Borra de fundo de tanque: rota certificada e óleo recuperado
Borra oleosa de fundo de tanque é resíduo Classe I com H2S, hidrocarboneto e metal. Veja a rota certificada de coleta, recuperação de óleo, MTR e CDF sem multa.
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Entenda como o critério de gestão de resíduo dentro do tema Environment decide a medalha EcoVadis e por que a coleta certificada com MTR e CDF sobe o scorecard.
Catalisador exaurido de FCC e hidrotratamento é Classe I, piróforo e tem metal recuperável. Veja como coletar, inertizar e destinar com MTR, CDF e rastreio.
O IRMA exige rastreabilidade do resíduo industrial da mina. Veja como a coleta certificada com MTR e CDF sustenta o capítulo de waste e o nível auditado.
Lâmpada fluorescente, medidor e amálgama com mercúrio são Classe I sob a Convenção de Minamata. Veja a rota de coleta rastreada, MTR, CDF e retorta licenciada.
SPL Spent Pot Lining é Classe I por cianeto, fluoreto e reatividade com água. Veja segregação, rotas licenciadas e a coleta rastreada da Seven Resíduos.
A PPWR muda o que o comprador europeu exige do fornecedor brasileiro de embalagem. Veja como a coleta certificada de apara e borra vira prova de circularidade.
Óleo ascarel e PCB de transformador são Classe I sob a Convenção de Estocolmo. Veja como rastrear, coletar e destinar o passivo de POP com cadeia auditável.
Refratário gasto de fim de campanha: quando é Classe IIA, quando é Classe I por Cr VI, rotas de reuso e destinação certificada com MTR, CDF e CADRI rastreáveis.
O selo de água AWS trava a certificação quando o lodo de ETE e o resíduo de ETA não têm cadeia documental rastreável. Veja como organizar a evidência.