Banho de decapagem esgotado: o descarte que a ETE não resolve
Banho de decapagem esgotado: descarte exige classificação Classe I, CADRI, MTR e CDF. Entenda o que vai para a ETE e o que sai como resíduo.
Banho de decapagem esgotado: descarte exige classificação Classe I, CADRI, MTR e CDF. Entenda o que vai para a ETE e o que sai como resíduo.
Descarte de fluido de corte usado: por que a emulsão exaurida é resíduo Classe I, qual a rota de destinação e como provar com MTR, CADRI e CDF.
Descarte de aerossol industrial: por que a lata vazia e o cilindro seguem pressurizados, como classificar Classe I e provar com MTR e CDF.
Cloro, poder calorífico e metais reprovam cargas no coprocessamento de resíduos industriais. Veja os critérios de aceite e como evitar a recusa.
A maioria das plantas só teme o crime ambiental, mas o auto de infração sob o Decreto 6.514/2008 vem antes, é mais comum, mais rápido e traz multa e embargo.
O fluido térmico drenado degrada por craqueamento e oxidação: vira resíduo Classe I, e a borra do sistema é corrente própria. Veja a rota correta do resíduo.
Fluido hidráulico usado mineral, sintético e resistente ao fogo seguem rotas distintas. Veja como classificar pelo tipo e pela contaminação antes de coletar.
A lata de aerossol industrial “vazia” segue pressurizada e contaminada: por que ela tende a Classe I pela NBR 10004 e como destinar com cadeia documental.
Carvão ativado saturado concentra o que reteve: solvente, fenol, metal. A classificação segue o adsorvato. Veja como caracterizar, classificar e destinar.
Resíduo Classe I sem MTR, CDF e CADRI vira prêmio maior, exclusão ou sinistro negado. Veja por que a apólice ambiental não substitui a destinação correta.