintura eletrostática (overspray, pó vencido, filtros de cabine) é resíduo a classificar (NBR 10004). Veja a coleta certificada que prova o destino.
Graxa usada, borra de graxa e estopa engraxada são resíduo oleoso Classe I. Veja por que segregar na relubrificação e provar o destino com MTR, CDF e CADRI.
Reagente vencido e sobra de análise de QC são resíduo Classe I. Veja por que a bombona única é risco e como a coleta certificada prova o destino do resíduo.
Painel de comando, drive e placa obsoletos são sucata eletroeletrônica Classe I. Veja por que vender ao ferro-velho não é destinação e como provar o destino.
Bateria industrial usada é resíduo Classe I sob a CONAMA 401/2008. Veja por que o valor do chumbo não dispensa a prova de destinação com MTR, CDF e CADRI.
Lâmpada fluorescente queimada contém mercúrio e é resíduo Classe I. Entenda por que manter o tubo íntegro e como a coleta certificada prova o destino final.
Lixiviação e solubilização decidem se o resíduo é Classe I, II A ou II B. Veja por que a classe presumida não sustenta a rota nem a destinação certificada.